Publicado em Cotidiano, teatro

Temos a Arte para não morrer da Verdade

Todo mundo deveria fazer teatro. Na verdade, é uma grande catástrofe que a arte não seja estimulada em nosso país. Você sabia que nas escolas americanas há disciplinas extracurriculares como: música, culinária, teatro e fotografia, sem que o aluno precise pagar um curso a parte, como ocorre aqui no Brasil?

Mas enfim, não estou aqui para enaltecer o ensino americano (apesar de realmente ser surpreendente melhor que o nosso) e sim para defender a questão da importância do teatro na vida das pessoas. Já ouvi muito dizer que Fulano ou Ciclano entraram no curso de teatro para acabar com a timidez, brotando em mim a ideia de que o teatro tivesse duas funções: formar um ator e acabar com a timidez de pessoas tímidas, quando, na verdade, vai muito além disso.

Sou formada em Jornalismo e meu primeiro contato com o teatro foi no primeiro semestre da faculdade. Na época decidi entrar para o Núcleo de Dramaturgia com interesse apenas nas horas complementares que eu ganharia. Fui para as aulas sem ter a menor ideia de como seria. O professor que nos guiava, passava atividades que no começo me pareciam bobas e me envergonhava fazer, como quando ele pediu que fingíssemos estar nadando dentro de um oceano, em busca de algo novo como nadador. O espaço inteiro do auditório era esse oceano. Nos enfiávamos entre as poltronas, deitávamos no chão, rolávamos, pulávamos, sentávamos e apesar de por fora parecer que eu estava imersa naquele exercício, por dentro eu me sentia uma boba por estar fazendo aquilo. A ideia do ator na minha cabeça era a de aquele que decora o texto e diz suas falas na frente de outras pessoas, não o que fica brincando de faz de conta em um auditório de faculdade.

No final das contas, o Núcleo não me rendeu as horas complementares que eu tanto precisava. Perdi minhas 40 horas livres devido a uma falha na organização das aulas que não computou a minha participação, mas, em contrapartida, ganhei um presente ainda maior: O bichinho da arte havia me picado e a agora eu queria mais.

Eu tinha acabado de ingressar na faculdade e não havia a menor possibilidade de abandonar o curso, uma vez que já tinha demorado anos para decidir o que cursaria. Segui adiante com o meu sonho de ser jornalista, mas, na reta final da graduação, ou seja, no último ano, decidi cursar algo relacionado a atuação em paralelo com as aulas da faculdade, para ter mais certeza que aquela picada do bichinho da arte era compatível com a minha pessoa.

Me inscrevi num Curso Livre de Interpretação Para TV, que era curto (com uma duração de 4 meses cada módulo) e que serviria para me mostrar se eu realmente possuía o dom para me tornar uma atriz ou se era só fogo de palha da minha cabeça mesmo.

No primeiro dia de aula, antes mesmo que começássemos com os exercícios, enquanto a professora apenas explicava coisas técnicas sobre a rotina de gravação de uma novela e cinema, senti algo positivo dentro de mim, algo que me dava a certeza de estar no lugar certo. O meu único medo era não ter o dom para a atuação. Pois, por mais que a professora frisasse que o talento não era determinante, que o estudo e a dedicação tinham mais peso, eu não insistiria em algo que estivesse nítido que eu não levasse o jeito para a coisa.

Durante aquele ano (que foi no ano passado), acabei cursando dois módulos do curso de TV (Iniciante e Avançado) e, em paralelo, também fiz dois workshops.

Foi a partir do primeiro workshop que a minha vida e a minha visão do mundo e das pessoas, começou a mudar. Por isso falo da importância da arte na vida do ser humano. É o tipo de experiência que indico para QUALQUER pessoa, não só para quem quer ser ator. O primeiro workshop que fiz foi de “Interpretação Para Cinema” com o Sérgio Penna, no Rio de Janeiro. Para quem não sabe, Sérgio Penna é um preparador de atores muito famoso e conceituado. Seu método de ensino é extenso e muito completo. Fui até o Rio para fazer, porque ele já tinha passado por São Paulo e demoraria até que viesse de novo. Durou três dias.

