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WiFi Ralph

Título Original: Ralph Breaks The Internet

Direção: Rich Moore e Phil Johnston

Ano: 2019

Categoria: Desenho, Aventura, Comédia

Nessa engraçada continuação de Detona Ralph, Ralph agora precisa lidar com outros desafios, como o de aprender a domar o seu jeito controlador, carente e autodestrutivo. Além de compreender que se você gosta mesmo de uma pessoa, precisa deixá-la livre, sem que haja qualquer tipo de cobrança por isso.

Catástrofes atrás de catástrofes acontecem por conta do jeito super protetor do Ralph que sempre mete os pés pelas mãos ao tentar ajudar Vanellope. Toda vez que ele tenta consertar algo que ele mesmo ocasionou, outras coisas são danificadas, fazendo com que somente uma atitude madura possa salvá-los e cortar o mal pela raiz.

Senti várias emoções enquanto assistia a esse desenho no cinema (siiiim, ainda está em cartaz). Raiva pelo Ralph ser tão inconsequente ao tentar prejudicar a pessoa que ele mais ama por egoísmo, mas também orgulho ao final (até chorei rs), quando ele enfim se deu conta do que era o certo a fazer e parou sabotar e recriminar a Vanellope, por ela não querer mais continuar vivendo a mesma vida de antes ao seu lado.

Gostei demais da forma como foi abordado a existência da internet nos dias atuais. De maneira muito inteligente e descontraída, fomos apresentados ao mundo dos algoritmos, repercussão dos memes, monetização de vídeos, até mesmo os anúncios irritantes não escaparam rs. Também achei muito importante terem retratado (não que isso seja novidade para alguém) a forma como um comentário ofensivo na internet pode machucar uma pessoa. E por final, ainda fizeram uma junção das princesas da Disney com a Vanellope. Ficou engraçadinho rs.

Apesar de ser um desenho voltado para o público infantil, percebi muitas mensagens importantes sendo transmitidas para quem assistia com a devida atenção. Não só recomendo a todos que assistam, como quando sair em DVD faço questão de tê-lo na minha coleção! ❤

PS.: Ao final dos créditos temos uma cena final, que confesso não gostei muito e achei um pouco pesada para as crianças. Porém, se analisarmos melhor  (metaforicamente e literalmente), tal cena quer dizer que se enchermos demais uma pessoa, chegará uma hora que essa pessoa vai explodir rs. Opinem o que acharam!

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Show Falamansa

Falamansa é uma banda de forró brasileira que está na ativa desde 1998. Por acaso fiquei sabendo desse show, que ocorreu ontem (dia 02), e resolvi ir lá assisti-los, já que curti muito o som deles na minha infância, além do ingresso estar consideravelmente barato (Camarote R$ 100) e a casa noturna no qual se apresentariam, Invictus Hall (localizada na Av. Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello, 2921 – Vila Prudente), ser pequena, o que signficava que eu teria uma boa visão deles no palco.

Fui com a minha mãe (que também possui boas lembranças do som deles), chegamos quase 22:30 (cujo horário informava no voucher que seria aberto os portões), bem animadas e observamos que já possuía uma galera espalhada na calçada do lugar, aguardando para poder entrar também. A liberação das pessoas para que entrassem, atrasou pelo menos meia hora, mas não nos deixamos abater, afinal, qual casa de show não tem problemas técnicos, que atrasam a abertura dos portões, não é mesmo?

Quando enfim pudemos entrar, fomos exatamente a segunda dupla na fila do caixa (na nossa frente, havia apenas um casal) e a atendente responsável por preencher o cadastro, conferir os vouchers e liberar as pulseiras e comandas, era um tanto devagar, levando mais meia hora para conseguir chamar o próximo. Percebemos que também houve um problema técnico (mais um) e que o sistema dela tinha travado, pois outra pessoa precisou ser acionada.

