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Por Lugares Incríveis

Título Original: All the Bright Places

Direção: Brett Haley

Ano: 2020

Categoria: Drama, Romance, Adolescente

Este é o tipo de filme que te causa uma mescla de sentimentos. Angústia, raiva, tristeza e comoção. Tudo isso em uma só história! No começo há todo um mistério em torno da Violet Markey (Elle Fanning – Demônio de Neon) e conforme suas angústias vão se revelando, outros mistérios vem surgindo a respeito do Finch (Justice Smith – Cidades de Papel). Ambos são colegas de escola que se aproximam cada vez mais mediante a insistência do rapaz.

Vou iniciar aqui uma detalhada análise com as minhas observações, mas, antes preciso lhe avisar que daqui para frente haverá spoiler. Só continue se já tiver assistido ou se realmente não se importar em assistir, já sabendo o que irá acontecer. 😉

Fiquei sem entender qual de fato é o problema do Finch. Seria um nível leve de esquizofrenia? Podemos (quem sabe) entender melhor estudando a cena abaixo (comentem no final do post com a opinião de vocês a respeito):

Do meio para o final do filme, eu já sabia que não ia acabar bem, ainda que não tivesse nenhuma tragédia iminente. Rolava uma atmosfera melancólica e imaginei um final semelhante à “A Culpa é Das Estrelas” em que quem acaba morrendo é o rapaz. Não me enganei.

Quando Finch se suicidou, fiquei com raiva. Pensei com meus botões: “O cara fez de tudo pra conquistar a garota e quando consegue, a deixa no fundo do poço novamente?!” Meio egoísta, não?! Violet não precisava de outro motivo para cair em depressão outra vez, ele não devia ter entrado na vida dela daquele jeito para depois terminar assim.

Mas aí, no decorrer do desfecho do filme, compreendi uma coisa muito maior. Entendi que, na verdade, ele não foi o cretino que eu estava achando por largá-la lamentando a sua morte. Pelo contrário! Antes disso, ele a salvou. A tirou da depressão, fazendo-a voltar a viver, se desprendendo dos seus traumas e medos. No entanto, ela que não foi capaz de salvá-lo!! Ele também tinha um problema, até mais complexo que o dela, e Violet não soube lidar com aquilo no momento certo. Quando caiu em si, já era tarde demais. Muito triste. O final foi belo e emocionante, nos faz chorar com certeza!

Por Lugares Incríveis é aquele típico filme de romance com final trágico, tal como: “Um Amor Para Recordar”, “A Culpa é das Estrelas”, “Como Eu Era Antes de Você”, entre tantos outros que vemos por aí, mas que em nada desmerece a sua história. Falando em história, você sabia que o filme é baseado no livro “All the Bright Places” da escritora Jennifer Niven?! Mais uma romance que nasceu nas páginas e cresceu nas telinhas.

Trilha Sonora

Claire George – Where Do You Go? (Logo que começa o filme)

Many Voices Speak – Tank Town (Quando Finch está correndo e vai até a ponte do acidente)

NONONO – Pumpin Blood (Quando Finch corre a noite até a casa de Violet)

Sonny & The Sunsets – Too Young To Burn (Quando estão no carro e Finch começa a cantar. Também é a canção dos créditos)

Babeheaven – November (Quando Finch está na fossa)

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O Amor Não Tira Férias

Título Original: The Holiday

Direção: Nancy Meyers

Ano: 2006

Categoria: Comédia Romântica

Amanda (Cameron Diaz – Quem Vai Ficar Com Mary?) e Iris (Kate Winslet – A Vida de David Gale) são duas mulheres que tiveram seus corações partidos. Amanda por descobrir que seu namorado foi infiel e Iris por saber que o homem pelo qual é perdidamente apaixonada, irá se casar com outra. O que as duas tem em comum, além de ambas estarem arrasadas amorosamente? Elas se cadastraram num site especializado em intercâmbio de casas e uma se interessa pela casa da outra para passarem um período de férias. Amanda vive em Los Angeles e Iris em Londres, o que torna essa troca de casas ainda mais interessante e emocionante!

