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Desejada

Daniel Pereira

Título Original: Passion For The Game

Autor: Sylvia Day

Editora: Universo dos Livros

Ano: 2007/2014

Não curto muito livros com histórias medievais. A sinopse me chamou atenção, mas por ela não dava para saber em que época se desenrolava a trama. Possui muitas partes picantes, com uso de termos inapropriados para eu postar, sendo seu ponto forte. Pessoas se envolvem sexualmente de uma forma fácil, onde primeiro vem o sexo e depois o amor.

Temos Lady Winter uma mulher de 26 anos, rica, sensual e misteriosa, onde seus dois ex-maridos morreram deixando-lhe uma grande fortuna. Na outra ponta temos Cristopher, um mercenário de beleza incomum que mata por dinheiro. Lady precisa descobrir para quem ele trabalha, e Cristopher precisa descobrir se ela está envolvida na morte de seus ex-maridos.

Um tem a missão de descobrir os segredos do outro, o que me lembrou do filme “Sr. e Sra. Smith”. O que não mostra na sinopse, é que temos uma terceira pessoa envolvida na trama, além dos dois já citados, temos a doce Amélia, irmã mais nova e desaparecida de Lady Winter.

Sem mais delongas vamos ao que interessa, a verdadeira sinopse escondida:

Maria (Lady Winter) é chantageada por seu padrasto a se envolver matrimonialmente com homens ricos para que quando estes morram, ela fique com a herança. O que ele tem contra ela? Somente ele sabe o verdadeiro paradeiro de Amélia. Também a obriga descobrir os segredos de Cristopher, para que ele possa extorquir dinheiro da pessoa para o qual esse trabalha. Cristopher que estava preso por uma acusação de assassinato, repentinamente foi libertado com o propósito de entregar a cabeça de Winter senão ele mesmo será condenado.

“Você está falando do primeiro amor, não é? Esses sempre terminam com corações partidos. É um rito de passagem. É o sinal de que você amadureceu e deixou para trás as fantasias juvenis e passou a entender melhor a si mesma. É uma prova dolorosa que você superou as pequenas preocupações da infância e começou a desvendar a consciência de uma mulher.” (Pág. 158)

Devo dizer que derramei algumas lágrimas no final, mas eu sou suspeita pois sou bastante emocional, toda a trama contém muita aventura, adorei a parte do baile de máscaras, fiquei igual uma telespectadora de olho grudado na TV em cena tensa de um filme, também teve umas partes mornas da história que me entediaram um pouco, mas é normal toda sua trama terem seus altos e baixos.

“- Tenho tanta coisa para contar!

– Eu sei minha querida, eu sei… […] mas você terá o resto de nossas vidas para me contar tudo. O resto de nossas vidas…” (Pág. 275)

Na reta final, eu não lia, eu devorava as páginas, tudo foi se encaixando como um grande quebra-cabeça, Sylvia não se esqueceu de nenhum personagem. Sabe quando assistimos um  filme até o final, e depois que termina e sobe os créditos, logo depois ressurge outra cena na tela? Teve esse final inesperado revelando uma possível continuação, adorei, adorei! Se eu recomendaria esse livro? Sim, porquê não? Não gosto de histórias medievais mas esse valeu muito a pena ler! 😉

TRILHA SONORA

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Criei minha própria trilha sonora, que caiu como uma luva, onde para cada personagem eu ouvia uma respectiva música:

Awolnation – Sail (Partes com foco em Maria)

Taylor Swift – Out Of The Woods (Partes com foco em Amélia)

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Sonhos No Gelo

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Título Original: Ice Princess

Direção: Tim Fywell

Ano: 2005

Categoria: Adolescente

Casey Carlyle (Michelle Trachtenberg – 17 Outra vez) é uma adolescente CDF no último ano do colegial, que tem o desafio de fazer um trabalho pessoal de física, para tentar uma bolsa de estudos em Harvard.

