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Black Mirror – 5º Temporada

Criador: Charlie Brooker

Ano: 2019

Nº de Episódios: 3

Categoria: Suspense psicológico

Já faz muito, muuito tempo que queria postar sobre essa série fodástica aqui no blog! A minha intenção era assistir a todos os episódios de todas as temporadas e fazer um compilado só, mas, como ainda não tive tempo para isso e por acaso acabaram de lançar a quinta temporada (mais precisamente no dia 5 de junho, ou seja, há menos de um mês), resolvi me antecipar e falar de pelo menos da última temporada e depois falar das anteriores, cada qual, separadamente, em ordem decrescente.

Para quem não conhece ou já ouviu falar, mas, nunca assistiu, não sabe o que está perdendo! Black Mirror é um seriado futurista, com uma pegada meio sombria, pois nos apresenta os males da tecnologia. Alguns episódios são mais leves, mas em sua maioria possuem uma pegada um tanto tensa. E o mais louco é que do jeito que o mundo está, de fato alguns daqueles episódios talvez possam se tornar realidade algum dia.

As temporadas possuem poucos episódios, de 3 à 6, mas são produções longas, com duração e qualidade equivalente à um filme. São histórias independentes, então você não precisa assistir na ordem, pode escolher assistir o que mais lhe interessar primeiro. Bom… eu poderia ficar aqui discorrendo com dicas de quais episódios são mais legais, mas vou me limitar a focar na temporada 5, que, afinal, leva o título desse post.

Possui 3 episódios:

  1. Striking Vipers
  2. Smithereens
  3. Rachel, Jack and Ashley Too

E vou falar de cada um, seguindo a ordem de interesse de quando assisti:

Rachel, Jack and Ashley Too

Optei assistir o último episódio primeiro, por conter a cantora e atriz Miley Cyrus no elenco. E achei mesmo muito curioso terem escolhido justo ela para interpretar uma artista que está se sentindo sufocada da maneira como é controlada em prol do sucesso. Seria assim que a Miley se sentia quando trabalhava para a Disney, pouco antes de se revoltar e mudar completamente seu estilo e hábitos publicamente?

Acredito que a escolheram para esse papel propositalmente, como se à essa altura, ela ainda quisesse transmitir uma mensagem para as pessoas, sobre o que ela passou. Talvez não com a mesma intensidade desse episódio, mas ainda assim uma manifestação interior. Talvez seja viagem minha, mas, talvez não. Podemos debater essa questão nos comentários. Que tal?

Mas então vamos falar do episódio. A princípio achei que seria mais uma história macabra, querendo nos mostrar que uma boneca robo é totalmente prejudicial à vida humana. Entretanto, o ponto principal nem foi a boneca em si, mas a forma como a artista, Ashley O (interpretada pela Miley), era explorada, dopada e manipulada pela própria tia, que excede o papel de empresária, focada apenas no dinheiro. Mais a frente sendo até substituída por uma máquina capaz de recriar sua performance nos palcos.

Duas músicas (me corrijam se eu estiver errada) na voz da Miley, foram produzidas exclusivamente para o episódio, sendo: “On A Roll” (que é um remake de “Head Like A Hole” de Nine Inch Nails e que inclusive é a música que elas cantam no final do episódio, com uma pegada mais rock) e “Right Where I Belong” (ambas disponíveis no Spotify buscando como “Black Mirror”).

Resultou em um episódio bastante adolescente e musical. Interessante eles terem produzido algo voltado mais para o público juvenil. Não tinha visto nada nessa pegada nas temporadas anteriores. Gostei bastante! 🙂

Striking Vipers

Este episódio, sem sombra de dúvida é o mais louco de toda a temporada! Nunca vi nada igual, sério! Os personagens nos são apresentados no passado e depois (de repente), há uma passagem de tempo. Onze anos se passaram e os dois amigos se reencontram na festa de aniversário de um deles. Danny (Anthony Mackie – Vingadores) está fazendo 38 anos e Karl (Yahya Abdul – Mateen II – Aquaman), aparece em sua festa e lhe dá de presente a versão mais moderna de um jogo de luta que eles jogavam onze anos atrás.