Dadas as circunstâncias, em que já haviam demorado para abrir os portões, esperávamos que a partir do momento em que estivéssemos dentro, as coisas começassem a fluir normalmente, o que infelizmente não aconteceu.

Logo quando entramos, perguntei ao segurança se saberia nos informar qual o horário que o Falamansa entraria no palco e tivemos uma surpresa, não muito boa, quando o mesmo respondeu que seria lá pelas 2h ou 3h da manhã. Tínhamos ido apenas para o show deles e teria feito uma puta diferença se eles tivessem informado esse pequeno detalhe no voucher, mas via-se a ganancia do estabelecimento em fazer com as pessoas chegassem bem mais cedo, para que durante esse tempo consumissem lá dentro, dando maior lucro do que o valor pago no próprio ingresso.

Eu havia comprado o ingresso na área VIP, mas quando soubemos da demora que seria para eles entrarem e que não havia assentos para que aguardássemos confortavelmente, paguei a diferença para que tivéssemos acesso ao camarote, pois lá sim haviam grandes sofás para nos acomodarmos.

Tirei uma fotinho básica para guardar de recordação…

Em Invictus Hall

… e então seguimos para os nossos lugares, afinal, meia hora em pé na entrada e mais meia hora em pé na fila, não nos restou muito ânimo para continuar em pé dançando. Guardamos nossas energias para quando o Falamansa entrasse no palco, o que decepcionantemente aconteceria muitas horas depois, e nos sentamos.

Pedi um drink para mim (a melhor opção que me ocorreu foi caipiroska) e uma porção de frango a passarinho para comermos. Esse frango, minha gente, levou milênios para ficar pronto (e olha que o lugar ainda nem estava cheio). Chegou uma hora depois, quando a banda de abertura já tinha subido ao palco. A moça justificou a demora devido ao frango estar empedrado no gelo, o que, na minha opinião, só mostrava a desorganização da casa, pois sabendo que eles tinham essa opção no cardápio, já deveriam ter deixado mais ou menos no jeito, não é mesmo?

E a caipiroska? Ao longo das 4 horas que permanecemos lá, tomei umas seis e sequer consegui ficar bêbada, justo eu que costumo ficar alegrinha no primeiro copo. Sinal que economizaram na Vodka e que misturaram com água, já que tinha mais gelo do que tudo. As últimas doses que pedi pareciam suco de limão, ou seja, no Invictus você paga por algo e o que recebe é bem inferior ao que foi pedido.

Divulgação: @bandaswing66oficial

A banda de abertura se chamava Swing 66. Confesso que eu nunca tinha ouvido falar, mas realmente eles deram um show. Cantaram todos os tipos de músicas, desde as mais antigas até as atuais (passando até mesmo por Pablo Vittar, Iza, Ludmilla e O Rappa), fizeram um medley dos funks que estão na moda e ainda chamaram uma mulher da plateia para subir ao palco, onde dançou com um dos vocalistas, enquanto eles tocavam uma versão dançante de “Corazón Partío” do Alejandro Sanz. Não contabilizei o tempo exato que eles permaneceram no palco, mas em torno de uma hora e meia, mais tempo que o próprio Falamansa, se você quer saber…

O intervalo entre uma banda e outra foi algo absurdamente demorado. Eu já estava sem paciência com tanta espera e para variar nem consegui ficar bêbada para não perceber tudo isso. Achei que assim que terminassem de preparar o palco para o Falamansa, eles já subiriam, mas ainda teve uma espera de mais ou menos quase meia hora. Eu já estava quase levantando e indo embora. Não sei o que aconteceu (nem se realmente aconteceu algo para demorarem tanto), mas achei uma grande falta de respeito com quem tinha ido até lá só para vê-los e estava recebendo todo aquele chá de cadeira.