Imensurável o aprendizado adquirido. Voltei para a casa mais humana e amando mais o ser humano. Você começa a perceber que realmente existe esse lance de energia e a troca de energia no workshop do Penna foi incrível. Não havia rivalidade, superioridade (e olha que tinha famosos participando do workshop também), parecia que todo mundo era da mesma família, como se fôssemos irmãos, sabe? No começo eu estava um pouco travada, pois eu nunca tinha feito um workshop antes e não sabia que funcionava daquela maneira tão coletiva e libertadora. Você não é mais só você, você é todos e todos são você. Fantástico e maravilhoso.

São experiências edificantes para o nosso ser, mas que, se não forem cultivadas, com o passar do tempo, a correria da vida cotidiana engole as sensações vividas e aos poucos você esquece a importância da conscientização de tudo que foi aprendido. Então, no mês seguinte fiz outro workshop, dessa vez da Fátima Toledo, chamado: “Coragem Emocional”. Esse durou uma semana. Igualmente engrandecedor.

Ao estudarmos atuação, não aprendemos apenas a decorar um texto, posicionamento de câmera e enquadramentos. Aprendemos a ser pessoas melhores. Ser ator envolve a busca pelo autoconhecimento. Por isso que em sua maioria, os atores são pessoas alegres e felizes, ainda que nem sempre sejam bem-sucedidos financeiramente. Isso por que são livres, e liberdade, ao qual me refiro aqui, não é sobre o direito de ir e vir, falo da liberdade espiritual. Se livrar dos seus medos, dos seus bloqueios, das suas inseguranças, afinal, os atores precisam se livrar de tudo isso para poderem viver um personagem com real entrega e perfeição.

Então deixo aqui mais uma vez esse conselho a você que estiver lendo isso. Faça teatro. Busque o autoconhecimento. Todos temos uma missão na Terra, cabe a nós descobrirmos qual e usufruirmos deste conhecimento com total sabedoria.

Nossa experiência levou-nos a crer firmemente que só o nosso tipo de arte, embebido que é nas experiências vivas dos seres humanos, pode reproduzir artisticamente as impalpáveis nuanças e profundezas da vida. Só uma arte assim pode absorver inteiramente o espectador, fazendo-o, a um só tempo, entender e experimentar intimamente os acontecimentos do palco, enriquecendo a sua vida interior e deixando impressões que não se desvanecerão com o tempo.

(Constantin Stanislavski – A preparação do ator)

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Leis da Conquista

Hoje estou aqui para falar de um dilema que muitas mulheres já devem ter passado ou poderão vir a passar em suas vidas. Que nada mais é que a frustração e o desapontamento em uma relação de conquista que parecia ser promissora.

Sabe quando você conhece alguém e de repente brota aquela esperança, que talvez aquele alguém seja a sua alma gêmea que você tanto buscava? Tive essa sensação algumas vezes, mas sempre botei tudo a perder, por desconhecer (ou não saber me disciplinar) referente a algumas lições que deveriam ser ensinadas na escola, sobre como devemos nos comportar durante uma conquista amorosa.

Ir com muita sede ao pote assusta os rapazes. Você vai dizer que essa é uma análise óbvia, mas acredite, é comum as pessoas cometerem o mesmo erro mais de uma vez, inclusive, eu sou uma delas. ☝🏻

Mediante a tudo isso. Resolvi colocar no lápis tudo que tenho feito de errado nas minhas paqueras e que tem me auto-sabotado, para que quem sabe assim, colocando tudo para fora, eu finalmente aprenda e possa ajudar outras pessoas que venham a estar passando pelo mesmo.

Uma sábia amiga me disse: “Mude de estratégia.” E se você também estiver fazendo o contrário do que aconselharei abaixo, mude de estratégia também.

1- Sexo no primeiro encontro?

Eis aqui a pergunta que não quer calar.

Eu sou uma mulher muito bem resolvida sexualmente. Penso que, se estou afim de transar com aquela pessoa no primeiro encontro, qual o problema de realizar essa vontade, se estamos nesse mundo para viver?

Bom… não façam isso. Apesar de muitos discursarem por aí que nos dias de hoje isso não tem mais a menor relevância, engana-se quem propaga isso. A verdade é que nem todos os caras veem com bons olhos e você não pode arriscar, vai que justo aquele é conservador e passa a te achar fácil, ao invés de simplesmente reconhecer que você é uma mulher empoderada e de atitude que se quer algo não fica de frescura deixando para depois.

