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10 Músicas Legais que descobri em Fevereiro

Bem vindos a março!!

Terceiro mês do ano, como passa rápido!

Assim como fiz mês passado, novamente trago aquela lista de músicas show de bola que descobri durante o mês que acabou, sejam lançamentos ou não. Preparados? Então vamos lá!

1| Older – Sasha Sloan

Sasha Sloan é uma cantora iniciante. Com apenas 23 anos (fará 24 daqui 8 dias), possui somente 2 EPs, ambos lançados no ano passado: “Sad Girl” em abril e “Loser” em novembro. “Older” descobri por acaso, como sugestão do Youtube, quando estava ouvindo outra música e começou essa na sequência aleatoriamente. Como podem ver, adorei a indicação! 🙂

2| 7 Rings – Ariana Grande

Dia 8 de fevereiro, Ariana Grande lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado: “thank u, next” e apesar de “7 Rings” ter sido lançada em 18 de janeiro, ou seja, antes do lançamento do álbum, descobri essa música só agora. AMEI o single, apesar da letra ser um tanto fútil rs. A batida é gostosa, nos revelando uma Ariana rapper, diferente da cantora pop pelo qual estamos acostumados. Igualmente talentosa.

3| Birdie – Avril Lavigne

Outro álbum foi lançado em fevereiro, sendo: “Head Above Water”, sexto álbum de estúdio da Avril Lavigne. A cantora que estava há 6 anos sem lançar nada, conseguiu alcançar um retorno triunfal, após um longo período afastada por motivo de doença. Inclusive, o álbum inspira-se na sua batalha contra a doença de Lyme. Suas músicas estão mais maduras e já tenho a minha preferida: Birdie! Que letra, que melodia, que tudo!! Se virasse single seria lindo. ❤

4| Whatever You Want – P!nk

Essa música integra o sétimo e mais recente álbum de estúdio da P!nk, lançado em 2017. Descobri essa canção por acaso, como sugestão do Spotify, ao final de determinada playlist minha. Ouvi, gostei e na minha biblioteca já adicionei! 😉

5| The Middle – Zedd, Maren Morris, Grey

Você provavelmente já ouviu essa música tocando nas rádios. “The Middle” foi produzida em parceria com três músicos: Zedd, que é um produtor russo-alemão de eletronic music; A cantora Maren Morris e o grupo musical, Grey. Eu nunca tinha ouvido falar em nenhum dos três, até conhecer esta canção. 

6| Taste – Betty Who

Betty Who é uma cantora consolidada, que está no mercado da música desde 2013. “Taste” é faixa integrante do seu mais recente álbum, intitulado: “Betty”, lançado dia 15 de fevereiro. Uma música dançante e alegre. Descobri por acaso como sugestão do Spotify (que a propósito está arrasando nas suas indicações hehe).

7| Fábio Assunção – Bartz

Esta não é nenhum lançamento, desde 2018, mas que conheci só agora. Com uma mistura de eletrônico com funk, “Fábio Assunção” é uma música em que a letra zoa a condição do ator, que possui um histórico catastrófico com drogas ilícitas. Segundo o próprio Fábio, houve um acordo entre ele e o cantor Bartz, para que 100% do dinheiro arrecadado com esta música, fosse doado para instituições que tratam de dependentes químicos.

8| Terremoto – Anitta, MC Kevinho

Anitta é o maior ícone brasileiro da atualidade. Sempre fazendo parcerias com artistas nacionais e internacionais e desta vez foi com o funkeiro MC Kevinho. O videoclipe de “Terremoto” foi lançado em primeiro de fevereiro e como acompanho as novidades da cantora, essa foi mais uma música que descobri mês passado.