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O que podemos perceber desde a primeira cena do filme é que ela é apaixonada por patinação no gelo, e por mais que seja só um hobby, tem a ideia de fazer seu trabalho da escola, baseado nos movimentos do corpo durante a patinação. A princípio está focada apenas no lado acadêmico, mas acaba se envolvendo cada vez mais e resolve participar da grande competição de patinação. Treino leva a perfeição? Sim, mas ela tem um talento nato, e em pouco tempo já patina com a mesma habilidade das outras meninas que treinavam há muito mais tempo que ela.

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A lição do filme é: temos que lutar por nossos sonhos independente do quão difíceis possam parecer, independente se as pessoas serão a favor ou contra, já que a personagem, por exemplo, tem o primeiro obstáculo de não ter o apoio da mãe (que é professora e quer que a filha siga o mesmo caminho). Uma outra lição é:  nunca temos que passar por cima de ninguém para conseguir o que desejamos, pois o que é para ser nosso, será. A protagonista é prejudicada, mas lá na frente, aquela que a prejudicou será a mesma que irá te ajudar.

TRILHA SONORA

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Nenhuma música desse filme me interessou, mas ainda assim falarei de algumas:

Michelle Branch –You Set Me Free (Já é o segundo filme que ouço essa, em “Recém Casados“ toca no final, com aquele ar de “deu tudo certo, chegamos ao final feliz”);

Emma Roberts –If I Had It My Way (Não sabia que Emma também fosse cantora, mas aí está uma música em sua belíssima voz);

Caleigh Peters –Reach (Essa não toca em absolutamente NENHUMA cena do filme! Mas por alguma razão seu videoclipe aparece no “Extras” do DVD);

Lucy Woodward –It’s Oh So Quit (Música que toca na apresentação de Casey com as crianças; Devo dizer que é o segundo filme teen que vejo uma música dessa cantora, o outro filme é: “Tudo Que Uma garota Quer” com Amanda Bynes);

Tina Sugandh –There Is No Alternative (Outra cantora que já vi em trilha sonora de outro filme teen, sendo: “Na Trilha Da Fama” com Hilary Duff);

E para finalizar minha queridíssima: Natasha Bedingfield –Unwritten (A Natasha conheço por outros filmes, pois esse já é o 4º filme em que vejo tocar sua música, onde todos os outros são comédias românticas: A Verdade Nua e Crua, Vestida Para Casar e Noivas Em Guerra).

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Já assistiu esse filme? Gostou? Me deixe saber nos comentários! 🙂

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Bienal Do Livro 2014

Cansativo e compensador, são as palavras exatas para definir o dia de hoje (24/08). Meu intuito nesse dia, nada mais foi que assistir ao bate-papo com a Paula Pimenta, e pegar uma das 300 senhas que seriam disponibilizadas para participar da sessão de autógrafos com a escritora.

Cheguei na rodoviária Tietê quase 11:00. Havia uma fila gigantesca para o transporte gratuito que levaria até a Bienal do livro, mas devido a minha pressa, preferi pegar uma condução paga, que apesar de ir em pé, sairia naquele momento.

Chegando na Bienal, me deparei com mais um obstáculo: uma fila e-nor-me para entrar. Sem perceber que o meu ingresso que ganhei da Saraiva, era de expositor e não de visitante, avancei até o início da fila, disposta a fazer o que fosse para entrar o mais rápido possível, já pensando na fila das senhas, se ainda estaria em menos de 300.

Quando cheguei próximo a entrada, percebi como seria fácil entrar, tamanha era a desorganização e muvuca, para minha alegria, claro. Entrei no meio de umas pessoas e quando mostrei meu ingresso, o segurança me deixou passar tranquilamente, na hora achei que estava dando uma de esperta, mas acho que só foi tão fácil porque aquela entrada era mesmo para expositor e por isso entrei ilesa.