Lembre-se dos ensinamentos presentes no filme: “A Verdade Nua e Crua”. Quanto mais ele demorar para conseguir o que quer de você, por mais tempo ele se manterá interessado.

2- Falar sobre mim?

Eu sou tão verdadeira e sincera em tudo que faço e falo, que até costumo ser como um livro aberto para qualquer pessoa. Conto até mesmo das minhas experiências amorosas anteriores, aquelas em que não fui tão esperta e que hoje dou risada das minhas gafes.

Bom… não façam isso. Seja misteriosa. Nunca, jamais, compartilhe experiências amorosas anteriores por espontâneo. No máximo, conte algo apenas quando for perguntado. Pois senão, o cara vai te achar uma idiota patética que se deixou iludir pelos anteriores (descobrindo até mesmo os seus pontos fracos), ao invés de simplesmente apreciar o seu jeito desencanado e bem humorado com o que não deu certo.

3- O que fazer no dia seguinte ao encontro?

 

Eu procuro me desvincular de comportamentos machistas, que atribuem ao homem o dever da iniciativa em relação a mulher. Então, se acordei antes dele e fiquei com vontade de lhe mandar uma mensagem, pra que esperar ele acordar para me mandar primeiro? Por que não posso tentar proporcionar a ele, uma alegria que ele proporcionaria a mim, se eu acordasse e houvesse uma mensagem dele me esperando para ser lida?

Bom… não façam isso. Não seja a primeira a mandar mensagem depois do primeiro encontro e quando ele enviar, também não responda tão de imediato, mesmo que você tenha visto o alerta do recebimento no exato momento. – A não ser, claro, que você já esteja online conversando com outra pessoa, pois aí será deselegante ignorá-lo estando nítido que você está ali. – A intenção é justamente parecer que você está ocupada fazendo outras coisas e não, por acaso, pensando nele.

Há muitas outras lições que devem ser aprendidas no campo amoroso, mas por hora trarei somente essas que estão fresquinhas na minha vivência.

Se você percebeu que colocou tudo a perder e está mal com isso, não vou ficar fazendo a otimista e dizer: “Não fica assim, não era para ser”. Poderia ter sido sim, mas você ainda precisa se aprimorar no campo da conquista. Não somos perfeitas e é errando que se aprende. Chore, sofra, coloque tudo que te faz mal para fora.

Mas faça isso por uma noite apenas. No dia seguinte, amanheça maravilhosa e pronta para outra.

E lembre-se sempre: você é uma pessoa incrível. Só precisa descobrir como demonstrar isso no momento da conquista, para que da mesma forma que você ficou admirada por alguém, esse mesmo alguém também sinta admiração por você, pelas coisas que você fizer ou disser.

Para fechar, trago aqui algumas citações de um dos meus livros preferidos, que li mais de uma vez na adolescência:

Leis da Conquista

🖤 Culpa, o grande Mal da Humanidade. Não caia nessa armadilha. […]
🖤 Saiba desistir na hora certa. […]
🖤 Não revele seus segredos. Só alguns. […]
🖤 Aprenda com o passado.
🖤 O futuro a Deus Pertence.
🖤 Não se modifique a ponto de não se reconhecer.
🖤 Saiba se adaptar a qualquer situação. […]
🖤 Se tudo der errado, vá ao shopping.
🖤 Se tudo der certo, compartilhe com quem você mais gosta.
🖤 Conquiste a sogra. Por mais difícil que isso possa parecer.
🖤 Seja eclética. […]
🖤 Todo mundo tem um potencial a ser aperfeiçoado. Não desista de você.
🖤 Não existe alvo impossível. Acredite na sua capacidade. […]
🖤 Não faça nada do que se arrependa ou se envergonhe depois. […]
🖤 Em situação de emergência amorosa incontornável, corra para o banheiro mais próximo.
🖤 Em caso de carência súbita, evite o chocolate. […]
🖤 Não fale demais e evite furos.
🖤 Não fale de menos e evite o tédio.
🖤 Coincidências não existem. Saiba entender os sinais do destino.
🖤 Se o alvo se mostrar inatingível, o problema pode estar com ele, não com você. […]

🖤 Seja feliz com ele ou sem ele. Sempre.

(Plano B Missão Namoro – Angélica Lopes
Pág: 126 e 127)

 

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Dia de Cão!

