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L.E.J.

Há alguns anos atrás, que não sei mensurar exatamente quantos, lá estava eu passando o tempo, um pouco entediada, pelo feed do Facebook, até que, de repente, me deparei com um vídeo de três mulheres cantando. Parei nelas para assistir, sem muita expectativa, e, no entanto, fui completamente fisgada. Elas cantavam um medley fantástico de várias músicas, que por acaso eu conhecia, mas com uma sonoridade única que percebia-se ser o estilo próprio delas! Fiquei encantada! ❤️

Quem são essas meninas?? São famosas?? De onde vieram?? Foram as dúvidas que imediatamente surgiram na minha cabeça. Fui atrás de mais vídeos e adivinhem só? Encontrei outro medley igualmente maravilhoso:

Como elas conseguiam cantar tão rápido em certas partes das músicas?? Pronto. Bastou dois vídeos para que eu já tivesse virado fã.

L.E.J. (Elijay) é a abreviação de seus nomes: Lucie Lebrun, Élisa Paris e Juliette Saumagne. São francesas e ficaram famosas justamente por produzirem vídeos como esses dois que vimos acima (anteriormente teve o Summer 2014). Élisa e Lucie são as cantoras principais (já lhes adianto que Élisa é a minha preferida ⭐️) enquanto Juliette faz o back vocal e toca violoncelo. São amigas desde a infância e todas as três nasceram em 1993 (mais novas que eu rs) no subúrbio de Paris em Saint-Denis. Até o momento possuem dois álbuns lançados, que são: En attendant l’album de 2015 e Poupées russes de 2018.

En attendant l’album

Esse álbum possui 11 faixas, sendo que 10 são covers (maravilhosos diga-se de passagem) e apenas uma composição original: “La dalle”. Confesso que fiquei muito surpresa quando descobri que todas as outras músicas eram regravações, pois, apenas “Survivor” (das Destiny’s Child), “Get Lucky” (do Daft Punk) e os medleys: “Summer 2015” e “Hip Hop Mash Up” eu já conhecia e sabia que não eram composições próprias.

Agora “Jimmy”, por exemplo, se tornou a minha música preferida deste álbum e quando fui atrás da letra, me surpreendi ao descobrir que na verdade, a canção pertence a um grupo musical franco-americano, chamado Moriarty. Até fui ouvir a versão original e adivinhem só? Não chegou nem aos pés da versão criada pelas meninas do L.EJ.! Deem uma conferida:

Outra música que também gostei bastante, é “Can’t Hold Us”, a composição original pertence a uma dupla chamada Macklemore & Ryan Lewis, e a versão original também é muito boa, num ritmo completamente diferente ao que foi gravado pelas meninas. Recomendo as duas versões!! “Hanging Tree” que faz parte da trilha sonora de Jogos Vorazes, também tem seu cover em En attendant l’album, entre outros. E para fechar as minhas considerações sobre esse álbum, deixo vocês com o videoclipe de “La dalle”:

 

Agora vamos falar de Poupées russes

Poupées russes

Agora sim um álbum totalmente delas, com composições próprias em francês!!! Possui 12 faixas e até o momento há dois singles sendo trabalhados: “La Nuit” e “Acrobates”. Abaixo, o videoclipe mais recente de 6 meses atrás:

Deste álbum, a minha preferida mesmo é: “Par Ego” que é apesar de ser a terceira faixa, foi a primeira a me fisgar:

Além dessas, também podemos destacar “Poupées russes” – título do álbum e primeira faixa do CD – e “Le verbe” que é, nada mais, nada menos que, a segunda composição original delas, depois de “La dalle”.

Enfim, é isso people. Deixo vocês com essas musas talentosíssimas. Se alguém aí, assim como eu, também já aderiu ao Spotify, é só buscar pela sigla L.E.J. e dar play! Vocês também vão se apaixonar! ❤️

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Quando te Conheci

Título Original: Equals

Direção: Drake Doremus

Ano: 2015

Categoria: Ficção científica, Drama e Romance

Esse filme me lembrou demais a série Black Mirror! Preparem-se para uma ficção extremamente utópica!

Em uma sociedade completamente avançada, os seres humanos não possuem mais sentimentos, nem emoções. Vivem apenas para o trabalho, como se fossem robôs, executando suas tarefas diariamente sem apresentarem nenhuma insatisfação com aquilo. Se apaixonar ou demonstrar qualquer tipo de emoção é sinônimo de doença. Isso mesmo, uma doença chamada S.OS. (Switched On Syndrome) que é vista naquela sociedade como uma AIDS, uma doença grave em que os infectados são vistos com maus olhos.

