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O Amor Não Tira Férias

Título Original: The Holiday

Direção: Nancy Meyers

Ano: 2006

Categoria: Comédia Romântica

Amanda (Cameron Diaz – Quem Vai Ficar Com Mary?) e Iris (Kate Winslet – A Vida de David Gale) são duas mulheres que tiveram seus corações partidos. Amanda por descobrir que seu namorado foi infiel e Iris por saber que o homem pelo qual é perdidamente apaixonada, irá se casar com outra. O que as duas tem em comum, além de ambas estarem arrasadas amorosamente? Elas se cadastraram num site especializado em intercâmbio de casas e uma se interessa pela casa da outra para passarem um período de férias. Amanda vive em Los Angeles e Iris em Londres, o que torna essa troca de casas ainda mais interessante e emocionante!

O contraste entre as duas personagens é mesmo impressionante. Enquanto Iris é mais emocional e passiva, Amanda tem uma personalidade mais forte, geniosa e nem um pouco emotiva. As duas mal se conversam após a troca, mas vão refazendo suas vidas em contato com pessoas que antes eram próximas da outra. Será difícil voltarem para suas casas após a vida delas ganharem uma nova cor.

Eu gostei demais do filme!! Mais do que ter uma história mirabolante, o que me atrai numa produção cinematográfica é a forma como aquela trama é contada e O Amor Não Tira Férias é muito gostoso de assistir. Apesar de ser apenas um filme, nos traz aquela mensagem que por mais desiludidos que estejamos, sempre há um recomeço e uma nova história a ser vivida. Remoer o passado? Para quê? Vamos fazer igual essas personagens e buscar um novo sentido para vivermos, mesmo quando tudo parecer estar perdido.

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7 Músicas Legais que descobri em Junho

Oie!

Preparados para mais uma dose mensal de músicas?

Desta vez vamos começar pelas nacionais…

1| CUTE BUT PSYCHO – Manu Gavassi

Para quem não conhece, Manu Gavassi é uma cantora brasileira que está na ativa desde 2010! Lembro que a primeira música que ouvi dela, há muitos anos atrás quando ainda estava na escola, foi “Planos Impossíveis”. Descobri “CUTE BUT PSYCHO” por acaso, trazida aleatoriamente pelo Spotify. E que música! Gosto quando a batida é rápida, quando rima e, principalmente, quando a voz de quem canta é super afinada. A propósito, “CUTE BUT PSYCHO” não é só o nome dessa música, mas também o nome do novo álbum da Manu, que foi lançado há menos de um ano, em dezembro de 2018.

2| Torrada e café – Tiê

Nunca tinha ouvido falar dessa cantora, até ser apresentada a “Torrada e café”, pela querida Carolina Costa, autora do blog Pássaro de Tinta, após a mesma postar uma playlist de músicas nacionais. Gostei da indicação! Obrigada Carol!!

3| Be Mine – Ofenbach

Ofenbach é um duo francês de DJs, chamados: Dorian Lo e César de Rummel. Por acaso, “Be Mine” é a música de ouro deles. Por que será né?

4| Caffeine – Foreign Air

Foreign Air também é um duo. Jesse Clasen e Jacob Michael formaram a banda em 2015, quando lançaram seu primeiro single: “Free Animal” – que é outra música deles que também adoro!

5| Natural – Imagine Dragons

Todo mundo aí já deve conhecer a banda Imagine Dragons, não é mesmo? Banda famosíssima, formada em 2008. Possuem vários sucessos, tais como: “Believer”, “Thunder”, “Radioactive” e “Demons”. Agora lhes apresento “Natural”! Tão foda quanto as que acabei de citar!

6| On My Way – Alan Walker

Alan Walker é um produtor musical e DJ que ficou mundialmente conhecido após lançar o sucesso: “Faded”. Descobri “On My Way” por acaso no Spotify e achei bastante válido trazer para vocês. Ouçam que musicão!!