Lá dentro, já estava começando o bate-papo e vi o exato momento em que a Paula Pimenta e Bruna Vieira entraram na arena cultural. Senti até um arrepio e vibração! Minha querida escritora estava lá! Se sucederam muitas gritarias. O espaço tinha alguns puffs e estava cercado com grades, o segurança só deixava entrar quem tinha uma pulseira que eu desconhecia e nem informaram nada a respeito no site.

Perguntei a ele onde conseguia essa pulseira e algumas meninas próximas a mim disseram que esgotaram! Comecei a questionar com o segurança onde eu pegava a senha para a sessão de autógrafos com Paula Pimenta e ele não sabia informar nada para meu grande desapontamento! Algumas meninas próximas novamente disseram que tinham esgotado, e eu desconfiada comecei a questionar como? Se no site dizia que iam começar a distribuir às 12:00 e ainda nem era 11:20! Assisti só por uns 5 min a Paula e fui atrás dessas senhas, pois preferia perder o bate-papo mas vê-la na sessão depois.

Como eu andei naquela Bienal! Ninguém sabia informar nada! No balcão de informações não sabiam informar nada além da localização das “ruas”, nem sequer sabiam dessas senhas! Resolvi ir direto no stand da Autêntica que é a editora dos livros da Paula.

Chegando lá, mal precisei falar e o atendente disse ” as senhas?” e eu “Isso!” (feliz por alguém saber do que eu precisava) ele me indicou a direção, e chegando lá, mais confusão, aquela fila era para pegar senha de outra escritora! Não prestei atenção direito na hora, mas acho que era da Bruna Vieira!

Voltei no stand da Autêntica e pedi ao rapaz que fosse comigo, porque eu não tinha encontrado! Ele disse que não podia sair dali, mas que era no exato lugar que havia me direcionado. Teimei com ele que não era! E ele insistia que sim! E eu dizia “lá é de outra escritora!”

Foi até engraçado porque estávamos falando da mesma coisa, que para os dois eram diferentes, até que nos entendemos quando ele disse “Não é o da Bruna?” E eu “Não! Da Paula!” Ele se desculpou pois tinha achado que eu me referia a Bruna e me explicou que naquele dia a Paula Pimenta estava por outra editora, a Editorial Record (que é por onde ela publicou seu novo livro) e eu achando que os escritores fossem fiéis a uma editora só.

Tive mais dificuldade para achar o stand dessa outra editora pois a Bienal parecia um labirinto, (e estava muito eufórica para entender o mapa). Quando cheguei nesse stand, foi pior ainda, pois havia muita gente, muita muvuca e duas filas! Uma para entrar no stand e a outra que descobri depois, ser a bendita fila das senhas, que estava e-nor-me!!!! Eram 11:45, fiquei pensando no tempo que perdi para me localizar, e que já poderia estar na fila há tempos!!!

Fui para o final e fiquei esperando dar 12:00 que seria o momento que começariam a distribuir as senhas. Comecei a conversar com uma mãe a minha frente, que estava na fila para a filha. Ela dizia que achava que onde estávamos com certeza já tinha passado de 300, mas que ficaria para desencargo. Pensei comigo “se eu ficar aqui parada não conseguirei nada” pedi a ela que guardasse o meu lugar e fui voltando para o começo da fila, com o intuito de contar quantas pessoas tinham, mas tinha muita gente aglomerada, de grupinho, impossível contar, e logo me dei conta que realmente onde eu estava já devia passar dos 300.

Resolvi então que teria que ter cara de pau. Bem próximo do começo da fila, passei duas vezes por lá, até que tomei coragem, vi uma menina com cara de legal e pedi que por favor me deixasse ficar ali com ela, pois queria muito o autógrafo da Paula, ela estava com mais uma menina e um rapaz (que só percebi depois que comecei a falar). Eles ficaram me olhando sem expressão enquanto eu pedia, e o rapaz que era japonês, apenas assentiu com a cabeça, fiquei tão feliz!!!! Abracei a outra menina e ela apenas disse “disfarça” para que  quem estava atrás não reclamasse. Sei que é errado cortar fila, mas eu só tinha ido até lá por causa daquele autógrafo!