Silas (Nicholas Hoult – Castelo de Areia) é acometido por esta “doença” e passa a sentir sensações, que antes lhe eram desconhecidas, por sua colega de trabalho Nia (Kristen Stewart – Crepúsculo). No decorrer da trama, ele percebe que, apesar de Nia disfarçar muito bem, ela também está infectada pela mesma doença e começam então a se encontrarem as escondidas.

É mesmo muito louco, criarem uma história em que amar outra pessoa seja visto como uma coisa ruim e mortal, quando tudo o que precisamos no mundo é de mais amor entre as pessoas. Mas de fato uma coisa é verdade: pessoas emocionais tendem a falhar muito mais que uma pessoa racional e é essa lógica que aplicam na história. Eu fiquei sem palavras com esse filme, uma ficção realmente interessante. 👏🏻

A composição da sua trilha sonora, não possui nenhuma música cantada, apenas melodias sutis, o que lhe atribuiu um ar ainda mais futurista e melancólico. Kristen, com suas olheiras, nos deixa a dúvida se é uma característica da personagem ou dela própria rs. A cura para a doença do amor aparece em um momento inoportuno, nos deixando curiosos e apreensivos de como será o desfecho desse casal após a vacina. Vale a pena assistir! #temnaNetflix

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Resenha: Pó Compacto MAC

 🎶 “Eu não quero ser 

Mais uma blogueira de moda irritante

Eu prefiro ser

Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo” 🎶

Gente… hoje resolvi fazer uma coisa mega diferente aqui no blog (bora diversificar um pouquinho) que é falar sobre itens de beleza. Mas, como assim “itens de beleza” ô dona Divertida?? 🙄 Ahh… resolvi criar uma sessão para falar de maquiagem, batom, sombras, esmalte, enfim, coisas desse tipo… afinal, qual mulher não gosta de uma diquinha de beleza, não é mesmo? 😏

Essa minha vontade, na verdade, partiu de uma decepção que tive com um pó compacto da MAC. Preparados para o dilema? Então senta que lá vem história… 💬

Certo dia, lá estava eu numa loja da MAC, querendo renovar meu estoque de maquiagem. Até então eu só tinha dois batons e uma paleta de sombras da marca e resolvi meter o pé na jaca e comprar também: pó, base, primer, iluminador, fixador, mais sombras e batons, ou seja, praticamente a linha completa, e a conta final ficou uma fortuna. Antes de eu deixar a loja, o vendedor que me atendeu até me deu seu cartão de visita contendo seu número de celular, achando que eu era uma cliente em potencial, do tipo que faria compras daquele naipe todo mês. 😂

Fui para casa me sentido a phyna, por estar munida de um arsenal daqueles. 😌

Daí, um belo dia não muito depois, fui para o show da maravilhosa Karol Conká no Cine Joia (vide fotos no meu insta: @cah.correia) e quando eu estava retocando a maquiagem em uma lanchonete/bar, levemente alegre e com as mãos descoordenadas devido a Skol Beats que eu tinha tomado, adivinhem o que aconteceu? Acabei deixando cair aquele pó compacto da MAC caríssimo e novo, que se espatifou no chão igual um copo de cristal.

Lá jazia 95% do montante que gastei naquele item. 

Peguei o que sobrou do pó (o que ainda estava grudado na embalagem, não deu para pegar os cacos do chão – que estava imundo) e me virei por mais um mês e pouquinho de uso, até que não teve jeito e chegou o dia de comprar outro. 

Gente… antes que eu voltasse na loja da MAC e comprasse outro daquele pó compacto, tive uma luz dos céus que preciso compartilhar com todas as mulheres que se maquiam nessa vida. 

A MAC é uma marca muito boa, amo seus batons, suas sombras, sua base, primer e etc. Contudo, seu pó compacto, na minha humilde opinião, deixou a desejar. E vou explicar o porquê. 

Desde que comecei a usar esse pó compacto da foto acima, reparei que aquele efeito pele de pêssego que tanto almejamos (ou seja, nada de brilho na testa, pele opaca e uniforme) não era possível com o pó da MAC. Toda vez que eu o usava, seja por cima da base ou de um creme facial, me incomodava deparar com a minha testa levemente brilhosa, como se eu só tivesse passado a base e não um pó finalizando a make. 

Comecei a achar que o problema era o pincel que eu estava usando (que a propósito também era novo, da marca KIKO Milano, muito macio e gostoso de usar) e passei a aplicar o pó com a esponjinha do meu antigo pó compacto da AVON (que eu ainda não tinha jogado fora). E sim, de fato a aplicação apresentou um resultado melhor, mas, sei lá, ainda assim, de vez em quando, eu continuava me deparando com aquela testa levemente brilhosa após a camada do pó – e antes que julguem, devo ressaltar que minha pele não é oleosa, só ficava um pouco por conta do creme facial hidratante que eu sempre passo antes da make -. 