7| Quit Me – Unless You Crave Danger

Mais um grupo musical, que se não fosse pelo Spotify eu não teria descoberto. Na verdade, grupo musical é muita generosidade, o único integrante da “banda” é um cara chamado Matt Bovett. Ainda não possui álbum lançado, apenas singles avulsos. Mais um talento aguardando ser descoberto e conhecido mundialmente.

E é isso… Espero que tenham gostado das indicações sonoras deste mês!

Beijão!
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5 Motivos Para Gostar de Toy Story

Oie!!

Aproveitando que Toy Story 4 está nos cinemas, resolvi fazer um post especial falando de todos os quatro filmes já lançados e o porquê de todas essas produções fazerem tanto sucesso!

  1. É uma animação adulta. Por mais que seja infantil, não é bobo. É inteligente, capaz de entreter todas as idades;
  2. Não tem maldade. Ao contrário dos demais desenhos em que os vilões são cruéis e macabros, aqui são apenas personagens com um histórico de vida triste, que os tornaram amargos e egoístas, capazes de se regenerarem;
  3. É criativo. As aventuras são tão bem boladas, que fogem completamente do óbvio e da mesmice;
  4. É educativo. Nos ensinam a importância de valorizarmos os amigos, a família e a perdoar quem nos fez mal. Como também a termos coragem com os desafios e dificuldades que surgirem em nossos caminhos;
  5. É original. Você já assistiu a algum outro desenho que fez tanto sucesso e que ganhou tantas continuações em que os personagens são brinquedos? Não. Toy Story é único!
Toy Story – 1995

Você sabia que o primeiro Toy Story foi lançado em 1995? Pois é, há mais de 20 anos éramos apresentados ao xerife Woody, Buzz Lightyear e toda a sua turminha. São todos brinquedos do Andy, um garotinho de 8 anos, que neste primeiro filme está fazendo aniversário e ganha o Buzz Lightyear de presente. A trama é centrada neste novo integrante, que ainda não se deu conta que é um brinquedo e pensa que é um patrulheiro espacial de verdade rs. O que nos garante muitas risadas.

Toy Story 2 – 1999

Quatro anos depois do primeiro filme, é então lançado a continuação. Desta vez o foco da trama será no próprio Woody, que é roubado por um homem ambicioso, que pretende vendê-lo para um museu no Japão. Novos personagens entram em cena, sendo a Jessie, Bala no Alvo e Pete Fedido – que acaba sendo um dos vilões desta edição -. Confesso que Toy Story 2 é o que menos gosto. Mas ainda assim é uma produção que vale a pena ser assistida!

Toy Story 3 – 2010

Quem aí esperava ser surpreendido com uma continuação após onze anos?? 😱 Lembro que fiquei mega surpresa quando soube da notícia. Corri para assistir e simplesmente A-D-O-R-E-I! 😍 Juro, o 3 é o meu preferido! (Preciso assistir ao 4 mais algumas vezes para poder decidir se roubará esse posto. 😬) Neste aqui, Andy já está crescido e vai para a faculdade. Seus brinquedos, companheiros de longa data, quase são jogados fora e acabam em Sunnyside, uma creche!

Cara… não tenho palavras para dizer o quanto Toy Story 3 é INCRÍVEL! Entre os personagens novos temos a Barbie e o Ken, e é muito hilário como durante o filme inteiro eles fazem piada com a feminilidade do boneco hahaha. O Buzz, em espanhol?? Muito bem bolado!! 😂 E eles lá no lixão?? (Tá, tô fazendo spoiler.) Me fez chorar. Na verdade chorei em vários momentos, porque essa continuação é mesmo de arrasar! Não é atoa que levaram 11 anos para lançá-la! Amo mais que chocolate! ❤️

Toy Story – 2019

E agora sim chegamos na atualidade, Toy Story 4 que está em cartaz nos cinemas. Bonnie, que é a nova dona dos brinquedos desde o final de Toy Story 3, já não brinca mais com o Woody e mesmo assim ele permanece um brinquedo leal, se arriscando e se aventurando em prol da felicidade da sua nova dona. Novos personagens surgem (se preparem para dar muitas risadas com esse coelho azul que parece o Sansão da Turma da Mônica e esse patinho amarelo – que inclusive são dublados por Marco Luque e Antonio Tabet do Porta dos Fundos-) e também resgataram uma personagem muito fofa do primeiro e segundo Toy Story, que é a Betty! Aliás, ela ganhou um grande destaque nessa continuação, protagonizando ao lado de Woody o tempo inteiro até o final.