Quando chegou a minha vez, parecia até filme, bem naquele momento a mulher parou de colocar as pulseiras e pediu ao segurança que ficasse de olho na fila para que ninguém cortasse! 😮 Quando saí, com a pulseira enfim no meu pulso! Me despedi da menina, que estava com uma cara do tipo “ela não vai colar na gente agora né?” E fui comprar uma água. (Ufa)

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Como levei apenas um livro para a Paula autografar,  (seria permitido dois livros por pessoa) resolvi comprar o novo dela (Princesa Adormecida) na verdade, pouco tinha interesse nesse, pois pelo título me pareceu infantil, mas se iria ficar cara a cara com a escritora, que fã eu seria sem o seu livro recém lançado?! Então tive que entrar na aglomeração de pessoas para entrar no stand da editora. A fila ainda estava enorme, mas tinha muita gente aglomerada na entrada, se eu fosse para o final da fila iria perder muito tempo. Os seguranças liberavam aos poucos para que as pessoas fossem entrando. Enfim, entrei peguei o livro, e fui para a fila do caixa. Quando faltava apenas uma pessoa na minha frente, adivinhem só? Caiu o sistema de cartão! –‘ e caixa eletrônico ali não tinha.

Eu estava num grande pesadelo. Tudo tinha que ser difícil! A caixa da Editora disse que caixas eletrônicos só tinham do lado de fora do pavilhão e que teria que pagar para entrar de novo. Eu deveria ter ido precavida para esse tipo de situação, também! Saí de lá e fui tentar na Saraiva, afinal, somente com eles que tinha caído o sistema.

Cheguei na Saraiva, (após me perder de novo naquele labirinto) e adivinhem só? Tinha esgotado o tal livro! Fui até o stand de informações e pedi a localização de todos os stands que eram distribuidores de livros. Novamente não souberam informar esse tipo de solicitação e me direcionaram para a central de atendimento ao expositor. A atendente de lá foi muito prestativa, ticou para mim no mapa, a localização dos stands e a partir daí, andei olhando e entendendo o mapa. Nenhum desses distribuidores tinham o livro. Assim como na Saraiva, um deles já tinha esgotado. Então voltei no stand da Record, já pensando que ia levar um livro só mesmo e pronto, e para minha sorte o sistema tinha voltado! Novamente tive que aguardar para entrar no stand (a fila agora estava bem menor e mais organizada) e deu certo tudo! Eram exatamente 14:11 quando me direcionei para a fila dos autógrafos (tinha iniciado às 13:00).

Por coincidência ou não, a última pessoa da fila era a menina que eu havia pedido para que me deixasse cortar a fila na frente dela horas atrás. Ela até que ficou contente em me ver. Sua amiga tinha ido embora com o namorado (que era o tal japonês). Ficamos conversando desde então. Bianca seu nome. Ela disse que sua amiga foi para a sessão de autógrafos de outra escritora e que  por conta disso tinha desistido de participar da sessão da Paula Pimenta, e até mostrou a pulseira da amiga, na sacola. Fiquei tão sentida por aquilo. Quase que não consegui a minha pulseira, e muita gente na fila também ficou sem e a amiga dela, tinha uma e se desfez sem se importar. 😦

Após alguns minutos, um homem com o olho um pouco puxado (japonês talvez? Ou coreano?) com 3 crianças, duas meninas e um menino no colo, nos perguntou onde era a fila para pegar a senha. Explicamos a ele que já tinha esgotado, e que aquela fila era agora para a sessão de autógrafos. Acabou que depois de conversarmos com ele, a Bianca vendeu a pulseira da amiga dela para uma das crianças, um valor simbólico, segundo ela não fazia tanta questão do dinheiro, mas afinal, ela tinha ficado horas na fila. A outra criança também conseguiu uma pulseira depois, comprando de outra menina por um valor superior, e acabou dando certo! Na hora de entrarmos, por sorte não perceberam que as pulseiras delas haviam sido violadas.