O contraste entre as duas personagens é mesmo impressionante. Enquanto Iris é mais emocional e passiva, Amanda tem uma personalidade mais forte, geniosa e nem um pouco emotiva. As duas mal se conversam após a troca, mas vão refazendo suas vidas em contato com pessoas que antes eram próximas da outra. Será difícil voltarem para suas casas após a vida delas ganharem uma nova cor.

Eu gostei demais do filme!! Mais do que ter uma história mirabolante, o que me atrai numa produção cinematográfica é a forma como aquela trama é contada e O Amor Não Tira Férias é muito gostoso de assistir. Apesar de ser apenas um filme, nos traz aquela mensagem que por mais desiludidos que estejamos, sempre há um recomeço e uma nova história a ser vivida. Remoer o passado? Para quê? Vamos fazer igual essas personagens e buscar um novo sentido para vivermos, mesmo quando tudo parecer estar perdido.

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5 Motivos Para Gostar de Toy Story

Oie!!

Aproveitando que Toy Story 4 está nos cinemas, resolvi fazer um post especial falando de todos os quatro filmes já lançados e o porquê de todas essas produções fazerem tanto sucesso!

  1. É uma animação adulta. Por mais que seja infantil, não é bobo. É inteligente, capaz de entreter todas as idades;
  2. Não tem maldade. Ao contrário dos demais desenhos em que os vilões são cruéis e macabros, aqui são apenas personagens com um histórico de vida triste, que os tornaram amargos e egoístas, capazes de se regenerarem;
  3. É criativo. As aventuras são tão bem boladas, que fogem completamente do óbvio e da mesmice;
  4. É educativo. Nos ensinam a importância de valorizarmos os amigos, a família e a perdoar quem nos fez mal. Como também a termos coragem com os desafios e dificuldades que surgirem em nossos caminhos;
  5. É original. Você já assistiu a algum outro desenho que fez tanto sucesso e que ganhou tantas continuações em que os personagens são brinquedos? Não. Toy Story é único!
Toy Story – 1995

Você sabia que o primeiro Toy Story foi lançado em 1995? Pois é, há mais de 20 anos éramos apresentados ao xerife Woody, Buzz Lightyear e toda a sua turminha. São todos brinquedos do Andy, um garotinho de 8 anos, que neste primeiro filme está fazendo aniversário e ganha o Buzz Lightyear de presente. A trama é centrada neste novo integrante, que ainda não se deu conta que é um brinquedo e pensa que é um patrulheiro espacial de verdade rs. O que nos garante muitas risadas.

Toy Story 2 – 1999

Quatro anos depois do primeiro filme, é então lançado a continuação. Desta vez o foco da trama será no próprio Woody, que é roubado por um homem ambicioso, que pretende vendê-lo para um museu no Japão. Novos personagens entram em cena, sendo a Jessie, Bala no Alvo e Pete Fedido – que acaba sendo um dos vilões desta edição -. Confesso que Toy Story 2 é o que menos gosto. Mas ainda assim é uma produção que vale a pena ser assistida!

Toy Story 3 – 2010

Quem aí esperava ser surpreendido com uma continuação após onze anos?? 😱 Lembro que fiquei mega surpresa quando soube da notícia. Corri para assistir e simplesmente A-D-O-R-E-I! 😍 Juro, o 3 é o meu preferido! (Preciso assistir ao 4 mais algumas vezes para poder decidir se roubará esse posto. 😬) Neste aqui, Andy já está crescido e vai para a faculdade. Seus brinquedos, companheiros de longa data, quase são jogados fora e acabam em Sunnyside, uma creche!