A propósito, falando em final, estou MEGA CURIOSA em como será a continuação deste, isso se houver, já que… se preparem para o spoiler… Woody se s-e-p-a-r-a dos demais brinquedos!!! Oh meu Deus!! Será o fim de Toy Story?? 😱 Será o fim do Woody nas possíveis futuras continuações?? 😰 Ou será que mais uma vez eles vão nos surpreender com uma continuação mirabolante e inimaginável?? Bom… estou torcendo por essa última opção, mas acho que talvez levará mais uns dez anos para descobrirmos…

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Black Mirror – 5º Temporada

Criador: Charlie Brooker

Ano: 2019

Nº de Episódios: 3

Categoria: Suspense psicológico

Já faz muito, muuito tempo que queria postar sobre essa série fodástica aqui no blog! A minha intenção era assistir a todos os episódios de todas as temporadas e fazer um compilado só, mas, como ainda não tive tempo para isso e por acaso acabaram de lançar a quinta temporada (mais precisamente no dia 5 de junho, ou seja, há menos de um mês), resolvi me antecipar e falar de pelo menos da última temporada e depois falar das anteriores, cada qual, separadamente, em ordem decrescente.

Para quem não conhece ou já ouviu falar, mas, nunca assistiu, não sabe o que está perdendo! Black Mirror é um seriado futurista, com uma pegada meio sombria, pois nos apresenta os males da tecnologia. Alguns episódios são mais leves, mas em sua maioria possuem uma pegada um tanto tensa. E o mais louco é que do jeito que o mundo está, de fato alguns daqueles episódios talvez possam se tornar realidade algum dia.

As temporadas possuem poucos episódios, de 3 à 6, mas são produções longas, com duração e qualidade equivalente à um filme. São histórias independentes, então você não precisa assistir na ordem, pode escolher assistir o que mais lhe interessar primeiro. Bom… eu poderia ficar aqui discorrendo com dicas de quais episódios são mais legais, mas vou me limitar a focar na temporada 5, que, afinal, leva o título desse post.

Possui 3 episódios:

  1. Striking Vipers
  2. Smithereens
  3. Rachel, Jack and Ashley Too

E vou falar de cada um, seguindo a ordem de interesse de quando assisti:

Rachel, Jack and Ashley Too

Optei assistir o último episódio primeiro, por conter a cantora e atriz Miley Cyrus no elenco. E achei mesmo muito curioso terem escolhido justo ela para interpretar uma artista que está se sentindo sufocada da maneira como é controlada em prol do sucesso. Seria assim que a Miley se sentia quando trabalhava para a Disney, pouco antes de se revoltar e mudar completamente seu estilo e hábitos publicamente?

Acredito que a escolheram para esse papel propositalmente, como se à essa altura, ela ainda quisesse transmitir uma mensagem para as pessoas, sobre o que ela passou. Talvez não com a mesma intensidade desse episódio, mas ainda assim uma manifestação interior. Talvez seja viagem minha, mas, talvez não. Podemos debater essa questão nos comentários. Que tal?

Mas então vamos falar do episódio. A princípio achei que seria mais uma história macabra, querendo nos mostrar que uma boneca robo é totalmente prejudicial à vida humana. Entretanto, o ponto principal nem foi a boneca em si, mas a forma como a artista, Ashley O (interpretada pela Miley), era explorada, dopada e manipulada pela própria tia, que excede o papel de empresária, focada apenas no dinheiro. Mais a frente sendo até substituída por uma máquina capaz de recriar sua performance nos palcos.