9| Bola Rebola – Tropkillaz, J Balvin, Anitta (ft. MC Zaac)

Ainda falando de Anitta, no finzinho de fevereiro outra música foi lançada em parceria com a cantora. “Bola Rebola” é uma mistureba de idiomas e ritmos. Português, inglês e espanhol, tudo numa música só. Me lembrou muito de “Vai Malandra”. Seja pela repentina e abrupta mudança da batida em determinadas partes da música, seja pelas tantas parcerias masculinas ou pelo videoclipe também tendo a favela como cenário. Só que ao contrário de “Vai Malandra”, “Bola Rebola” me conquistou já na primeira ouvida. 😀

10| Contramão – Pitty

Mudando da água para o vinho, para fechar vamos de rock! Como sugestão do próprio Spotify, quando terminou de tocar todas as músicas da minha playlist “Rock Nacional”, ele trouxe “Contramão” da Pitty. Música lançada em 2018, mas que (por enquanto) não integra nenhum álbum da cantora (o último foi lançado em 2014). Falando na Pitty, vocês acreditam que ela já tem 41 anos??? 😮 Eu jurava que ela tinha 10 anos a menos!!

Fico por aqui então, com essa lista maravilhosa das principais músicas que conheci em fevereiro. Gostou de alguma? Não deixe de participar nos comentários! 🙂

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Show Falamansa

Falamansa é uma banda de forró brasileira que está na ativa desde 1998. Por acaso fiquei sabendo desse show, que ocorreu ontem (dia 02), e resolvi ir lá assisti-los, já que curti muito o som deles na minha infância, além do ingresso estar consideravelmente barato (Camarote R$ 100) e a casa noturna no qual se apresentariam, Invictus Hall (localizada na Av. Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello, 2921 – Vila Prudente), ser pequena, o que signficava que eu teria uma boa visão deles no palco.

Fui com a minha mãe (que também possui boas lembranças do som deles), chegamos quase 22:30 (cujo horário informava no voucher que seria aberto os portões), bem animadas e observamos que já possuía uma galera espalhada na calçada do lugar, aguardando para poder entrar também. A liberação das pessoas para que entrassem, atrasou pelo menos meia hora, mas não nos deixamos abater, afinal, qual casa de show não tem problemas técnicos, que atrasam a abertura dos portões, não é mesmo?

Quando enfim pudemos entrar, fomos exatamente a segunda dupla na fila do caixa (na nossa frente, havia apenas um casal) e a atendente responsável por preencher o cadastro, conferir os vouchers e liberar as pulseiras e comandas, era um tanto devagar, levando mais meia hora para conseguir chamar o próximo. Percebemos que também houve um problema técnico (mais um) e que o sistema dela tinha travado, pois outra pessoa precisou ser acionada.

Dadas as circunstâncias, em que já haviam demorado para abrir os portões, esperávamos que a partir do momento em que estivéssemos dentro, as coisas começassem a fluir normalmente, o que infelizmente não aconteceu.

Logo quando entramos, perguntei ao segurança se saberia nos informar qual o horário que o Falamansa entraria no palco e tivemos uma surpresa, não muito boa, quando o mesmo respondeu que seria lá pelas 2h ou 3h da manhã. Tínhamos ido apenas para o show deles e teria feito uma puta diferença se eles tivessem informado esse pequeno detalhe no voucher, mas via-se a ganancia do estabelecimento em fazer com as pessoas chegassem bem mais cedo, para que durante esse tempo consumissem lá dentro, dando maior lucro do que o valor pago no próprio ingresso.

Eu havia comprado o ingresso na área VIP, mas quando soubemos da demora que seria para eles entrarem e que não havia assentos para que aguardássemos confortavelmente, paguei a diferença para que tivéssemos acesso ao camarote, pois lá sim haviam grandes sofás para nos acomodarmos.

Seguimos para os nossos lugares, afinal, meia hora em pé na entrada e mais meia hora em pé na fila, não nos restou muito ânimo para continuar em pé dançando. Guardamos nossas energias para quando o Falamansa entrasse no palco, o que decepcionantemente aconteceria muitas horas depois, e nos sentamos.

Pedi um drink para mim (a melhor opção que me ocorreu foi caipiroska) e uma porção de frango a passarinho para comermos. Esse frango, minha gente, levou milênios para ficar pronto (e olha que o lugar ainda nem estava cheio). Chegou uma hora depois, quando a banda de abertura já tinha subido ao palco. A moça justificou a demora devido ao frango estar empedrado no gelo, o que, na minha opinião, só mostrava a desorganização da casa, pois sabendo que eles tinham essa opção no cardápio, já deveriam ter deixado mais ou menos no jeito, não é mesmo?