Uma garota atrás de mim na fila era blogueira e apesar de em alguns momentos conversarmos, só soube quando uma menina a abordou pedindo para tirar foto e autógrafo, eu olhei para ela depois que a menina se foi, e perguntei: “Você é famosa e eu não sei?” Ela respondeu “quase isso” e rimos. Seu blog é o “Desejo Adolescente“, seu nome é Camila Mabeloop, 18 anos.

Ficamos 3 horas na fila da sessão de autógrafos. Estavam entrando de 3 em 3, fomos eu, Bianca e a Camila. Ao entrarmos uma moça perguntava os nossos nomes para agilizar e o escrevia em um post-it e grudava em cada livro. A primeira foi a Bianca. Podíamos vê-la com a Paula mas não dava para ouvir exatamente o que falavam. A segunda foi eu! Tinha a fotógrafa própria deles, mas pedi a Camila que tirasse também com o meu celular de onde ela me aguardava para poder entrar. Para variar, meu celular estava com a bateria fraca e ela conseguiu tirar pouquíssimas fotos.

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Quando entrei disse “oi” e a abracei, que correspondeu ao meu cumprimento e abraço. Ela abriu o primeiro livro que levei (Fazendo Meu Filme 4) e quando viu meu nome no post-it, meio rindo disse: “Me ajuda, que esse tá difícil“, pois a letra da outra mulher estava um pouco ilegível. Eu ri, e disse meu nome. Enquanto ela autografava eu disse que era fanzona dela. Ela agradeceu o carinho, e passando para o segundo livro, me perguntou se o já tinha lido (o tal da Princesa Adormecida) fiquei um pouco envergonhada por não ter lido, e disse que ainda não (quase completei dizendo que tinha acabado de comprar), ela disse que eu ia gostar, depois me perguntou qual era meu preferido, eu sem pestanejar respondi: “Fazendo meu filme” sem revelar qual deles exatamente (possui 4 volumes). Eu nunca parei para analisar qual dos 4 era meu preferido, ela perguntou novamente “Qual? Todos?” Nesse momento fiz uma rápida análise, e respondi que gostava mais do 3. (Que é quando a Fani volta do intercâmbio na Inglaterra), completei dizendo que toda aquela briga dela com o Léo, foi muito emocionante (e foi mesmo, pois a forma como ela escreve faz com que nós, nos colocassemos no lugar da protagonista). Ela ouviu tudo atentamente e disse que gostava mais “desse” disse apontando para o livro que levei. Fiquei feliz pela revelação e até comentei: “esse é mais completo né?” (Pois o último livro da série, possui 603 páginas, o dobro que os demais). Ela mantendo o diálogo, perguntou se eu já tinha terminado de lê-lo, eu disse que não, e mostrei onde tinha parado, abrindo o livro onde estava o marcador de página. E completei dizendo que as vezes leio intercalando entre a parte do Léo e da Fani (o livro possui a primeira parte narrado pela Fani, segunda parte narrado pelo Léo, e a terceira narrado pelos dois). Ela chamou minha atenção na hora, e disse para eu não fazer isso, para ler na ordem, senão perdia a graça. Eu entendi exatamente o que ela quis dizer com essa repreensão e disse: “Quando estava lendo a parte do Léo, eu falei: caramba! A noiva dele, é a mulher que a Fani ouviu no banheiro!” Ela disse: “Você viu?” Visivelmente empolgada! Aí nesse momento, posamos para a foto juntas, ela colocou no meu livro o marcador de página oficial do seu novo livro, e me deu um imã de geladeira com a sua foto (simplesmente lindo!) e infelizmente tive que sair. 😦