Duas músicas (me corrijam se eu estiver errada) na voz da Miley, foram produzidas exclusivamente para o episódio, sendo: “On A Roll” (que é um remake de “Head Like A Hole” de Nine Inch Nails e que inclusive é a música que elas cantam no final do episódio, com uma pegada mais rock) e “Right Where I Belong” (ambas disponíveis no Spotify buscando como “Black Mirror”).

Resultou em um episódio bastante adolescente e musical. Interessante eles terem produzido algo voltado mais para o público juvenil. Não tinha visto nada nessa pegada nas temporadas anteriores. Gostei bastante! 🙂

Striking Vipers

Este episódio, sem sombra de dúvida é o mais louco de toda a temporada! Nunca vi nada igual, sério! Os personagens nos são apresentados no passado e depois (de repente), há uma passagem de tempo. Onze anos se passaram e os dois amigos se reencontram na festa de aniversário de um deles. Danny (Anthony Mackie – Vingadores) está fazendo 38 anos e Karl (Yahya Abdul – Mateen II – Aquaman), aparece em sua festa e lhe dá de presente a versão mais moderna de um jogo de luta que eles jogavam onze anos atrás.

A tecnologia está avançada de tal modo, que com um dispositivo que você conecta na sua cabeça, você praticamente entra no jogo. Não é mais um boneco que você controla, é você mesmo lá dentro. Claro, com outra aparência, nas características físicas do boneco e com uma agilidade que somente o mundo virtual poderia conceder. Mas, apesar disto por si só já ser algo incrível, o X da questão nem é esse. Infelizmente não tenho como revelar o que acontece sem fazer spoiler, então vou me privar de ser uma estraga prazeres e contarei sobre o caminho das pedras somente até aqui. ASSISTAM! Juro que não irão se arrepender! Tudo começa a ficar incrivelmente louco após eles começarem a jogar. É de cair o queixo a criatividade desses produtores de Black Mirror…

Smithereens

Um sequestro + Um pedido diferente = Um possível louco com propósito. Chris (Andrew Scott – Handsome Devil) é um motorista de aplicativo que sequestra Jaden (Damson Idris – Snowfall: Temporada 3), funcionário de uma determinada empresa de redes sociais (que podemos igualar ao Facebook ou Instagram) e ao invés do sequestrador pedir dinheiro para o resgate, seu único pedido é que ele seja colocado em ligação com Billy Bauer (Topher Grace – Superação: O Milagre da Fé) – nada mais, nada menos que o fundador da empresa. Não vou revelar o porquê, nem se ele consegue, apenas que o final do episódio foi um tanto debochado. Alguém mais aí percebeu a ironia e o deboche no término? É um episódio interessante, te prende até o final, porém, o mais fraquinho na minha humilde opinião.

Recomendo a todos que chegaram até o final desse post a ligarem suas TVs, colocarem na Netflix e mandarem brasa nessa temporada, que está mesmo de a-r-r-a-s-a-r!! E claro, depois venham aqui comentar qual gostaram mais! 😉

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7 Músicas Legais que descobri em Maio

Sabe, eu sempre gostei muito de música, muito mesmo. Sou aquele tipo de pessoa que não consegue ficar um dia sequer sem ouvir pelo menos uma. Seja enquanto estou limpando a casa, tomando banho, quando tô andando pela rua ou indo trabalhar. Não saio de casa sem meu fone de ouvido. 🎧

Uma boa música não é só batida e voz. É também letra, mensagem e significado. E é muito louco quando você se depara com uma letra que você se identifica e tem aquela mesma impressão que o artista está dizendo aquilo para alguém da vida dele, da mesma forma que eu, por exemplo, desabafo com os meus textos.

Daí fiquei refletindo a respeito e tive a ideia de fazer uma coisa diferente aqui no blog. Ao invés de todo mês eu trazer uma listagem de músicas novas, também trarei o que eu mais estiver ouvindo naquele momento, independente de ser lançamentos ou não. É sempre bom relembrar músicas do passado também e não quero me prender à apenas músicas que nunca ouvi antes. Que tal? 😊

Bom… então vamos lá!