E a caipiroska? Ao longo das 4 horas que permanecemos lá, tomei umas seis e sequer consegui ficar bêbada, justo eu que costumo ficar alegrinha no primeiro copo. Sinal que economizaram na Vodka e que misturaram com água, já que tinha mais gelo do que tudo. As últimas doses que pedi pareciam suco de limão, ou seja, no Invictus você paga por algo e o que recebe é bem inferior ao que foi pedido.

Divulgação: @bandaswing66oficial

A banda de abertura se chamava Swing 66. Confesso que eu nunca tinha ouvido falar, mas realmente eles deram um show. Cantaram todos os tipos de músicas, desde as mais antigas até as atuais (passando até mesmo por Pablo Vittar, Iza, Ludmilla e O Rappa), fizeram um medley dos funks que estão na moda e ainda chamaram uma mulher da plateia para subir ao palco, onde dançou com um dos vocalistas, enquanto eles tocavam uma versão dançante de “Corazón Partío” do Alejandro Sanz. Não contabilizei o tempo exato que eles permaneceram no palco, mas em torno de uma hora e meia, mais tempo que o próprio Falamansa, se você quer saber…

O intervalo entre uma banda e outra foi algo absurdamente demorado. Eu já estava sem paciência com tanta espera e para variar nem consegui ficar bêbada para não perceber tudo isso. Achei que assim que terminassem de preparar o palco para o Falamansa, eles já subiriam, mas ainda teve uma espera de mais ou menos quase meia hora. Eu já estava quase levantando e indo embora. Não sei o que aconteceu (nem se realmente aconteceu algo para demorarem tanto), mas achei uma grande falta de respeito com quem tinha ido até lá só para vê-los e estava recebendo todo aquele chá de cadeira.

O vocalista, Tato, foi o último a subir no palco e já chegou cantando a melhor música deles, que faz sucesso até os dias de hoje: “Xote dos Milagres”. Senti uma emoçãozinha vendo-os tão de perto, cantando ao vivo uma das minhas músicas preferidas, que até me esqueci (momentaneamente) de toda aquela demora para darem o ar da graça. Contudo, após alguns minutos de show, cheguei a conclusão que talvez não tivesse valido tanto a pena ter ido assisti-los.

Com mais de cinco álbuns lançados, eles poderiam ter explorado melhor o próprio repertório, pois cantaram diversas músicas de outros artistas, como se já não tivessem uma infinidade de músicas deles mesmo. “Xote Universitário”, por exemplo, é uma música que gosto muito e sequer foi tocada. Remixaram uma boa parte de suas músicas, deixando-as mais agitadas, quando o legal do som deles é a originalidade da batida do forró mesmo. Sem contar as vezes em que o Tato, numa tentativa de interagir brincando com a plateia, nos fazia gritar coisas como: “Lá lá lá lá”, “Eô” e “Bu” repetidas vezes, como se fôssemos um bando de crianças no show da Xuxa. Patético.  Alguém precisava avisá-lo que aquela brincadeira já tinha ficado chata.

Rindo à Toa”, que eu achei que assim como “Xote dos Milagres” seria uma das primeiras, foi deixada para o final:

Percebi que no decorrer da apresentação, a casa foi ficando mais vazia (principalmente nos camarotes) e me decepcionei por ter me abalado de ir até lá para assistir um show tão meia boca. Fomos embora antes que eles deixassem o palco.

E se já não bastasse as decepções com a casa noturna e com a performance do Falamansa, ainda tivemos uma nova decepção com o vendedor ambulante, pelo qual compramos um lanche na calçada da casa noturna. Pedimos um singelo misto quente, que ao ser servido tinha gosto de tudo, menos de misto quente. Paguei por um lanche que demos uma única mordida e jogamos fora.

É impressionante a ganancia desses vendedores de lanche que ficam em porta de balada, casas noturnas e etc. Fazem um lanche com o pior que há no quesito de qualidade alimentícia, contando com a ideia de que as pessoas que sairão desses estabelecimentos estarão completamente bêbadas, incapazes de perceberem o quão ruim é a comida que estão comendo.

Enfim, não vou dizer que foi uma noite de sábado totalmente desperdiçada (apesar de realmente ter sido), pois tudo que acontece de ruim ao menos tem o propósito de servir de aprendizado.