O vocalista, Tato, foi o último a subir no palco e já chegou cantando a melhor música deles, que faz sucesso até os dias de hoje: “Xote dos Milagres”. Senti uma emoçãozinha vendo-os tão de perto, cantando ao vivo uma das minhas músicas preferidas, que até me esqueci (momentaneamente) de toda aquela demora para darem o ar da graça. Contudo, após alguns minutos de show, cheguei a conclusão que talvez não tivesse valido tanto a pena ter ido assisti-los.

Com mais de cinco álbuns lançados, eles poderiam ter explorado melhor o próprio repertório, pois cantaram diversas músicas de outros artistas, como se já não tivessem uma infinidade de músicas deles mesmo. “Xote Universitário”, por exemplo, é uma música que gosto muito e sequer foi tocada. Remixaram uma boa parte de suas músicas, deixando-as mais agitadas, quando o legal do som deles é a originalidade da batida do forró mesmo. Sem contar as vezes em que o Tato, numa tentativa de interagir brincando com a plateia, nos fazia gritar coisas como: “Lá lá lá lá”, “Eô” e “Bu” repetidas vezes, como se fôssemos um bando de crianças no show da Xuxa. Patético.  Alguém precisava avisá-lo que aquela brincadeira já tinha ficado chata.

Rindo à Toa”, que eu achei que assim como “Xote dos Milagres” seria uma das primeiras, foi deixada para o final:

Percebi que no decorrer da apresentação, a casa foi ficando mais vazia (principalmente nos camarotes) e me decepcionei por ter me abalado de ir até lá para assistir um show tão meia boca. Fomos embora antes que eles deixassem o palco.

E se já não bastasse as decepções com a casa noturna e com a performance do Falamansa, ainda tivemos uma nova decepção com o vendedor ambulante, pelo qual compramos um lanche na calçada da casa noturna. Pedimos um singelo misto quente, que ao ser servido tinha gosto de tudo, menos de misto quente. Paguei por um lanche que demos uma única mordida e jogamos fora.

É impressionante a ganancia desses vendedores de lanche que ficam em porta de balada, casas noturnas e etc. Fazem um lanche com o pior que há no quesito de qualidade alimentícia, contando com a ideia de que as pessoas que sairão desses estabelecimentos estarão completamente bêbadas, incapazes de perceberem o quão ruim é a comida que estão comendo.

Enfim, não vou dizer que foi uma noite de sábado totalmente desperdiçada (apesar de realmente ter sido), pois tudo que acontece de ruim ao menos tem o propósito de servir de aprendizado.

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10 Músicas Legais que descobri em Janeiro

Bem vindos a fevereiro!!

E aí, o que fizeram no primeiro mês do ano? Começaram com o pé direito?

Sabe, antes da virada do ano, fiz aquelas promessas internas que sempre fazemos para nós mesmos no início de cada ciclo e entre essas promessas/objetivos pessoais, me comprometi a SEMPRE que eu descobrisse uma música nova que fosse bacana, eu anotaria!

Segui a risca essa meta mensal nesse primeiro mês e adivinhem só? 49 músicas que eu nunca tinha ouvido na minha vida, foram acrescentadas na minha biblioteca do Spotify!

Sabe quando você coloca determinada playlist que você criou para tocar, sem ticar a função repetir playlist? Então, quando a mesma chega ao fim, sem essa opção ticada, o Spotify continua trazendo outras músicas que não estão salvas na sua biblioteca, seguindo o mesmo estilo da playlist que você estava escutando. Sabiam dessa? Foi assim que descobri, uma boa parte, de tanta música nova! 😀

Claro que, não vou inserir as 49 músicas aqui, haja ouvidos! Rs. No entanto, selecionei as 10 melhores para que vocês também possam conhecer e assim, quem sabe, entre para a biblioteca de vocês também! Preparados? 😉

1| Like That – Bea Miller

Bea Miller é uma cantora norte-americana talentossísima de apenas 19 anos. Ficou em nono lugar na segunda temporada do The X Factor dos Estados Unidos e atualmente tem contrato assinado com duas gravadoras, sendo a Hollywood Records e Syco Music. (Poderosa!) Tem outra música dela que também descobri e resolvi incluir nessa lista. Confiram abaixo:

2| Yes Girl – Bea Miller

Sucesso sim, claro ou com certeza??