Cara… não tenho palavras para dizer o quanto Toy Story 3 é INCRÍVEL! Entre os personagens novos temos a Barbie e o Ken, e é muito hilário como durante o filme inteiro eles fazem piada com a feminilidade do boneco hahaha. O Buzz, em espanhol?? Muito bem bolado!! 😂 E eles lá no lixão?? (Tá, tô fazendo spoiler.) Me fez chorar. Na verdade chorei em vários momentos, porque essa continuação é mesmo de arrasar! Não é atoa que levaram 11 anos para lançá-la! Amo mais que chocolate! ❤️

Toy Story – 2019

E agora sim chegamos na atualidade, Toy Story 4 que está em cartaz nos cinemas. Bonnie, que é a nova dona dos brinquedos desde o final de Toy Story 3, já não brinca mais com o Woody e mesmo assim ele permanece um brinquedo leal, se arriscando e se aventurando em prol da felicidade da sua nova dona. Novos personagens surgem (se preparem para dar muitas risadas com esse coelho azul que parece o Sansão da Turma da Mônica e esse patinho amarelo – que inclusive são dublados por Marco Luque e Antonio Tabet do Porta dos Fundos-) e também resgataram uma personagem muito fofa do primeiro e segundo Toy Story, que é a Betty! Aliás, ela ganhou um grande destaque nessa continuação, protagonizando ao lado de Woody o tempo inteiro até o final.

A propósito, falando em final, estou MEGA CURIOSA em como será a continuação deste, isso se houver, já que… se preparem para o spoiler… Woody se s-e-p-a-r-a dos demais brinquedos!!! Oh meu Deus!! Será o fim de Toy Story?? 😱 Será o fim do Woody nas possíveis futuras continuações?? 😰 Ou será que mais uma vez eles vão nos surpreender com uma continuação mirabolante e inimaginável?? Bom… estou torcendo por essa última opção, mas acho que talvez levará mais uns dez anos para descobrirmos…

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O Baile

Título Original: Le Bal

Direção: Ettore Scola

Ano: 1983

Categoria: Ficção Histórica

O Baile é um filme francês, sem nenhuma fala, sendo conduzido apenas por expressões faciais, gestos e muita música! O local dos acontecimentos é sempre o mesmo (o salão de festas), porém, ambientado em épocas diferentes. O que só é possível percebermos quando há uma mudança na cor da imagem de uma cena para outra, passando do colorido para o branco e preto. E mesmo que depois volte a ficar colorido, quando muda para outra cena, fica nítido que não se trata mais da época inicial, de quando o filme começou.

Os atores interpretam personagens diferentes em cada época, o que mais uma vez reforça a ideia de serem períodos distintos, até mesmo pela mudança no estilo das músicas que são tocadas. Durante uma boa parte do filme são apenas músicas instrumentais e após a representação de um período de guerra, em que há bombardeios, as músicas passam a ser cantadas, explicitando ainda mais a evolução das épocas.

É difícil afirmar se as épocas retratadas foram em ordem cronológica, pois, precisaria ser uma boa conhecedora de história para isso; sem contar que o período da primeira e da última cena são os mesmos, confundindo ainda mais sobre os outros períodos que foram mesclados entre a cena inicial e a final.

Em determinado período, percebi referências do filme: “Embalos de um Sábado à Noite” e fiquei na dúvida se foi proposital, visto que esse outro é de 1977, ou seja, antes deste. É retratado também um período pós-guerra, em que pessoas dançam segurando a bandeira da França comemorando e soldados retornam para suas vidas, um deles até mesmo sem uma das pernas.

Destaco que de todos os períodos representados, o que mais me cativou (e me confundiu também) foi o segundo, em branco e preto. Exatamente aos trinta minutos de filme, uma moça de cabelos pretos e batom vermelho, se interessa por um rapaz que acaba de chegar ao baile. A princípio parece que o interesse é recíproco, até que ele a deixa sozinha para ir de encontro a uma outra que ele avistou e que lhe pareceu mais interessante.

Achei curioso que ao parar na frente da mulher loira (a outra que havia lhe chamado mais a atenção), ele forra um lenço no chão na frente dela, como se tal ação fosse uma demonstração de cortejo. E o mais curioso ainda foi a tal moça aceitar dançar com ele, visto que ela já estava acompanhada por outro homem. Nesse momento, até pensei que o outro homem fosse seu pai ou irmão (por ter cedido que ela dançasse com outro que não fosse ele), mas visto a depressão em que ele ficou depois, percebi que na verdade era um pretendente também.