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10 Músicas Legais que descobri em Janeiro

Bem vindos a fevereiro!!

E aí, o que fizeram no primeiro mês do ano? Começaram com o pé direito?

Sabe, antes da virada do ano, fiz aquelas promessas internas que sempre fazemos para nós mesmos no início de cada ciclo e entre essas promessas/objetivos pessoais, me comprometi a SEMPRE que eu descobrisse uma música nova que fosse bacana, eu anotaria!

Segui a risca essa meta mensal nesse primeiro mês e adivinhem só? 49 músicas que eu nunca tinha ouvido na minha vida, foram acrescentadas na minha biblioteca do Spotify!

Sabe quando você coloca determinada playlist que você criou para tocar, sem ticar a função repetir playlist? Então, quando a mesma chega ao fim, sem essa opção ticada, o Spotify continua trazendo outras músicas que não estão salvas na sua biblioteca, seguindo o mesmo estilo da playlist que você estava escutando. Sabiam dessa? Foi assim que descobri, uma boa parte, de tanta música nova! 😀

Claro que, não vou inserir as 49 músicas aqui, haja ouvidos! Rs. No entanto, selecionei as 10 melhores para que vocês também possam conhecer e assim, quem sabe, entre para a biblioteca de vocês também! Preparados? 😉

1| Like That – Bea Miller

Bea Miller é uma cantora norte-americana talentossísima de apenas 19 anos. Ficou em nono lugar na segunda temporada do The X Factor dos Estados Unidos e atualmente tem contrato assinado com duas gravadoras, sendo a Hollywood Records e Syco Music. (Poderosa!) Tem outra música dela que também descobri e resolvi incluir nessa lista. Confiram abaixo:

2| Yes Girl – Bea Miller

Sucesso sim, claro ou com certeza??

3| Watch – Billie Eilish

Eu já conhecia uma outra música dela (bellyache), mas quando ouvi “Watch” foi como se eu NUNCA TIVESSE OUVIDO UMA BOA MÚSICA na vida! Melhor canção de todos os tempos! Quem aí concorda comigo?!

4| Mermaid – Skott

Somente eu que me emocionei com esta música?? Skott é uma cantora sueca, iniciante e seu estilo musical lembra bastante a Lana Del Rey. Lançou algumas músicas avulsas (incluindo esta) em 2016 (mais precisamente 8 músicas e 2 videoclipes) e somente em 2018 lançou seu primeiro EP. Uma cantora nova com bastante potencial, já estou torcendo para que sua carreira deslanche! 🙂

5| Our Hearts Are Wrong – Jessica Lea Mayfield

Aquele tipo de música para ouvir enquanto relaxa. Em contraponto com Bea Miller e a Skott que são cantoras em início de carreira, Jessica é uma veterana da música. Na ativa desde 2006, possui um total de 5 álbuns de estúdio e 1 EP.

6| Phase Me Out – Verité

Fala se essa música não é uma delícia?? Não consigo imaginar outra voz casando tão bem com essa melodia, quanto a da Verité! A propósito, eu já conhecia uma outra música dela, chamada: “Need Nothing” igualmente maravilhosa, mas com uma pegada mais sexy. Vale a pena ouvir também!

7| Don’t Panic – XYLØ

Eis aqui um popzinho bem gostosinho. Uma curiosidade muito interessante (e que a priori não percebemos) é que XYLO na verdade são uma dupla (os irmãos Paige Duddy e Chase Duddy). Que nem Sofi Tukker em que apesar de ser uma dupla, somente a mulher canta.

8| My Medicine – The Pretty Reckless

Trouxe um pouco de rock também, pois merecemos, né?? Eu só conhecia uma música desta banda até hoje (a clássica “Fucked Up World) e agora estou apaixonada por My Medicine. Não é engraçado ver uma vocalista roqueira com a maior cara de patricinha?? Rsrs.

9| Segue o Som – Vanessa da Mata

Estava eu dentro de um sebo, quando de repente começou a tocar essa música. Na hora identifiquei ser a voz da maravilhosa Vanessa da Mata e após ouvir mais um pouco (até o refrão), tive a certeza que queria ter essa música na minha biblioteca também! Ativei o Shazam! Música popular brasileira é tudo de bom!