3| Watch – Billie Eilish

Eu já conhecia uma outra música dela (bellyache), mas quando ouvi “Watch” foi como se eu NUNCA TIVESSE OUVIDO UMA BOA MÚSICA na vida! Melhor canção de todos os tempos! Quem aí concorda comigo?!

4| Mermaid – Skott

Somente eu que me emocionei com esta música?? Skott é uma cantora sueca, iniciante e seu estilo musical lembra bastante a Lana Del Rey. Lançou algumas músicas avulsas (incluindo esta) em 2016 (mais precisamente 8 músicas e 2 videoclipes) e somente em 2018 lançou seu primeiro EP. Uma cantora nova com bastante potencial, já estou torcendo para que sua carreira deslanche! 🙂

5| Our Hearts Are Wrong – Jessica Lea Mayfield

Aquele tipo de música para ouvir enquanto relaxa. Em contraponto com Bea Miller e a Skott que são cantoras em início de carreira, Jessica é uma veterana da música. Na ativa desde 2006, possui um total de 5 álbuns de estúdio e 1 EP.

6| Phase Me Out – Verité

Fala se essa música não é uma delícia?? Não consigo imaginar outra voz casando tão bem com essa melodia, quanto a da Verité! A propósito, eu já conhecia uma outra música dela, chamada: “Need Nothing” igualmente maravilhosa, mas com uma pegada mais sexy. Vale a pena ouvir também!

7| Don’t Panic – XYLØ

Eis aqui um popzinho bem gostosinho. Uma curiosidade muito interessante (e que a priori não percebemos) é que XYLO na verdade são uma dupla (os irmãos Paige Duddy e Chase Duddy). Que nem Sofi Tukker em que apesar de ser uma dupla, somente a mulher canta.

8| My Medicine – The Pretty Reckless

Trouxe um pouco de rock também, pois merecemos, né?? Eu só conhecia uma música desta banda até hoje (a clássica “Fucked Up World) e agora estou apaixonada por My Medicine. Não é engraçado ver uma vocalista roqueira com a maior cara de patricinha?? Rsrs.

9| Segue o Som – Vanessa da Mata

Estava eu dentro de um sebo, quando de repente começou a tocar essa música. Na hora identifiquei ser a voz da maravilhosa Vanessa da Mata e após ouvir mais um pouco (até o refrão), tive a certeza que queria ter essa música na minha biblioteca também! Ativei o Shazam! Música popular brasileira é tudo de bom!

10| Xote Universitário – Falamansa

E para fechar vamos de forrózinho? Prestem atenção na letra dessa música! Ainda bem que já terminei a faculdade… rs. Aproveitando o gancho, amanhã (dia 02) terá show do Falamansa em São Paulo!! Eu já comprei o meu ingresso! Bora se encontrar lá?! 😀

E é isso… em março espero trazer mais uma lista de músicas legais que descobrirei durante esse mês. Gostaram dessas? Já conheciam alguma? Me conta tudo nos comentários!!!

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Minha Vida em Marte

Direção: Susana Garcia

Ano: 2018

Categoria: Nacional, Comédia

Quatro vezes, eis aqui o número de vezes que assisti a esse filme no cinema e adivinhem só? Me matei de rir das mesmas piadas em todas elas!! 😅

Para quem não sabe (o que eu acho pouco provável, pois a Mônica já é sucesso), Minha Vida em Marte é continuação de “Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou”, cujo filme, eu, vergonhosamente, ainda não fiz resenha aqui no blog antes, mas que em breve farei! ✍🏻🤨

E se no primeiro filme, Fernanda (Mônica Martelli – Minha Mãe é Uma Peça – O Filme) estava desesperada atrás de um marido, agora, 8 anos depois, seu casamento já está na crise e ela luta para salvar essa relação.