Sabe aquele dia que de repente tudo começa a dar errado e você de tão otimista que é nem percebe a leva de azar que se meteu? Um dia “daqueles” em que você só se dá conta da zica, depois de vivenciar uma série de catástrofes resultantes da catástrofe anterior? Coincidência? Obra do destino? Chamem do que quiser. Eu só posso dizer que fiquei feliz (e aliviada) quando finalmente deitei a minha cabeça no travesseiro. Pois, somente nesse momento tive a certeza que o dia havia chegado ao fim.

Será que o meu dia de cão foi pior que o seu? 🤔 Me deixe saber nos comentários depois!! 😃

Tudo começou a dar errado quando eu estava indo para a faculdade, por volta das 17h40. Saí de casa em ligação com o meu melhor amigo – que havia brigado com o namorado e estava desabafando – e por conta desta distração, esqueci a “introdução” do que será o meu TCC em cima da mesa, dentro de um livro. 🤦🏼‍♀️

Alguns minutos após a ligação ser encerrada (quando eu já estava dentro do ônibus a caminho da estação de metrô), me deu aquele estalo, e olhei debaixo da minha bolsa – que estava sobre o meu colo – se o livro estava embaixo dela, mas não! Não estava e bateu aquele desespero! 😱 Olhei as horas e decidi voltar em casa, pois precisava levar aquele papel!

Desci do ônibus e chamei um táxi (pelo aplicativo da 99), para que eu voltasse em casa o mais rápido possível, pois a partir dali com certeza eu me atrasaria. Quando cheguei, pedi ao motorista que não finalizasse a corrida, pois precisaria que ele me levasse até a estação do metrô também. (Era horário de pico, e se eu tivesse que depender de outro ônibus chegaria só amanhã no destino.)

Só nisso já tive preju. Gastei com ônibus e táxi, gastos que eu não teria se as circunstâncias tivessem sido outras. Mas tudo bem, situações extremas exigem atitudes extremas.

Eu só fui me dar conta que o azar não havia parado por aí, horas depois, quando estava voltando para casa. Quando cheguei na estação de metrô em que pegaria um ônibus, me dei conta que eu não tinha o dinheiro suficiente para a passagem, pois comprei um salgado na faculdade e ao invés de pagá-lo com o cartão, paguei em dinheiro, esquecendo que havia levado apenas o necessário e tirado o restante do money da bolsa, justamente para evitar que eu esbanjasse comprando futilidades pela rua. 🤦🏼‍♀️

Já era quase dez da noite, e eu não conseguiria chegar numa agência a tempo para sacar. “Socorro!” eu pensei. Será que eu teria que mendigar??! 😰 O jeito foi novamente chamar um táxi pelo aplicativo, já que esse poderia pagar no cartão. E lá vamos nós contabilizar mais um preju que poderia ter sido evitado. 🤧

Mas isso não foi nada, comparado ao que me esperava quando eu chegasse em casa rs. Quando o motorista entrou na minha rua e comecei a tatear dentro da bolsa em busca pela chave, me dei conta que aquilo sim seria para fechar a minha noite com “chave” de ouro! Eu havia a perdido. 🤦🏼‍♀️

Não acreditei que aquilo poderia estar acontecendo. Quase onze da noite e eu sem ter como entrar na minha própria casa! E eu só poderia ter perdido as chaves dentro daquele táxi da ida. Eu entrei no carro tão esbaforida com o atraso, que esqueci de guardar a chave na bolsa, a larguei no meu colo, que depois escorregou para o banco. Ficando lá abandonada como uma órfã.

Perguntei na portaria se eles tinham algum chaveiro para indicar e para variar, é óbvio que a resposta foi negativa (até nisso tive que me virar). Por sorte consegui um chaveiro rapidamente – Google sempre salvando vidas – e em quinze minutos o rapaz chegou.

Fui simpática no começo, mas confesso que detestei ele ser tão curioso, me enchendo de perguntas a todo momento. “Onde você estuda? Tá cursando o que? O que você faz? Você mora aqui de aluguel ou próprio?” e por aí vai. E o pior é que por mais que essas perguntas invasivas incomodem, não temos como escapar delas sem sermos grosseiros, não é mesmo? Então fui respondendo, até porque dependia dos seus serviços para conseguir entrar em casa.