A tecnologia está avançada de tal modo, que com um dispositivo que você conecta na sua cabeça, você praticamente entra no jogo. Não é mais um boneco que você controla, é você mesmo lá dentro. Claro, com outra aparência, nas características físicas do boneco e com uma agilidade que somente o mundo virtual poderia conceder. Mas, apesar disto por si só já ser algo incrível, o X da questão nem é esse. Infelizmente não tenho como revelar o que acontece sem fazer spoiler, então vou me privar de ser uma estraga prazeres e contarei sobre o caminho das pedras somente até aqui. ASSISTAM! Juro que não irão se arrepender! Tudo começa a ficar incrivelmente louco após eles começarem a jogar. É de cair o queixo a criatividade desses produtores de Black Mirror…

Smithereens

Um sequestro + Um pedido diferente = Um possível louco com propósito. Chris (Andrew Scott – Handsome Devil) é um motorista de aplicativo que sequestra Jaden (Damson Idris – Snowfall: Temporada 3), funcionário de uma determinada empresa de redes sociais (que podemos igualar ao Facebook ou Instagram) e ao invés do sequestrador pedir dinheiro para o resgate, seu único pedido é que ele seja colocado em ligação com Billy Bauer (Topher Grace – Superação: O Milagre da Fé) – nada mais, nada menos que o fundador da empresa. Não vou revelar o porquê, nem se ele consegue, apenas que o final do episódio foi um tanto debochado. Alguém mais aí percebeu a ironia e o deboche no término? É um episódio interessante, te prende até o final, porém, o mais fraquinho na minha humilde opinião.

Recomendo a todos que chegaram até o final desse post a ligarem suas TVs, colocarem na Netflix e mandarem brasa nessa temporada, que está mesmo de a-r-r-a-s-a-r!! E claro, depois venham aqui comentar qual gostaram mais! 😉

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Coisa Mais Linda

Direção:  Heather Roth e Giuliano Cedroni

Ano: 2019

Nº de Episódios: 7

Categoria: Obra de Época

Já que está todo mundo comentando a respeito desta série, eu, como uma viciada em filmes e séries que se preze, não poderia ficar de fora! 😌 De fato, Coisa Mais Linda é uma produção muito boa e vou explanar o porquê.

Para começar, a série se passa na década de 50, quando as mulheres não tinham voz, o machismo reinava na terra e o racismo estava em alta. Coisas que infelizmente ainda existem nos dias de hoje, mas não de um jeito tão exacerbado quanto antigamente.

A nossa principal protagonista é Maria Luiza (Maria Casadevall – Ilha de Ferro), uma mulher casada que, ao decidir ir se encontrar com o marido, que viajou para o Rio de Janeiro com o propósito de abrir um restaurante, descobre ter sido enganada. Ele não só desapareceu, como também a traía e roubou todo o seu dinheiro. Como Malu vem de uma família rica, as consequências dessa decepção até poderiam ser amenizadas com o apoio de seus pais, porém, ela usa a oportunidade para dar um novo rumo a sua vida. Indo completamente contra aos padrões que a sociedade determinava para as mulheres naquela época.

Mas a série não centra somente na vida da Malu não, afinal, temos quatro mulheres na capa, logo, mais personagens femininas possuem destaque na trama. Sendo elas: Adélia (Patrícia Dejesus – Rua Augusta), Thereza (Mel Lisboa – Na Presença de Anita) e Lígia (Fernanda Vasconcelos – 3%). A propósito, ressalto aqui que TODAS as quatro protagonistas são personagens admiráveis. Mulheres de fibra, boa índole, cada uma com a sua cruz.

Não é uma série feminista, mas, sim realista. E ao mesmo tempo em que ficamos indignados em como as mulheres eram tratadas sem nenhum direito naquela época, ficamos aliviados por hoje em dia muita coisa ser diferente.