10| Xote Universitário – Falamansa

E para fechar vamos de forrózinho? Prestem atenção na letra dessa música! Ainda bem que já terminei a faculdade… rs. Aproveitando o gancho, amanhã (dia 02) terá show do Falamansa em São Paulo!! Eu já comprei o meu ingresso! Bora se encontrar lá?! 😀

E é isso… em março espero trazer mais uma lista de músicas legais que descobrirei durante esse mês. Gostaram dessas? Já conheciam alguma? Me conta tudo nos comentários!!!

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L.E.J.

Há alguns anos atrás, que não sei mensurar exatamente quantos, lá estava eu passando o tempo, um pouco entediada, pelo feed do Facebook, até que, de repente, me deparei com um vídeo de três mulheres cantando. Parei nelas para assistir, sem muita expectativa, e, no entanto, fui completamente fisgada. Elas cantavam um medley fantástico de várias músicas, que por acaso eu conhecia, mas com uma sonoridade única que percebia-se ser o estilo próprio delas! Fiquei encantada! ❤️

Quem são essas meninas?? São famosas?? De onde vieram?? Foram as dúvidas que imediatamente surgiram na minha cabeça. Fui atrás de mais vídeos e adivinhem só? Encontrei outro medley igualmente maravilhoso:

Como elas conseguiam cantar tão rápido em certas partes das músicas?? Pronto. Bastou dois vídeos para que eu já tivesse virado fã.

L.E.J. (Elijay) é a abreviação de seus nomes: Lucie Lebrun, Élisa Paris e Juliette Saumagne. São francesas e ficaram famosas justamente por produzirem vídeos como esses dois que vimos acima (anteriormente teve o Summer 2014). Élisa e Lucie são as cantoras principais (já lhes adianto que Élisa é a minha preferida ⭐️) enquanto Juliette faz o back vocal e toca violoncelo. São amigas desde a infância e todas as três nasceram em 1993 (mais novas que eu rs) no subúrbio de Paris em Saint-Denis. Até o momento possuem dois álbuns lançados, que são: En attendant l’album de 2015 e Poupées russes de 2018.

En attendant l’album

Esse álbum possui 11 faixas, sendo que 10 são covers (maravilhosos diga-se de passagem) e apenas uma composição original: “La dalle”. Confesso que fiquei muito surpresa quando descobri que todas as outras músicas eram regravações, pois, apenas “Survivor” (das Destiny’s Child), “Get Lucky” (do Daft Punk) e os medleys: “Summer 2015” e “Hip Hop Mash Up” eu já conhecia e sabia que não eram composições próprias.

Agora “Jimmy”, por exemplo, se tornou a minha música preferida deste álbum e quando fui atrás da letra, me surpreendi ao descobrir que na verdade, a canção pertence a um grupo musical franco-americano, chamado Moriarty. Até fui ouvir a versão original e adivinhem só? Não chegou nem aos pés da versão criada pelas meninas do L.EJ.! Deem uma conferida:

Outra música que também gostei bastante, é “Can’t Hold Us”, a composição original pertence a uma dupla chamada Macklemore & Ryan Lewis, e a versão original também é muito boa, num ritmo completamente diferente ao que foi gravado pelas meninas. Recomendo as duas versões!! “Hanging Tree” que faz parte da trilha sonora de Jogos Vorazes, também tem seu cover em En attendant l’album, entre outros. E para fechar as minhas considerações sobre esse álbum, deixo vocês com o videoclipe de “La dalle”:

 

Agora vamos falar de Poupées russes

Poupées russes

Agora sim um álbum totalmente delas, com composições próprias em francês!!! Possui 12 faixas e até o momento há dois singles sendo trabalhados: “La Nuit” e “Acrobates”. Abaixo, o videoclipe mais recente de 6 meses atrás:

Deste álbum, a minha preferida mesmo é: “Par Ego” que é apesar de ser a terceira faixa, foi a primeira a me fisgar:

Além dessas, também podemos destacar “Poupées russes” – título do álbum e primeira faixa do CD – e “Le verbe” que é, nada mais, nada menos que, a segunda composição original delas, depois de “La dalle”.

