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Será que Kesha sobrevive?

RIMINI, ITALY - APRIL 16: Kesha arrives at the Calzedonia 'Forever Together' show on April 16, 2013 in Rimini, Italy. (Photo by Venturelli/WireImage)

Momentos difíceis a cantora Kesha está passando. Como sabem sou fã de suas músicas (inclusive já postei aqui no blog, sobre seu show ao qual eu fui, há um ano no Credicard Hall) e me indignei ao saber que talvez nunca mais possa ouvir uma música nova da cantora, ou ter a oportunidade de ir em outro show seu. Kesha já está fora do mercado há algum tempo, seu último álbum “Warrior” foi lançado em 2012 e um tempo após seu lançamento, ela foi para um centro de reabilitação por distúrbios alimentares.

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Após sair de lá, já recuperada, removeu o “$” de seu nome, fez um show repentino no Brasil, e desde então segue com sua carreira empacada, pois está enfrentando uma batalha judicial contra seu ex-produtor Dr. Luke (produtor esse que é muito conceituado no cenário musical, já trabalhou com artistas como Avril Lavigne, Katy Perry, Kelly Clarkson, entre outros). Após sair da cliníca, Kesha que estava se sentindo bastante infeliz com Luke, resolveu colocar as cartas na mesa e processá-lo por tudo de ruim que lhe causou, a cantora o acusa de abuso sexual e pressão psicológica, segundo a cantora, ele a induzia até mesmo ao uso de drogas. Iniciado esse processo, a intenção de Kesha era se desvincular do produtor, antes do término de seu contrato, sem ter que pagar a multa milionária, devido a tudo de ruim que passou, durante o tempo em que trabalharam juntos.

Dr. Luke e Kesha

Luke em contrapartida, processa Kesha por difamação, alegando que a cantora está inventando história, para conseguir sair da gravadora sem pagar a multa que se deve. Será mesmo que Kesha faria todo esse reboliço apenas por questão financeira? O que percebemos é que a cantora se precipitou, a atitude sensata de sua parte, seria continuar trabalhando com Luke (mesmo insatisfeita) até que encerrasse seu contrato, evitando todo esse transtorno. A briga está feia, e se a nossa querida cantora perder esse processo, acabou Kesha, pois a mesma afirma que caso perca, sua carreira estará acabada! 😥

kesha-show-Brasil-2015

Seu show no Brasil (ao qual eu fui) não foi sucesso de bilheteria, devo admitir, mas  mesmo assim foi maravilhoso (até mesmo por que a pista Premium não estava tão lotada), ela interagia muito com os fãs e cantou muito bem ao vivo. Será uma lástima, se ela encerrar sua carreira (tanto para ela, quanto para quem curte sua música). Vou permanecer na torcida para que vença o processo, mas considerando que esse produtor é uma pessoa muito poderosa, tenho minhas dúvidas referente a isso, tanto que a própria mãe de Kesha se pronunciou na mídia, pedindo ajuda aos outros artistas, entretanto ninguém se manifestou a favor da cantora. Vamos aguardar a sentença!

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Camila Moreira e Carine Raposo na Bienal do Rio

Carine Raposo e Camila Moreira

Imagina que maravilhoso seria, se você, que está escrevendo seu primeiro livro, tivesse a grande oportunidade de ver a sua vida mudar, ser convidada para participar de um grande evento como a Bienal do Livro e melhor ainda: conhecer diversos leitores e fãs, que você nem imaginava que tinha!!

Carine Raposo

Quem viveu essa maravilhosa experiência, e me contou um pouquinho dessa emoção, foram as escritoras Camila Moreira (autora da duologia “O Amor Não Tem Leis” e “8 Segundos”) e Carine Raposo (“O Penhasco” e “Olhar de Fogo”). Para você que ainda não conhecia essas beldades, ou conhecia apenas uma delas, farei uma breve introdução!

Camila Moreira

Elas escrevem gêneros de livro totalmente diferentes uma da outra! Enquanto Carine nos encanta com suas histórias de fantasia, suspense e romance (sim, ela conseguiu mesclar os três!), Camila é uma Sylvia Day brasileira, que simplesmente arrasa com seus livros eróticos! Ressalto que suas histórias não possuem só a erotização, mas sim todo o enredo de uma personagem cativante, com uma pitada daquilo que todo mundo gosta! 😉

O Amor Não Tem Leis

Ambas marcaram presença na Bienal do Livro, que ocorreu em Setembro desse ano, no Rio de Janeiro, e aproveitando que elas estiveram lá, pedi que respondessem o questionário abaixo, para que assim como eu, você possa saciar a sua curiosidade sobre esse mundo incrível e mágico, e mais ainda, ficar por dentro de como é realizar o sonho de publicar seu livro.