No último dia de vida desse pó da MAC, acabei usando o restinho do meu antigo pó para complementar e esse meu outro pó, que também estava nas últimas, teve uma performance inacreditavelmente mil vezes melhor que o pó da MAC, me fazendo chegar à conclusão que seria muita burrice repetir o erro, comprando novamente um pó da MAC, uma vez que a primeira experiência não foi tão satisfatória quanto eu esperava.

Meu antigo pó compacto da AVON é esse aqui da linha RENEW:

Gente, juro. Quando passei o meu velho de guerra no rosto e vi aquela imensa diferença em comparação com o novo que eu estava usando há pouco mais de um mês, foi como se eu ouvisse o coro de aleluia na minha cabeça.

Sabe… às vezes a gente fica querendo substituir o barato pelo mais caro, o simples pelo sofisticado e nos desapontamos. Realmente nem tudo que é mais caro é melhor. ☝🏻

Corri numa lojinha que vende AVON e Natura à pronta entrega com desconto (para quem estiver interessado, a tal lojinha fica na rua Coronel Xavier de Toledo –  entre o Shopping Light e a entrada da estação Anhangabaú, quase ao lado do Mercado Dia) e nunca me senti tão feliz e realizada em voltar para o antigo.

Quem aí já passou por isso??

Então, nessa minha primeira postagem com dica de beleza, deixo também os meus cumprimentos a AVON e para a sua linha RENEW. Não conheço todos os produtos dessa linha, admito, porém, hoje estou aqui para falar do pó compacto e nesse item vocês estão de parabéns!!👏🏻👏🏻 Nunca me senti tão certa e decidida da minha escolha. Acho que não arriscarei mais trocar de pó compacto tão cedo. 😅

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As 10 Melhores Canções de Amor

Good night people!

Hoje estou mais amorosa que o habitual e resolvi trazer uma playlist especial de músicas românticas. Mas não são apenas músicas românticas e sim AS MELHORES canções de amor! Seja melhor na melodia, na letra, enfim, tudo! Preparados?? Então lá vamos nós!

1- “Blue Jeans” da Lana Del Rey, na minha humilde opinião, não é só uma belíssima canção, mas também a MELHOR canção já gravada por ela. Ainda que seja uma música antiga, do álbum “Born to Die” de 2012, continua sendo a minha música preferida até hoje, não desmerecendo as outras, igualmente incríveis, que ela lançou de lá para cá. Felizmente essa canção se tornou single e a escolha do branco e preto para o videoclipe deu um resultado ainda melhor! Amo!

 

2- “Give You What You Like” da Avril Lavigne é sem sombra de dúvida umas das canções mais lindas que ela já gravou. Só é uma pena que esse álbum, de 2013, não tenha sido bem explorado e a música não tenha feito o real sucesso que merecia.

 

3- Quando ouvi “Don’t Blame Me” do álbum mais recente da Taylor Swift, Reputation de 2017, quase tive um treco! Sabe quando você ouve uma música tão incrível que até sente uma emoçãozinha? Tem músicas que eu preciso ouvir mais de uma vez para gostar, já essa foi amor à primeira vista!! Que tradução linda!! Essa música conseguiu desbancar todas as outras músicas românticas que ela já lançou!!

 

4- “Figure 8” da Ellie Goulding é outra música que você precisa conhecer!!! Do álbum Halcyon de 2012 é a minha música preferida dessa cantora! Que melodia, que letra, que videoclipe! Tenho certeza que você também vai a-m-a-r!!

 

5- “Bad At Love” da Halsey, presente no seu segundo álbum hopeless fountain kingdom, foi outra música que me apaixonei à primeira ouvida. Posteriormente fiquei mega feliz quando se tornou single, mas acabei me decepcionando um pouco com a simplicidade do videoclipe. Além de não ter entendido muito a relação da história retratada com a letra da música rs. Mas enfim, é uma música bela!

 

6- Falando em Halsey, não poderia deixar de citar “Him & I” do G Eazy em parceria com a cantora. Faixa integrante do seu mais recente álbum de 2017, The Beautiful & Damned, eles estavam literalmente juntos quando gravaram, o que contribuiu para que todo o conjunto ficasse ainda mais lindo e perfeito (música e videoclipe). Até mesmo a imagem distorcida do vídeo foi proposital, atribuindo um estilo mais marcante ao resultado final.

 

7- Você muito provavelmente nunca deve ter ouvido “The Harold Song” da Kesha. Essa música faz parte do seu segundo álbum, “Cannibal” de 2010, e tem uma letra de partir o coração. Perfeita para ouvir na fossa.

 

8- “Higher” da Rihanna é para aqueles amores bandidos. Sem melação, mas ainda assim romântica. A faixa faz parte do seu álbum ANTI de 2016 e tem apenas 2 minutos de duração, acredita?! Parece apenas uma recitação, pois sequer possui refrão.