Contudo, com o tempo fui deixando de ser simpática, para que quem sabe assim, ele se tocasse que estava sendo inconveniente fazendo tantas perguntas pessoais. Eu sei o que você deve estar pensando: “Poxa, ele só estava querendo puxar assunto”, mas então que puxasse assunto contando sobre a vida dele e não querendo saber detalhes da minha.

De repente seu celular tocou, e para a minha decepção, ele atendeu e ficou papeando, falando alto no meu corredor, ao invés de simplesmente pedir que a pessoa ligasse depois.

Enfim retomando o seu posto, após alguns minutos sem sucesso usando um ferrinho na fechadura, ele anunciou que precisaria da furadeira para fazer um pequeno buraquinho. Isso me assustou um pouco, pois além do apartamento não ser meu, aquele horário era proibido qualquer barulho desse tipo. Falei que não era permitido por conta do horário, mas ele argumentou que até alguém ligar para reclamar, ele já teria terminado e ido embora. Não me convenceu, mas não tive escolha senão ceder.

Ele avisou que precisaria voltar no seu carro para buscá-la e pediu que eu o acompanhasse. Não gostei e respondi que o aguardaria ali mesmo, mas ele insistiu, dizendo que se perderia no condomínio. Sei. Retornei com ele, mas não todo o caminho, e quando chegamos num ponto que já dava para ver seu carro, indiquei para que ele seguisse sozinho. Seu carro estava estacionado dentro do condomínio, na vaga de visitantes, ou seja, não haveria perigo para mim, mas mesmo assim quis manter uma certa distância daquele homem que só sabia fazer perguntas.

Já de volta, quando ele ligou a furadeira – que dispensava tomada – me deu uma grande aflição. Ele disse que seria rápido mas ficou um minuto inteiro fazendo aquele barulho enorme. E não foi exatamente “só um buraquinho” que ele fez na porta, mas por sorte o contorno do miolo da fechadura tamparia aquele arrombo.

Enfim ele conseguiu abrir a porta e corri para pegar a chave extra e testar se continuava tudo ok com a fechadura. Quando ele avisou para eu não forçar a chave, já era tarde demais. Eu havia rodado ela e a mesma travou na fechadura. 🤦🏼‍♀️

Ele começou a resmungar que teria mais trabalho, e, talvez para me pirraçar, interrompeu o que estava fazendo para atender uma ligação e depois responder alguma conversa no WhatsApp. Achei aquilo uma falta de profissionalismo tremenda e quase bati o pé de impaciência para que ele se tocasse que eu não estava gostando daquilo. Afinal, já estava tarde e eu queria poder ficar em paz dentro da minha casa.

Acredito que ele percebeu a minha irritação, e sem que eu precisasse dizer alguma palavra, ele disse: “Se você não tivesse colocado a chave, já teria terminado”. Que abusado! 😒 Eu não respondi nada, mas quando ele reclamou de novo do retrabalho que eu estava lhe dando, rebati um pouco grosseira: “Me desculpa, mas você não me avisou e obviamente que eu iria testar a fechadura”. 😤 Ora bolas, ele achava que só ele estava incomodado com a situação?! 😒

Quando enfim conseguiu destravar a chave, tivemos um outro dilema, pois ele não estava encontrando um dos parafusos. Disse que tinha colocado na bancada num tom acusador que não gostei nada, como se eu tivesse dado perdido no parafuso de propósito. Respondi que eu sequer havia encostado na bancada e claro, ajudei a procurar. Depois ele achou o parafuso no chão, novamente com tom acusador, como se tivesse caído por culpa minha. Dai-me paciência. 💆🏼‍♀️

Ainda tive que desembolsar R$ 100 pelos seus serviços, pena que não me deu nenhum desconto pelo péssimo atendimento. Ainda por cima a fechadura ficou mais dura de passar a chave depois disso.

Será que eu atirei pedra na cruz e não sabia? Até o último instante a minha noite estava sendo péssima! Precisava me livrar urgentemente daquele energia ruim. Tomei um belo de um banho e caí na cama, xô dia de cão!!