As atuações estão IMPECÁVEIS, inclusive, descobrimos um talento oculto da Fernanda Vasconcellos. Que voz é aquela?! 😯 O final é simplesmente surpreendente, adoro quando sou pega de surpresa assistindo alguma cena e isso aconteceu no último episódio de Coisa Mais Linda. Nos dando a certeza de que haverá segunda temporada!! 🤗

E para finalizar a postagem (queria poder falar mais, mas não quero fazer spoilers), deixo vocês com a minha cena preferida de toda a série. Episódio 5, quando Maria Luiza finalmente inaugura o Clube de Música: Coisa Mais Linda! ⭐️

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The Sinner – Primeira Temporada

Direção: Antonio Campos

Ano: 2017

Nº de Episódios: 8

Categoria: Policial, Drama, Suspense

Imagine que aflição uma pessoa aparentemente tranquila e do bem, ser flagrada matando alguém? Pois é… Após sermos apresentados a vida cotidiana de Cora (Jessica Biel – Eu os Declaro Marido e… Lary) que é uma mulher tranquila, casada e mãe de um filho pequeno, somos surpreendidos com uma atitude nada condizente com a sua personalidade. Sem nenhum motivo aparente, ela mata um desconhecido a facadas, em público, na praia!! Eu fiquei de queixo caído olhando para a tela! Foi tão repentino que qualquer um se assustaria.

Como foi pega em flagrante e confessou seu crime, não haveria mais o que contestar sobre a sua acusação, porém, o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman – O Protetor), se aprofunda no caso, buscando descobrir o porquê do assassinato, quando nem mesmo a própria acusada sabe o motivo de ter feito aquilo.

O desenrolar da série é mesmo surpreendente. Te prende do começo ao fim e dificilmente você adivinhará o que de fato aconteceu, sem assistir até o último episódio. A trama mescla entre cenas do passado e presente para que, aos poucos, possamos entender melhor esse quebra-cabeça.

Por mais que seja uma série de ficção, não é nenhuma mentira a capacidade do nosso subconsciente de armazenar traumas e segredos, sem que nós mesmos saibamos o que está guardado lá. E o mais interessante ainda é que realmente certos rompantes podem acontecer em qualquer momento, quando acionados, mesmo que involuntariamente. Tudo isso aconteceu com a nossa protagonista e ficamos o tempo inteiro querendo saber como será o seu desfecho.

Ressalto que Jessica Biel está maravilhosa!! A conhecia apenas do filme: “Eu os Declaro Marido e… Lary” (que é comédia) e fiquei ainda mais admirada com o seu trabalho.

Não tenho muito o que contar da série, sem fazer spoiler, então só posso lhes dizer que vale muito a pena assistir e que, assim como eu, vocês também irão se surpreender!!

Trilha Sonora

Destaco aqui apenas a música mais marcante da série toda (vocês saberão o porquê quando assistirem):

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Você

Título Original: You

Direção: Sera Gamble e Greg Berlanti

Ano: 2018

Nº de Episódios: 10

Categoria: Drama, Suspense, Romance

Joe (Penn Badgley – A Mentira) tem um crush por Beck (Elizabeth Lail – Once Upon a Time) no exato momento em que ela põe os pés na livraria que ele trabalha. Aparentemente Beck também pode ter se interessado por ele ou só estava sendo simpática. Mas, isso não importa, pois para Joe um pequeno flerte já é o suficiente e passa a investigá-la desde então.

Xeretar as redes sociais de outra pessoa, hoje é dia não quer dizer muita coisa, mas o fato dele descobrir onde ela mora e espioná-la de longe, invadir seu apartamento quando ela não está e furtar itens pessoais como calcinha e blusa, entre outras coisas que ele faz já no primeiro episódio, é mesmo muito insano. Atitudes que se pararmos para analisar, foram desnecessárias, pois basta eles se reencontrarem para percebermos que, deixando as coisas rolarem naturalmente, ele já teria chances com ela.

Apesar da série abordar relacionamento abusivo e psicopatia, acabamos criando uma certa empatia pelo protagonista, pois, além de sermos conduzidos pela sua perspectiva das coisas (com exceção do episódio 4 em que é mesclado a perspectiva de Beck também), Joe não é um monstro 24 horas. Na verdade, assim como qualquer ser humano, ele tem qualidades e defeitos e suas qualidades são notáveis. Com o tempo, chega até a ser decepcionante que um homem tão dedicado e romântico como ele, possa ter esse outro lado sombrio.

É interessante estudarmos como a pessoa psicopata pensa. Pois, Joe não vê as coisas que faz com maus olhos, de acordo com a educação que teve (que vamos descobrindo no decorrer da série), qualquer ato ruim pode ser justificável se for praticado por amor. Não tem aqueles românticos incorrigíveis que dizem: “Eu mataria e morreria por você?” Geralmente isso é dito como força de expressão, uma singela metáfora de que você faria tudo por aquela pessoa. Mas Joe segue isso ao pé da letra.