 

9- Vamos agora falar de uma clássica que provavelmente você já conhecia: “Big Girls Don’t Cry” da Fergie. Do seu primeiro álbum solo “The Dutchess”, de 2006. Não consigo pensar em nenhuma outra música romântica dela que tenha feito tanto sucesso quanto essa até os dias de hoje.

 

10- E para fechar essa playlist maravilhosa, ficamos com “Blow Me” do álbum The Truth About Love, de 2012, da P!nk. Ela fala de decepção amorosa de um jeito sem ser meloso, chutando o pau da barraca, daquele seu jeitinho Pink de ser.

Essa e outras playlists, presentes no blog, podem ser ouvidas sem interrupções no Meu canal do YouTube. Se inscreve lá! 😀

Gostaram? Já conheciam? Me deixe saber nos comentários!

Beijooooos.

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Como Superar Um Fora

  

Título Original: Soltera Codiciada

Direção: Bruno Ascenzo e Joanna Lombardi Pollarolo

Ano: 2018

Categoria: Comédia

Lá estava eu, meio deprê com algumas desilusões amorosas, quando resolvi colocar na Netflix para continuar assistindo Pretty Little Liars (quero muito fazer a resenha dessa série pra vocês), quando, de repente, me deparo com a chamada desse filme. 👀

Dei uma rápida lida na sinopse e, juro, senti como se o Universo estivesse se comunicando comigo! Dizendo:  “Toma aqui o seu remédio momentâneo e vai dar risada” rs. Não foi mesmo muita coincidência eu me deparar com um filme dessa temática, justo quando eu estava passando por um dilema amoroso? (Foi bem no dia que escrevi o post anterior sobre As Leis da Conquista). Dei play e adivinhem? A cada cena gostei mais e mais dessa comédia!!! Ainda me surpreendi com o gatíssimo do Christopher von Uckermann (Diego Bustamante de Rebelde!!!) fazendo o personagem Santiago. Aquele típico amigo hétero lindo demais, perfeito e maravilhoso. 😍

Como Superar Um Fora é um filme peruano, o que me fez colocar no dublado mesmo (apesar de gostar de assistir filmes e séries no seu idioma original), e curti demais a dublagem! Tão redondinha que até parecia as vozes reais deles! Recomendo assistirem no dublado também. 🤓

Maria Fé (Gisela Ponce de León – Quizás Mañana) acaba de levar um fora do seu namorado, Matias (Andrés Salas – Living Legend), via Skype, após 6 anos de namoro. E a partir disso, passa a ver o fantasma dele pela casa, interagindo sem ser convidado. O que a solidão não faz com as pessoas? Rs. Vivenciando esse novo cenário em sua vida, ela precisa então se reinventar, fazendo coisas que antes não fazia, por sempre ter vivido em prol da felicidade do namorado ao invés dela mesma. 

Gente… apesar de no meu caso (quando meu namoro de 8 anos acabou), ter sido eu quem tomou a iniciativa do término, me identifiquei com muita coisa nesse filme, já que a solteirice costuma ser igual para todo mundo. Mesmo que eu não tivesse sofrendo com o rompimento, também passei por situações em que lembrava do outro, situações em que velhos hábitos me surpreendiam, também conheci rapazes através do Tinder e o principal: também passei a me dedicar a atividades que antes eu não fazia, no intuito de cuidar e viver comigo mesma. Enfim, achei o filme fantástico!

Gostei muito do fato da protagonista ser publicitária (gosto de profissões voltadas para a área da comunicação), o que, inclusive, nos rendeu uma das melhores cenas, quando ela pede demissão do trabalho e fala umas verdades para o (ex) chefe. Até voltei para assistir mais de uma vez e bati palmas para ela! 😅

Outra cena que também gostei bastante da fotografia e da sonora (quem diria, um rap em espanhol rs!) foi na cena em que o fantasma do seu ex lhe fala umas verdades e aí temos uma passagem dela saindo um pouco daquele melodrama em busca de si mesma:

Como Superar Um Fora é sem dúvida uma boa pedida para todas aquelas mulheres que já passaram ou estão passando por isso e também para quem ainda irá passar, para já ir aprendendo com as fases dramáticas do término de um relacionamento. 

“Nos ensinaram que somos as princesas da história, mas, a verdade é que também podemos ser a fada madrinha de uma amiga que precisa da nossa ajuda; o gênio da lâmpada quando tentamos superar todas as expectativas do momento e, principalmente, também podemos ser o príncipe encantado. Porque princesa que se respeita, se salva sozinha.” 

Palmas para esse monólogo final!! Adorei!!! ❤️

 

TRILHA SONORA

A única que realmente gostei, talvez até mesmo pelo conjunto total da cena, foi:

Inkas Mob – A tus pies (Na cena em que ela anda pela rua com seu fone de ouvido amarelo)