Enfim, é isso people. Deixo vocês com essas musas talentosíssimas. Se alguém aí, assim como eu, também já aderiu ao Spotify, é só buscar pela sigla L.E.J. e dar play! Vocês também vão se apaixonar! ❤️

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As 10 Melhores Canções de Amor

Good night people!

Hoje estou mais amorosa que o habitual e resolvi trazer uma playlist especial de músicas românticas. Mas não são apenas músicas românticas e sim AS MELHORES canções de amor! Seja melhor na melodia, na letra, enfim, tudo! Preparados?? Então lá vamos nós!

1- “Blue Jeans” da Lana Del Rey, na minha humilde opinião, não é só uma belíssima canção, mas também a MELHOR canção já gravada por ela. Ainda que seja uma música antiga, do álbum “Born to Die” de 2012, continua sendo a minha música preferida até hoje, não desmerecendo as outras, igualmente incríveis, que ela lançou de lá para cá. Felizmente essa canção se tornou single e a escolha do branco e preto para o videoclipe deu um resultado ainda melhor! Amo!

 

2- “Give You What You Like” da Avril Lavigne é sem sombra de dúvida umas das canções mais lindas que ela já gravou. Só é uma pena que esse álbum, de 2013, não tenha sido bem explorado e a música não tenha feito o real sucesso que merecia.

 

3- Quando ouvi “Don’t Blame Me” do álbum mais recente da Taylor Swift, Reputation de 2017, quase tive um treco! Sabe quando você ouve uma música tão incrível que até sente uma emoçãozinha? Tem músicas que eu preciso ouvir mais de uma vez para gostar, já essa foi amor à primeira vista!! Que tradução linda!! Essa música conseguiu desbancar todas as outras músicas românticas que ela já lançou!!

 

4- “Figure 8” da Ellie Goulding é outra música que você precisa conhecer!!! Do álbum Halcyon de 2012 é a minha música preferida dessa cantora! Que melodia, que letra, que videoclipe! Tenho certeza que você também vai a-m-a-r!!

 

5- “Bad At Love” da Halsey, presente no seu segundo álbum hopeless fountain kingdom, foi outra música que me apaixonei à primeira ouvida. Posteriormente fiquei mega feliz quando se tornou single, mas acabei me decepcionando um pouco com a simplicidade do videoclipe. Além de não ter entendido muito a relação da história retratada com a letra da música rs. Mas enfim, é uma música bela!

 

6- Falando em Halsey, não poderia deixar de citar “Him & I” do G Eazy em parceria com a cantora. Faixa integrante do seu mais recente álbum de 2017, The Beautiful & Damned, eles estavam literalmente juntos quando gravaram, o que contribuiu para que todo o conjunto ficasse ainda mais lindo e perfeito (música e videoclipe). Até mesmo a imagem distorcida do vídeo foi proposital, atribuindo um estilo mais marcante ao resultado final.

 

7- Você muito provavelmente nunca deve ter ouvido “The Harold Song” da Kesha. Essa música faz parte do seu segundo álbum, “Cannibal” de 2010, e tem uma letra de partir o coração. Perfeita para ouvir na fossa.

 

8- “Higher” da Rihanna é para aqueles amores bandidos. Sem melação, mas ainda assim romântica. A faixa faz parte do seu álbum ANTI de 2016 e tem apenas 2 minutos de duração, acredita?! Parece apenas uma recitação, pois sequer possui refrão.

 

9- Vamos agora falar de uma clássica que provavelmente você já conhecia: “Big Girls Don’t Cry” da Fergie. Do seu primeiro álbum solo “The Dutchess”, de 2006. Não consigo pensar em nenhuma outra música romântica dela que tenha feito tanto sucesso quanto essa até os dias de hoje.

 

10- E para fechar essa playlist maravilhosa, ficamos com “Blow Me” do álbum The Truth About Love, de 2012, da P!nk. Ela fala de decepção amorosa de um jeito sem ser meloso, chutando o pau da barraca, daquele seu jeitinho Pink de ser.

Essa e outras playlists, presentes no blog, podem ser ouvidas sem interrupções no Meu canal do YouTube. Se inscreve lá! 😀

Gostaram? Já conheciam? Me deixe saber nos comentários!

Beijooooos.