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Teste de Psicologia

Gostaria de compartilhar com vocês um teste fantástico de psicologia, que descobri por acaso, nas minhas anotações de 2009! Sim, esse teste é antigo, mas muito potente! O refiz e me surpreendi com o resultado! Será que com vocês, as respostas também serão tão certas? Só temos um jeito de descobrir! Vamos lá? 🙂

Primeiramente pegue uma caneta e uma folha de papel, para anotar as alternativas que escolher para cada questão. Depois vá para um lugar calmo e se concentre, será preciso que você imagine estar vivendo a situação proposta pelo teste. Preparada(o)?! Então vamos começar!

1. Você está passeando a pé por um caminho. O que vê a sua volta?
a) uma floresta escura, com enormes árvores,que impedem até a passagem dos raios de sol;
b) um campo de milho, debaixo de um céu fantástico;
c) montanhas grandes, cobertas por árvores bem verdes.

2. Em qual objeto você quase tropeçaria?
a) um espelho;
b) um anel;
c) uma garrafa.

3. Você pegaria o objeto em que quase tropeçou?
a) sim;
b) não.

4. Seguindo pela mesma trilha, você tem que atravessar um pedaço cheio de água. O que seria?
a) um limpo, claro e sereno lago;
b) uma ruidosa cachoeira;
c) um borbulhante riacho.

5. No meio da travessia, você vê uma chave dentro da água. Como ela é?
a) normal, de uma casa;
b) uma bonita chave antiga;
c) bem pequena, de cadeado.

6. Depois de passar pela água, você continua andando e, logo a frente, vê uma casa. De que estilo?
a) uma mansão à la Hollywood;
b) uma cabana com um gramado bem aparado;
c) um lindo castelo em ruínas.

7. O que você faz?
a) entra;
b) olha pela janela;
c) não se interessa.

8. De repente algo cruza seu caminho e assusta você. O que é?
a) um urso;
b) um mágico;
c) um gnomo.

9. Agora, você chega a um muro com uma porta e dá uma espiada no buraco da fechadura. O que vê do outro lado?
a) um jardim maravilhoso;
b) uma lagoa no meio do deserto;
c) uma praia com ruidosas ondas.

Anotaram tudo? Agora vamos ao resultado oculto nas suas escolhas!

escolhas

1. A VIDA COMO VOCÊ A VÊ:
a) A floresta indica que você vai fundo nas coisas que quer, sabe identificar seus objetivos e conciliar suas metas, porém é quieto(a), calmo(a) e cauteloso(a). Todos que te conhecem o (a) acham interessante e não se cansam de elogiar seu ar misterioso, já que, por nada neste mundo, mostra seu verdadeiro eu logo de cara. Sabe ser um bom ouvinte.

b) O campo de milho indica que você é brilhante, sociável, amável,brincalhão (ã). Faz amigos com facilidade e raramente se sente sozinho(a). Aonde quer que vá, é sempre o centro das atenções e, por isso, sente-se feliz e se diverte, digamos, até com uma certa facilidade.

c) Caso tenha escolhido as montanhas, é sinal de que você é prático(a), tem senso de justiça, pé no chão e conquista as pessoas por sua honestidade. Uma prova disso é que sua atitude quando alguém pede que ajude a resolver um problema. Antes de tomar qualquer partido, ouve as partes envolvidas.

2. A PESSOA DOS SEUS SONHOS:
a) A escolha do espelho mostra que você não acredita que ” pólos opostos se atraem”, quando isto é em relação ao amor, e que, só vai sossegar quando encontrar a sua “alma gêmea”, a pessoa que tenha os mesmos ideais seus. Nada mais justo. Só que é bom olhar um pouco mais a sua volta, porque de repente a pessoa perfeita para você pode ser alguém que normalmente você não olharia duas vezes.

b) A escolha do anel significa que você coloca os sentimentos acima de qualquer outra coisa na vida, até de seu amor próprio. Romântico(a), acredita em amor eterno, e rima “amor com dor”. Mesmo quando está sofrendo e sendo rejeitado(a), continua acreditando que a pessoa um dia vai descobrir que te ama. No seu projeto de vida, embora não admita, quer que seu parceiro(a) cuide de você e supra suas carências.

c) Se escolheu a garrafa você é ambicioso(a), inteligente, prático(a)e quer um companheiro(a) que ajude e batalhe ao seu lado, mais do que, amor, paixão, busca companheirismo e um parceiro(a) esperto(a), disposto(a), colaborador(a). Dos chamados ” moscas mortas”, prefere manter distância.