Me despedi e saí da sala toda boba!!! Na ante sala, esperei pela Camila, tirando fotos dela com a Paula também, e antes de eu sair, o rapaz da sessão de autógrafo violou minha pulseira com cuidado. Quando saí do stand da editora (A sessão foi dentro de uma salinha), fiquei repassando mentalmente tudo que tinha acabado de acontecer, foi tudo muito incrível! Eu achei que ela só fosse autografar, tirar foto e pronto! Não esperava que ela fosse ter toda aquela simpatia, perguntando dos livros e tudo o mais, não por achar que ela não fosse simpática, e sim pelo tempo contado, afinal tinha gente na fila esperando chegar a sua vez! Mas foi muito melhor do que eu imaginava! Ela conversava sem demonstrar pressa alguma, tudo muito bem feito. Após a minha detalhada análise, pude perceber que além de feliz e satisfeita, também estava muito cansada e dolorida, depois de tanto andar e aguardar em pé na fila, estava com pernas e pé doendo. Mas agora sim eu poderia ir embora e descansar…

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Família Do Bagulho

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Título Original – We’re the Millers

Direção: Rawson Marshall Thurber

Ano: 2013

Categoria: Comédia

David Claker (Jason Sudeikis – Quero Matar Meu Chefe) é um traficante que após ser roubado, é obrigado por seu chefe a contrabandear maconha do México. Para não dar muita bandeira com a polícia, cria uma falsa família, com a ajuda de sua vizinha Rose (Jennifer Aniston – Marley e Eu) que por sua vez é uma stripper, Kenny (Will Poulter – As Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada) seu outro vizinho de apenas 18 cuja mãe sumiu há uma semana, e Casey (Emma Roberts – Garota Mimada) recém moradora de rua que fugiu de casa.

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A princípio Rose recusa a proposta, mas como acabou sendo despejada do seu apartamento por falta de pagamento, e também tinha acabado de se demitir da boate (seu chefe exigia que também passasse a se prostituir), não teve outra alternativa senão aceitar ajudar David.

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Kenny é muito mongo e lesado. O jovem de 18 anos não fazia nada da vida sem sua mãe, e aceitou a proposta de primeira. Ele é o personagem mais engraçado do filme, seja pela sua personalidade abobada, como também pela sua cara de paspalho hahaha.

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A rebelde Casey não tinha nada a perder também, totalmente insana em aceitar fazer uma viagem dessas com estranhos rs. Curta e grossa em vários momentos, é o tempero ideal que faltava!

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E porquê não falar do irônico chefe Brad Gurdlinger (Ed Helms – Se Beber Não Case)? Apesar de ser um vilão, cara de pau e sem caráter, é tão engraçado quanto todos os outros!

Todos os atores, exceto o Will, já conhecia de outros filmes, então foi mais um atrativo para que eu assistisse à esse. Repleto de cenas engraçadas, você não fica muito tempo sério na frente da TV. E para te deixar com água na boca, segue abaixo algumas cenas que com certeza te farão rir também:

No avião

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Casey, com sua bela língua afiada, está encarnando a filha estudiosa e recatada, até que propositalmente solta uma pérola para a comissária… Eu ri demais!!!

Policial

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Que existem policiais corruptos nós já sabemos, mas a proposta desse é fora do comum! Kkkkk sobrou para o pobre Kenny

Bebê Atropelado

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Como podem ver na foto, todos estão desesperados pois um “suposto bebê” foi atropelado. O que mais achei engraçado nessa cena, é que onde estão é super deserto e de repente quando o “bebê” é jogado no meio da rua imediatamente surge um caminhão do nada na maior velocidade. Hahaha.

Beijo a três

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Teve um momento que até pensei se não seria pedofilia, mas por não haver maldade entre os personagens, ficou mesmo uma cena bem engraçada e sem noção.

O antes dos personagens:

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E o depois:

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Só o Kenny que não mudou em nada! Hahaha. Está em dúvida de qual filme de comédia assistir hoje? Aí está uma boa pedida! 😉

TRILHA SONORA

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Umas das coisas que mais gosto e reparo nos filmes é a Trilha Sonora, sendo assim, segue abaixo algumas músicas presentes nas principais cenas:

Aerosmith – Sweet Emotion (cena em que Rose faz um striptease para o grande bandido, quem sabe assim consegue salvar sua pele?)