Eu recomendo a série por any motivos. Primeiro que é um tema super relevante, precisamos aprender a tomar cuidado com os “príncipes” que encontramos por aí. Segundo que a trama é envolvente, temos ótimas atuações, cenas fantásticas, mesclando um pouco de tudo, desde suspense, romance, até mesmo humor.

Sem contar o elenco. Além do Penn Badgley que nos conquistou desde o seu personagem em Gossip Girl, também temos Shay Mitchell, uma das protagonistas de Pretty Little Liars como Peach, melhor amiga de Beck. Então, aproveita que o fim de semana está aí, faz aquela sessão pipoca em casa e depois vem aqui me contar o que achou da série. Que tal? 😉

TRILHA SONORA

Maravilhosa a trilha sonora! Pena que não consegui encontrar duas músicas. 😥 Uma que toca no Episódio 4, quando Beck aparece de surpresa no apê de Joe e começam a se beijar; e outra do Episódio 8, quando ambos estão ajudando na mudança de Ethan. Se alguém aí descobrir me conta nos comentários depois??

As demais que gostei, foram:

EPISÓDIO 1

Nelson Can – “Break Down Your Wall” (Quando Joe avalia que Beck tem péssimo gosto para amigas)

Rob Simonsen – “Night Drive” (Quando Joe flagra Beck se masturbando)

EPISÓDIO 2

Lighspeed Champion – “He’s The Great Imposter” (No início do episódio, quando Joe amanhece feliz)

EPISÓDIO 3

LEISURE – “Got It Bad” (Quando Beck entra no carro de Joe)

EPISÓDIO 8

POWERS – “Heavy” (Após Joe procurar e não encontrar mais informações de Beck nas redes sociais)

Ben Alessi – “Lose It” (Quando se reencontram e transam várias vezes em dias alternados)

“É um sentimento horrível. Saber que as coisas deram errado e que não tem nada que você possa fazer para mudar.” Joe Goldberg (Episódio 7)

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Pretty Little Liars – Primeira Temporada

Direção: I. Marlene King

Ano: 2010

Nº de Episódios: 22

Categoria: Adolescente, Drama, Suspense

ATENÇÃO

HAVERÁ SPOILERS!

Ahhhh como eu tava louca pra escrever sobre essa série!! Mesmo que um pouco (só um pouco) atrasada, mesmo que já tenha terminado todas as suas sete (isso mesmo, sete!) temporadas e mesmo que tenha estreado há quase dez anos. 😬

Se você nunca assistiu Pretty Little Liars, de fato não sabe o que está perdendo. Repleta de mistérios, enigmas e muitos amores (só na primeira temporada, as protagonistas – com exceção de uma – se envolvem com mais de uma pessoa), a série te prende do começo ao fim.

A história já começa com um mistério eminente, quando cinco amigas estão num celeiro a noite fazendo uma festinha particular, adormecem e misteriosamente a líder delas, Alison DiLaurentis (Sasha Pieterse – Heroes), desaparece. O que parecia não ser nada demais, de repente se torna o grande x da questão, já que na cena seguinte temos um pulo no tempo e a garota continua desaparecida.

Um ano se passou e as quatro amigas que restaram, e antes eram inseparáveis, se afastaram, até que um evento muito estranho as unem novamente. Mensagens anônimas, ameaçadoras e enigmáticas de uma pessoa que assina como “A” são enviadas para cada uma delas, fazendo-as pensar que é a própria Alison tentando se comunicar. Porém, no final do primeiro episódio, o corpo da amiga é encontrado e as mensagens de A não cessam. Agora as meninas precisam desvendar dois mistérios: Quem matou Alison e quem é essa pessoa chamada “A” que sabe de todos os seus segredos.

Da esquerda para a direita, irei lhes apresentar as protagonistas e seus respectivos segredos, como um dossiê, que A sabe e se aproveita para ameaçá-las:

Emily Fields (Shay Mitchell – Você) é a mais sem graça de todas, na minha humilde opinião. O único segredo que possui é ser homossexual. Começa a primeira temporada namorando Ben (Steven Krueger – Satânico), depois namora com Maya St. Germain (Bianca Lawson – No Balanço do Amor) – que a propósito se parece demais com a cantora Rihanna – e por último tem um caso com Paige McCullers (Lindsey Shaw – Temps). É a atleta do grupo (natação) e passa o maior perrengue quando assume a sua opção sexual para todos.