3. VOCÊ QUER UM COMPROMISSO SÉRIO?
a) Se respondeu sim, você não vê a hora de encontrar a pessoa certa, ou estando com alguém não tem problemas em se envolver.
b) Se respondeu não, tem outras prioridades,pelo menos por enquanto. 

4. LIMITES DA PAIXÃO:
a) O lago reflete seu desejo de querer se ver livre de relacionamentos superficiais. Porém, só quando encontrar alguém muito especial, é que vai mergulhar de cabeça.

b) A cachoeira revela que você gosta de conquistar, esbanjar seu charme e saber que as pessoas se apaixonam facilmente por você, mesmo que para você logo tudo perca a graça. Mas sempre aparece alguém novo, aliás, muito natural.

c) O que um riacho é capaz de fazer, não? Você vive apaixonado(a), e sempre por alguém diferente. Você é movido à paixões e emoções intensas, passional. Não dá outra: está sempre com uma pessoa diferente e sempre jurando que encontrou o amor de sua vida.

5. FUTURO BRILHANTE:
a) Se viu a chave de uma casa, você tem uma vontade secreta de abrir novos horizontes na sua vida, só não sabe que rumo seguir.

b) Se viu a chave antiga, mostra que você tem garra e uma vontade ilimitada de aprender tudo o que puder e que vai atrás e luta por seus objetivos.

c) Ver a chave do cadeado significa que, você acredita na sua intuição para ajudá-lo(a) a encontrar um caminho, fora do comum, que te abrirá as portas do sucesso.

6. QUEM É QUE NÃO TEM AMBIÇÃO?
a) Escolher a mansão, quer dizer que você possui vários objetivos na vida, e muito legais. Além disso, se esforça para ser o (a) melhor em tudo que faz e sente-se atraído(a) por atividades que dão chance de expressar sua criatividade.

b) A cabana é a visão de uma pessoa realista sobre seu próprio futuro e que tem os pés firmemente plantados no chão. E provavelmente vencerá em qualquer atividade usando o esforço próprio.

c) Caso tenha achado o castelo mais simpático, é porque ainda não conseguiu decifrar muito bem o que deseja para o amanhã. Enquanto isso, para não se desapontar, caso alguma coisa dê errado, prefere sonhar com o que vai fazer com o dinheiro todo que irá ganhar, quando ficar milionário.

7. QUANDO O SUCESSO CHEGAR:
a) Entrar na casa é ter confiança em tudo o que faz, sabendo que existe sempre a possibilidade de erro ou acerto. Sendo assim, nada consegue atrapalhar seu caminho.

b) Se você olhou pela janela, é porque tem medo de falhar, e, por isso, desiste de tudo, sem ao menos ter tentado.

c) Caso não tenha se interessado, é porque você se contenta com coisas simples e prefere não correr atrás do sucesso.

8. MEDO DE QUE?
a) Para você, que escolheu o urso, depender de alguém é a coisa pior que pode te acontecer na vida. Na sua opinião, uma pessoa alcança a felicidade a partir do momento em que estiver pronta para andar com os próprios pés.

b) Através do mágico, você demonstra o receio que tem com as situações que estão fora do seu controle. Porém, para aliviar tamanha tensão, procura ajuda com um poderoso gurú e explicações sobrenaturais para seus problemas pessoais. 


c) O gnomo é o retrato de uma pessoa preocupada com que os outros vão pensar dela, como os outros vão reagir se disser ou fizer coisas que elas não gostam ou aprovam. Afinal por que tanto medo de não ser aceito(a)? 

9. SEU EU MAIS PROFUNDO:
a) Escolhendo o jardim, você provou que é maduro(a), honesto(a), sensível e dono(a) de uma inteligência privilegiada. Não é a toa que todos confiam em você de olhos fechados.

b) Se escolheu a lagoa, ela apenas reforça a sua necessidade de ter seu próprio espaço, até para se isolar quando sente que as coisas não andam lá como tinha planejado. Chegará um dia em que você descobrirá que compartilhar os sentimentos com alguém de sua confiança poderá ajudá-lo(a) a ficar melhor.

c) A praia é a escolha de quem é apaixonado(a) pela vida, nada convencional, com opiniões próprias, e nem um pingo de receio de defendê-las e mudá-las, se for preciso.

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