Natalia Kills – Problem (já conhecia essa música e adoro! A colocaram na primeira aparição de Jennifer na boate)

Juliet Simms – Wild Child (quase não se percebe essa música, pois toca por uns 2 segundos em uma determinada cena na boate, mas é simplesmente ótima! Já baixei pra mim);

The Saturday Knights – Count It Off (música de abertura enquanto mostra a rotina do David vendendo sua droga para diferentes pessoas)

Frank Sinatra – South Of The Border (quando chegam ao México)

Rick Ross – Hustlin’ (quando estão embarcando com seus novos visuais, música que caiu como uma luva na cena)

Black Strobe – I’m A Man (logo no início quando David é roubado)

TLC- Waterfalls (todos cantando juntos, felizes após quase serem pegos)

Mickey Avalon – Stroke Me (Cena em que David procura Rose na boate)

ZZ Ward – Put The Gun Down (cena do trailer na estrada)

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Publicado em Histórias Do Milagre

Milagre – Parte 16 “Epílogo”

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Quando concordei com a eutanásia do Milagre, eu já estava esgotada. Esgotada de tanto sofrer, esgotada de tentar e sempre surgir novas complicações, esgotada emocionalmente. O que me doía mais, era ver que todo meu cuidado tinha sido em vão. Não me importava com o fato de que passaria um ano pagando seu tratamento, mesmo que ele não estivesse vivo para eu dizer “valeu a pena”, pois mesmo morto não me arrependo do que fiz, o que me doeu mais, foi ter que desistir, por ser incapaz de continuar cuidando dele. Ele precisaria de cuidados 24 horas e eu não podia contar com mais ninguém. Ninguém que dispusesse desse tempo, ou de boa vontade, não tinha como eu chegar em qualquer pessoa que fosse e dizer: “Olha, salvei um cachorro na rua que foi atropelado, pode cuidar pra mim, enquanto eu trabalho?!” Éramos só nós dois. E além de todos esses motivos, sua recuperação era incerta. Ele não estava tendo qualidade de vida, o pobrezinho vivia deitado todo o tempo, sem mal poder se mexer com uma pata a menos e duas desabilitadas.

Fui vencida pela dor. Pois vê-lo naquela situação me cortava o coração. Se eu soubesse daquela clínica desde o princípio, talvez pudesse ter sido diferente, afinal eles teriam feito todos exames e cirurgias a tempo, onde poderia ter passado menos sufoco nessa trajetória.

Fiquei com ele até fazerem todos os procedimentos, chorei e sofri demais, mas me convenci que era o melhor a fazer. Quando estava indo embora, as senhoras que me consolaram antes, me perguntaram dele e o que tinha acontecido, contei a elas entre lágrimas, e as questionei: “De que valeu isso tudo se ele não conseguiu ficar bom?” e uma delas me respondeu: “De que valeu? Você viu os olhinhos dele olhando pra você? Ele sabia que você fez o que podia por ele”.

Será mesmo? Será que ele sabia que mesmo o conhecendo há tão pouco tempo, eu o amava e queria demais que ele ficasse bom?? Será que ele sabia que eu sofria tanto quanto ele, vendo-o naquela situação?? Será que ele sabia que estava sendo bastante difícil para mim, ter que abrir mão de mantê-lo vivo, porquê eu não tinha os recursos necessários para salvá-lo?? Sei que ele era só um cachorro, mas mesmo assim quero acreditar que ele tinha esse entendimento, pois mesmo sabendo que sua história não teve um final feliz, procuro acreditar que sua passagem na minha vida não foi em vão.

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TRILHA SONORA

 Sum 41 – With You

Measure – Begin Again

Maroon 5 – My Heart Is Open