Spencer Hastings (Troian Bellisario – Clara) é a minha segunda preferida. Inteligente, esperta e de personalidade forte, tem uma tendência a se envolver (escondido) com os namorados de sua irmã mais velha, Melissa (Torrey DeVitto – Army Wives). Era a única a bater de frente com Alison, o que lhe faz ser uma das suspeitas do desaparecimento da amiga posteriormente.

Só na primeira temporada passou o rodo e ficou com: Alex (Diego Boneta – Rebelde), Toby Cavanaugh (Keegan Allen – Batalha Incerta), Ian Thomas (Ryan Merriman – Premonição 3) e Wren (Julian Morris – Algo Maligno) – esses dois últimos, namorados de sua irmã -. Seus segredos basicamente são esses (beijar os boys da irmã) e plagiar um trabalho acadêmico de Melissa. Falando assim, ela até parece ser uma pessoa horrível, mas assistindo a série verão que não rs.

Aria Montgomery (Lucy Hale – Verdade Ou Desafio) é a minha preferida! ❤️ Talvez por eu já conhecê-la (e ser fã) desde “Uma História da Cinderela” ou por me conectar mais com a sua personagem sortuda que se envolve com o gatissímo Ezra Fitz (Ian Harding – Férias Frustradas de Verão) sem saber que ele seria seu professor. Seu segredo é manter o relacionamento dos dois em sigilo e, olha só que ironia, esconder da mãe que seu pai – que também é professor – fazia o mesmo com uma de suas alunas. Pelo menos Ezra é solteiro, não é mesmo?! 😜

Hanna Marin (Ashley Benson – Pixels) é a minha terceira queridinha. Vaidosa, avoada, engraçada, rebelde e leal, não tem como não gostar dela. De todas é a que mais possui segredos e a que mais se ferra no decorrer da temporada.

Além de ter furtado itens de uma loja – logo no primeiro episódio -, ainda precisa lidar com o fato de sua mãe se deitar com o policial Wilden (Bryce Johnson – Lar Doce Inferno) para livrar sua pele; posteriormente A rouba o dinheiro que sua mãe – que é gerente de um banco – pegou emprestado para quitar as dividas da casa, fazendo com que Hanna se sujeite a inúmeras chantagens para recuperar o dinheiro de volta;

É atropelada por “A” e quase morre (quase naquelas né, como se uma das protagonistas tivesse que se preocupar com isso rs), tendo como seu último segredo, esconder da mãe que está abrigando Caleb (Tyler Blackburn – Ravenswood) no porão de casa.

Hanna parte o coração de três rapazes nesta temporada, sendo eles: seu primeiro namorado Sean (Chuck Hittinger – Atormentada Aos 17), seu eterno admirador Lucas (Brendan Robinson – Pretty Dirty Secrets) e o próprio Caleb citado acima, responsável por tirar sua virgindade (inclusive trouxe esta cena mais abaixo).

E não poderia deixar de citar também: Mona Vanderwall (Janel Parrish – Para Todos Os Garotos Que Já Amei), amiga de Hanna que, antes de Alison desaparecer, era desprezada pelas cinco amigas. Uma personagem chatinha, fútil e não muito confiável.

*

Voltando a falar das cinco protagonistas, Alison, Aria, Hanna, Spencer e Emily, todas elas possuem um segredo em comum, segredo esse que as assombra até o final da temporada. Não farei spoiler do que é, mas saibam que tem a ver com a personagem Jenna Marshall (Tammin Sursok – Flicka 2).

SUSPEITOS DE MATAREM ALISON

No decorrer da primeira temporada, alguns personagens são apontados como suspeitos do desaparecimento e posteriormente da morte de Alison, como também são suspeitos de serem A (com exceção de Spencer). Sendo eles:

  • Toby Cavanaugh
  • Jenna Marshall
  • Noel Kahn
  • Ian Thomas
  • Lucas
  • Spencer Hastings

Façam suas apostas!