Outras curiosidades que me chamaram a atenção nessa parte, foi o rapaz enciumado tentar usar cocaína em público (se essa prática é proibida nos dias de hoje, não vejo como possa ter sido permitida em algum tempo do passado). Mais para frente, ainda no mesmo período, também me surpreendeu a mulher de cabelos pretos levar um tapa na cara de um homem que acabara de conhecer, assim sem mais nem menos. Talvez fossem metáforas, mas que admito não ter compreendido.

Em suma, O Baile é um filme um tanto confuso, com sutis nuances de humor e algum significado que não ficou muito claro para mim. Então, se alguém aí tiver uma outra análise que queira compartilhar, por favor, me deixe saber nos comentários!! 😉

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Confissões de Uma Adolescente Em Crise

Título Original: Confessions of a Teenage Drama Queen

Direção: Sara Sugarman

Ano: 2004

Categoria: Adolescente

Mary ou Lola, como ela gosta de ser chamada (Lindsay Lohan – Sexta-Feira Muito Louca), é uma adolescente que sonha em ser uma atriz famosa e vê seu sonho sendo sabotado, quando sua mãe se muda de Nova York para Nova Jersey. Iniciando aí o seu grande drama adolescente.

Mas não adianta ficar chateada com coisas que você não pode mudar. Vou encarar minha nova cidade como um palco vazio onde farei meu espetáculo. No fundo, sinto que uma lenda está para nascer. E, no caso, essa lenda sou eu. (Lola Steppe)

Em busca do sonho de ser uma atriz de sucesso, Lola se inscreve para o papel principal da peça de teatro da escola e acaba rivalizando com Carla (Megan Fox – Garota Infernal), aquela típica patricinha que sempre consegue o que quer e não aceita que alguém seja melhor do que ela.

Lola também é fã incondicional do Stu Wolff (Adam Garcia – A Última Noite de Solteiro), vocalista da banda Sidarthur e por conta disso faz amizade com Ella (Alison Pill – Meia Noite Em Paris), quando descobrem serem fãs da mesma banda. Ella é o total oposto de Lola (tímida, medrosa e sem iniciativa), mas ainda assim se tornam grandes amigas.

E se já não bastasse todos os seus dramas adolescentes, nada se compara ao drama principal, quando a banda Sidarthur anuncia seu fim e marcam um último show de despedida. As meninas se desesperam para poderem ir assisti-los, criando mil e uma possibilidades, mesmo quando tudo começa a dar errado.

Posso dizer que depois de Meninas Malvadas, Confissões de Uma Adolescente em Crise é meu segundo filme preferido da Lindsay Lohan! Não sei como ainda não tinha feito resenha dele aqui. O filme trás muitas mensagens importantes. A primeira é que não se deve mentir para que as outras pessoas te achem mais interessante, a segunda é que uma amizade verdadeira pode nos tornar pessoas melhores e o principal: Você nunca deve desistir dos seus sonhos! A trama é super engraçada, musical e muito alegre. É uma pena que não se fazem mais filmes adolescentes como antigamente.

Trilha Sonora

Como o filme é de 2004, não achei a trilha sonora tão interessante, a não ser pelo fato de que três músicas são da própria protagonista!! Então, trouxe apenas as que me agradaram:

Lindsay Lohan – That Girl (Música tema do filme)

Lindsay Lohan – A Day In The Life (Quando Lola e Ella estão andando de bicicleta)

Lindsay Lohan – What Are You Waiting For You (Música final)

Lumidee – Never Leave You (Quando Lola e Carla chegam juntas para ver o resultado da audição de teatro e depois quando Ella e Lola seguem o carro da Carla, no dia do show)

Rose Falcon – Up Up Up (Quando Lola e Ella estão procurando pela casa do Stu)

Simple Plan – Perfect (Quando Lola está na bad)

Não deixe de comentar as suas impressões do filme também! 😀