Para que não fique um post muito extenso, o dividirei em duas partes, hoje será com elas nos contando como foi participar da Bienal, e no próximo post, sobre o processo para a publicação do primeiro livro. Estão preparadas? Então vamos lá! 🙂

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Camila Moreira

1- Foi sua primeira Bienal? Como se sentiu? Foi do jeito que você esperava?

Camila: Essa foi minha segunda Bienal, porém a primeira no Rio de Janeiro, e por isso foi uma experiência gratificante. Em 2014 estive pela primeira vez em um evento literário, tanto como escritora como leitora. Foi emocionante, entretanto, este ano foi algo que ficará eternamente em minha memória. Foi muito mais do que eu esperava, e realmente fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que me reconheceram.

Carine: Sim, foi incrível. Me senti em um parque de diversões. Trabalhar 10 dias consecutivos nesse mundo fantástico dos livros, ao lado de outros escritores e conhecer novos leitores todos os dias, foi um sonho. E o livro ainda teve a primeira edição esgotada antes do previsto.

2- Em média, quantas pessoas lhe visitaram por dia?

Camila: No sábado, dia 05/09, tivemos um encontro de autoras da Suma de Letras e Seguinte, selos do Grupo Companhia das Letras. O evento contou com, além da minha presença, Juliana Parrini, Raphael Montes e Capitolina, e ocorreu por volta das 20h, ou seja, um pouco tarde, mas para minha surpresa, quando cheguei ao auditório, uma fila já se formava aguardando a entrada ser liberada. Foram mais de 300 pessoas, e ficamos no local até às 22h.

No segundo dia (06/09) foi realizada uma sessão de autógrafos no estande da Companhia das Letras. O planejado era começar às 19h30min, mas devido a quantidade de pessoas que estavam aguardando, comecei a autografar às 16h, ficando no estande até pouco mais das 21h. Não sei precisar a quantidade de pessoas, mas foram 5 horas de autógrafos.

Da mesma forma foi no dia 07/09, quase 3 horas de autógrafos e fotos. E, mesmo fora de eventos oficiais da editora eu visitei estandes e autografei em qualquer lugar em que passava.

Carine: Não cheguei a calcular quantas pessoas por dia, mas várias me procuraram ao longo da feira dizendo que me conheciam do facebook ou do Wattpad, foi sensacional.

3- Quantos livros possui publicados? Houve lançamento de algum livro novo? Qual?

Camila: Tenho três livros publicados. Em 2014 foi lançado da duologia O Amor não tem leis, e nesse ano, em Abril, lançamos 8 segundos. Foram esses livros que autografei na Bienal.

Duologia o Amor não tem leis

8 Segundos

Carine: Possuo dois livros publicados, O Penhasco em formato físico e Olhar de Fogo em ebook.

O Penhasco

Olhar de fogo

4- Dos autógrafos que deu, qual dos seus livros foi o mais autografado?

Camila: Acredito que, por ser o mais recente, 8 segundos tenha sido o livro mais autografado.

Carine: Somente O Penhasco, por ser o único em formato físico.

5- Como sabemos, nem tudo são flores… Houve alguma situação ou momento que se sentiu desconfortável ou não gostou de algo? Se sim, justifique.

Camila: Não tive nenhum momento que não tenha gostado. Os únicos momentos em que me senti desconfortável foram quando ia aos eventos de outras autoras. Acabava tumultuando a fila, tirando foto e autografando livros. E, por isso não me sentia muito bem “bagunçando” os eventos das colegas (risos).

Carine: Apenas a organização das filas de entrada e o fato dos autores credenciados serem obrigados a dar uma volta imensa todos os dias para entrar no RioCentro.

6- Quando começou a escrever seus livros, imaginava que um dia estivesse na Bienal?

Camila: Quando comecei a escrever eu sequer imaginava ser escritora, que dirá estar em uma Bienal. Foi, com certeza, o ápice de toda minha recente carreira como escritora.

Carine: Nunca! Rs Quando comecei, tinha apenas o sonho de concluir um livro.

7- O que você mais gostou dessa experiência? A viagem, os fãs, ou o reconhecimento e notoriedade?