Sabe quando você descobre uma música muito foda e você ouve ela repetidas vezes por vários dias e não enjoa? Não sei se alguém aqui tem esse mesmo nível de loucura que eu, mas há quatro músicas que estou ouvindo sem parar ultimamente e começarei por elas:

1| Mother’s Daughter – Miley Cyrus

“Mother’s Daughter” está em segundo lugar na lista das músicas mais populares da Miley no Spotify. É faixa integrante do seu mais novo lançamento, o álbum: “SHE IS COMING”, trazendo todo o seu amadurecimento. Podemos observar uma Miley mais adulta, sexy, confiante e poderosa. Já estou na grande torcida para que essa música vire single e ganhe clipe! 🤞🏻

2| Nightmare – Halsey

Eu fiquei completamente de queixo caído quando ouvi e assisti ao videoclipe de Nightmare pela primeira vez. Que letra! Que batida! (Ela mesclou um pop rock nesse refrão, não foi?) Halsey me surpreendeu bastante. Desde “Bad At Love”, fazia tempo que uma música dela não me fazia deixar a função do repete ativada. O álbum novo ainda não saiu, mas por esse single de estreia já podemos ter um maravilhoso prelúdio do que está por vir. 😌

3| Started – Iggy Azalea

Iggy foi bastante ousada com a letra e principalmente com o videoclipe de Started. Temos aquela clássica história da moça jovem que casa com um velho rico/milionário, com o pé na cova, só para ficar com tudo que ele tem, depois que o mesmo morrer. Alguém aí teria coragem de fazer isso na vida real? Eu só me caso por amor, nem que seja com um pé rapado mesmo rs.

4| Bad Guy – Billie Eilish

Eu já havia postado sobre a Billie aqui no blog em abril e não queria ser repetitiva, mas estou tão viciada em “Bad Guy” e “Bury A Friend” que não poderia deixar de citar uma delas aqui nesse post também! 🤩 Vocês já repararam que a Billie de 2019 é a Avril Lavigne de 2004? Inclusive, a própria Billie já reconheceu que a Avril de antigamente é sua referência. A mesma rebeldia, porém no indie pop, ao invés de rock. Maravilhosa!!

5| Sunday Rain – Foo Fighters

E falando em rock, também fui apresentada a “Sunday Rain”, faixa integrante do último álbum da banda, lançado em 2017 (Concrete ad Gold). Uma curiosidade muito bacana dessa música é que quem está cantando não é o vocalista e sim o baterista, Taylor Hawkins!! E que voz sexy… fiquei até sem fôlego aqui! 🤤

6| Cut The Cord – Shinedown

Um outro rock dos bons que descobri em maio, foi a banda Shinedown. “Kill Your Conscience” e “Second Chance” também merecem ser ouvidas! 🎶

7| Desconstrução – Tiago Iorc

E para fechar esse post, que já está pra lá de longo, trago a primeira faixa do novo álbum, Reconstrução, do Tiago Iorc. Que letra é essa Brasil? A música nos desconcerta pela forma inteligente como Tiago aborda a insegurança com as redes sociais e a superficialidade de tudo que vivemos com essa era da modernidade. Eu já gostava dele desde que fui apresentada a canção “Alexandria” e com “Desconstrução” fiquei ainda mais encantada com o seu trabalho. 👏🏻👏🏻

Não é simplesmente música, é música com significado, mensagem, ou seja, tudo aquilo que mencionei no início desse post. E como se já não bastasse fazer uma música tão reflexiva, ele ainda fez um álbum todo conceitual, em que cada clipe é continuação um do outro, formando tudo uma grande história a ser contada, como se fosse um filme. Quais mais talentos este cara possui??

E é isso gente… comente se você já conhecia alguma e qual gostou mais! 😃

Beijão. 💋