Antes de assistir ao filme no cinema, preciso acrescentar que assisti a Mônica duas vezes no Teatro Procópio Ferreira na Augusta (fã de carterinha rsrs) e já fiquei naquela ansiedade para ver a produção cinematográfica pronta depois!

O filme quase foi fidedigno a peça, mas claro que houveram algumas adaptações. Como por exemplo, no filme não existiu a terapeuta, nem o seu novo affair ciclista – esse foi substituído pelo bonitão em Nova York -, nem a beijação durante a balada –  substituída pela festa de swing -, nem a viagem para a Disney com o marido e a filha –  viajou só com o Aníbal (Paulo Gustavo – Minha Mãe é Uma Peça – O Filme) para Nova York mesmo. – Além de outros detalhes que prefiro me abster para não fazer mais spoilers.

Contudo, no filme fomos presenteados com o show da Anitta (que sequer foi mencionado na peça), além do tal velório que eles organizaram (Fernanda e Aníbal) nos garantindo boas risadas!

Só senti falta da personagem Nathalie (Dani Valente – Fala Sério, Mãe!) nessa continuação, mas compreendi que a Mônica quis homenagear a sua amizade com o Paulo Gustavo, aproveitando a cumplicidade entre seus personagens. Aliás, o filme terminou de uma maneira muito leve, com um astral incrível, destacando a importância e o amor de uma verdadeira amizade que se sobressai ao amor de um homem. 👏🏻

Falando em amizade… e o Paulo Gustavo? Tiro o meu chapéu!! Acho que a única vez que o seu personagem disse algo que eu e o cinema inteiro não demos risada, foi em uma das cenas finais,  quando ele diz: “Muito orgulhoso da minha amiga” (já que no caso foi uma frase para se emocionar e não rir). Pois de resto… toda vez que ele abria a boca sempre saía alguma pérola nos fazendo dar muita risada. 😂

Fiquei até divagando com os meus botões se o Paulo Gustavo real é parecido com o Aníbal… 🤔 Se for, a Mônica é mesmo muito sortuda de ter um amigo tão companheiro e engraçado em tempo integral rs.

Enfim, a minha única crítica vai para a atriz mirim que interpretou a filha de Fernanda, Joana (Marianna Santos – Carinha de Anjo). Muito forçada e levemente irritante. Bruna Marquezine com a idade dela já dava um show, interpretando papéis muito mais difíceis.

E é isso… aproveitem que o filme ainda está em cartaz e corram para o cinema!!! Garanto que não vão se arrepender!! 😃

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O que é a Vida?

Viver é sentir o vento balançando seus cabelos

É ficar apavorado quando está com medo

É sentir frio ou calor dependendo do clima

É sentir a saliva alheia durante um beijo de língua


É sentir os ossos do outro durante um abraço

E um tesão estrondoso durante um amasso

É rir atoa quando acerta nas escolhas

É ficar ansioso quando quer muito uma coisa


É conhecer gente

É conversar com estranhos

É encontrar desconhecidos

É amar os íntimos


É se olhar no espelho e se sentir incrível

Ou se olhar no espelho e se sentir um lixo

É chorar de alegria, tristeza e emoção

É se deixar levar pelo coração


É sonhar com aquilo que você ainda não tem

É planejar como conseguir o que você quer bem

É ter ambição em suas conquistas

É ora estar por baixo, ora estar por cima


A vida não dura para sempre

E o tempo não volta por mais que você tente

Então não pense muito e siga em frente

E olhe com os olhos, não com a lente


Tudo isso e mais um pouco é a vida

Mas que não cabe em poucas linhas

É um mundo inteiro de possibilidades

Então não desperdice as oportunidades