Camila: Antes da Camila escritora existe a Mila leitora. Estar em uma Bienal já é fascinante pelo simples fato de vivenciar, nem que seja por um dia, tudo que aquele local nos reserva. E, poder fazer isso tendo seu livro exposto em uma das maiores editoras é ainda mais gratificante. Tudo foi especial para mim. Eu amo o Rio de Janeiro, e fiz amigos verdadeiros nessa cidade, amigos que antes conhecia apenas através dos livros, e das redes sociais, e que hoje fazem parte da minha vida. Viajar com minha irmã e meu namorado também me ajudou muito, tornando tudo mais divertido. Mas, com certeza, os encontros com meus leitores foram os momentos mais felizes que tive durante a Bienal.

Carine: Eu diria que tudo! Rs. Mas por ordem, o carinho dos leitores (porque sem eles, o livro não existe), o reconhecimento e a notoriedade.

8- Pôde conhecer algum outro autor que gostava muito? Se sim, qual e como foi?

Camila: Sim. Além de rever a Babi Barreto, uma escritora mineira que sou apaixonada, eu também tive o prazer de ter a Juliana Parrini ao meu lado em todos os eventos. E conheci autoras que admiro muito e que passei a ter um carinho especial depois que as conheci pessoalmente: Bianca Briones e Babi A. Sette me deixaram apaixonada.

Carine: Pude! Além de encontrar diversos autores nacionais divos, consegui conhecer Josh Mallerman, autor de Caixa de Pássaros, um livro que adorei.

9- Psicologicamente deve ter sido uma experiência incrível, ter seu trabalho reconhecido e ser querida por seus leitores, mas e quanto ao desgaste físico? Foi muito exaustivo? O que lhe cansou mais, a viagem ou ter que ficar por horas sentada, na Bienal?

Camila: A viagem em si já me cansa muito. Eu moro no interior do MT, e para chegar ao Rio de Janeiro às 18h, tive que sair da minha cidade à 1h, ou seja, de madrugada. São 6 horas de ônibus até chegar em Cuiabá, de lá peguei o voo para Brasília, e só então voei para o Rio. A Bienal foi bem cansativa. O local do evento era muito afastado de onde estávamos hospedados, e devido às obras para as Olimpíadas, o trânsito era imenso, chegando a levar 2 horas de viagem.

No primeiro dia não fiquei muito cansada, mas tive um “probleminha”. Fiz uma homenagem a minha personagem de 8 segundos, a Pietra, e usei botas texanas. Foram 10 HORAS de Bienal usando botas. Cheguei em casa com os pés cheio de bolhas.

No último dia, o cansaço chegou, o que era de se esperar, mas tudo, cada segundo, valeu a pena. Eu faria tudo novamente sem pensar duas vezes.

Carine: Eu viajava duas horas por dia para ir e duas para voltar, além de passar o dia todo de pé. Mas acho que o fato de ser pela Bienal renovava minhas forças diariamente. Claro que quando chegou ao fim, passei um dia inteiro deitada no meu quarto rs.

10- Tem vontade de repetir a experiência daqui dois anos? De 0 à 10 como classificaria?

Camila: Posso te responder; Claro, sim ou com certeza. 9, pois queria ter ficado mais dias.

Carine: Demais! E com certeza darei um jeito de estar na de SP também! 11! Mil vezes 11.

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Guerra Mundial Z

Guerra Mundial Z~3

Título Original: World War Z

Ano: 2013

Categoria: Ação / Suspense

Imagine que você está indo trabalhar, como em qualquer outro dia, até que percebe um caos na cidade, pessoas correndo, bombas explodindo, caminhões passando por cima de tudo e todos, deixando você atônito no meio de tanta bagunça. Assim é o começo de Guerra Mundial Z, tensão e adrenalina logo nas primeiras cenas!

Filme Guerra Mundial cenas

Gerry (Brad Pitt – O Curioso Caso de Benjamin Button) é o nosso protagonista, lutando o filme inteiro para salvar a si mesmo e a sua família (esposa e duas filhas).

A definição correta desses seres estranhos que vemos no filme, é zumbis. Mas não são zumbis pacíficos, que andam lentamente como em The Walking Dead, são mais rápidos até mesmo que um ser humano normal, investem contra carros para quebrarem os vidros, puxam as pessoas pelo braço, a única semelhança é que também são atraídos pelo barulho.

Guerra Mundial Z cenas

Gerry, é um ex-investigador da ONU que tem a chance de ir para um lugar seguro, mas precisa ajudar a descobrir como parar esses seres, pois só assim poderá garantir a segurança da sua família. O filme é pura tensão do começo ao fim! Cada apuro que Gerry passa, ficamos com os olhos colados na tela, de tão desesperadoras que são as cenas! E o final? Simplesmente genial! Recomendo!

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