Mas é claro que isso não será revelado na primeira temporada. Contudo, são pecinhas deste infinito quebra-cabeça que vamos juntando para, quem sabe um dia, desvendarmos este mistério. A primeira temporada é composta por 22 episódios e encerra com uma morte, fazendo com que nossas cabeças fique ainda mais confusa e desconfiada de quem seria esse maldito(a) A.

MELHORES CENAS

Não preciso nem dizer que a primeira temporada é incrível e repleta de cenas muito boas, bem produzidas, engraçadas e etc. Porém, como só falar não é o suficiente, trouxe aqui três cenas de casais que mais me conquistaram! Será que alguma delas irá te conquistar também?? 😏

No Episódio 7 – “A Ressaca”  temos uma cena muito fofa com Spencer e Alex. Homem que sabe dançar a dois não é mesmo um charme? 😍 Eles dançam ao som de “Siempre Tu”, canção de autoria do próprio ator (que também é cantor) que interpreta Alex (Diego Boneta):

No Episódio 15 – “Se não conseguir de primeira, continue mentindo” temos uma (entre muitas outras cenas fofas) de Aria e Ezra. Ao som de Katie Herzig, “Hey Na Na” deixou a cena ainda mais engraçadinha. Confesso que deste casal foi muito difícil escolher uma cena só, pois são o meu casal preferido. Chipo eternamente!! 🤗

E no Episódio 19 – “Pessoa de Interesse” temos a primeira vez de Hanna, ao som de “Glitter in The Air” da Pink. Um marco na vida de uma mulher, não poderia deixar passar batido:

TRILHA SONORA

A trilha sonora de PLL é riquissíma! Abaixo as que mais gostei:

EPISÓDIO 1

The Pierces – Secret (Música de abertura)

3OH!3 – Don’t Trust Me (Música da primeira cena, quando elas estão no celeiro)

Colbie Caillat – I Won’t (Após a passagem de tempo)

Mozella – More Of You (Quando Aria e Ezra estão se pegando pela primeira vez)

Twirl – It Girl (Quando Hanna está no shopping provando óculos de sol)

Measure – Begin Again (Música do velório da Alison)

EPISÓDIO 2

Katie Herzig – Jack And Jill (Troca de olhares entre Aria e Ezra, após a transferência dela ser negada)

EPISÓDIO 6

St. Lola In The Fields – Hold Me (Logo quando o episódio começa e Aria está deitada na cama deprimida)

2AM Club – Make You mine (Durante o baile)

2AM Club – Let Me Down Easy (quando Aria dança com Sean no baile)

EPISÓDIO 7

Diego Boneta – Siempre Tu (Na cena em que Alex e Spencer dançam na cozinha do clube)

EPISÓDIO 8

Carolina Liar – I Got Over (Quando Hanna está mostrando para Lucas as bolsas que quer vender)

EPISÓDIO 10

Allie Moss – Dig With Me (Quando Melissa e Spencer conversam, após Melissa ter saído com Ian por incentivo da irmã)

EPISÓDIO 12

K.C. – The Money Song (Quando A está colocando as notas de dinheiro – que roubou da Hanna – dentro de um cofre de palhaço)

EPISÓDIO 14

The Rescues – We’re Ok (Música que a Aria escreve na lista de músicas para tocar no festival – mas não chega a passar no seriado -)

EPISÓDIO 15

Katie Harzig – Hey Na Na (Quando Aria vai convidar Ezra para o Museu)

EPISÓDIO 18

Mcfly – Party Girl (Flashback de uma festa do passado em que as meninas foram com um RG falso)

EPISÓDIO 19

Pink – So What (Música que Paige e Emily cantam no Karaokê)

Pink – Glitter In The Air (Quando Paige e Emily se beijam saindo do Karaokê)

EPISÓDIO 20

Madi Diaz – Ok To be Alone (Quando Aria envia uma mensagem para sua própria mãe por engano)

EPISÓDIO 22

Florence And The Machine – I’m Not Calling You a Liar (Música final desse último episódio)

“Pensamos saber quem somos, mas não sabemos. Não até algo de ruim nos acontecer. E aí, todas as coisas fúteis caem por terra e sobra apenas o que realmente somos.” Jenna Marshall (Episódio 8)