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As 7 Melhores Músicas POP Internacional

Desde que me conheço por gente, sempre fui apaixonada por música. Afinal, é uma das melhores coisas da vida, né? E a paixão pela música pop não tardou a aparecer também. Começou com Sandy & Junior, depois veio Kelly Key, Rouge e Wanessa Camargo. A princípio me apaixonei pelo Pop Nacional, até que, na adolescência, conheci o Internacional e aí, minha gente, os meus ouvidos subiram para outro patamar sonoro! 😌 Descobri um mundo mágico! Repleto de efeitos especiais, batidas marcantes e letras incríveis. Músicas tão gostosas de ouvir e dançar, que mesmo após anos, ainda fazem parte da minha biblioteca musical.

 

Em homenagem a toda essa minha paixão por música pop, recentemente criei uma playlist no Spotify com todas essas músicas fascinantes (saliento que por existir milhares de músicas e artistas, a playlist ainda não está finalizada, em constante evolução) que tanto gosto! Contudo, para esse post me esforcei em selecionar apenas 7 delas (uma mísera fatia) para que não ficasse uma lista tão longa e, sim, te deixasse com um gostinho de quero mais! 😉 Então, ao final da página, se prepare para a MAIOR e MELHOR playlist POP INTERNACIONAL dos últimos tempos! Que vai desde as antigas às mais atuais! 🤩 

Preparados?? Então vamos começar!

1- “Piece Of Me” – Britney Spears

Todo mundo já está careca de saber que Britney Spears (depois de Madonna) foi um marco na música pop! Tanto que, por anos, foi considerada a princesinha desse gênero musical. Uma cantora completamente inesquecível por conta de toda a sua sensualidade, videoclipes ousados e músicas dançantes que se tornaram grandes sucessos. Eu sou apaixonada por inúmeras músicas da Britney, mas, hoje, elejo aqui a minha preferida de todas que ela já lançou! (PS.: foi difícil pra caramba tendo “Toxic” no páreo!)

Lembram quando ela ficou careca? Pois então, essa música foi o retorno triunfal da Britney. Pela letra e videoclipe percebemos se tratar de uma crítica da cantora aos paparazzo que tanto cuidavam da sua vida, usando uma coisa negativa a seu favor. Ela voltou com tudo! O que resultou nessa música foda, com batida foda, letra foda e clipe mais foda ainda! (PS. Sou apaixonada pela coreografia do banheiro! 😍)

2- “Blow Your Mind” – Dua Lipa

Dando um pequeno salto para a atualidade, vamos falar dessa cantora maravilhosa que tem menos tempo de carreira. Dua Lipa não possui (ainda) todos esses anos de trajetória da Britney (seu primeiro single foi em 2015), mas desde que estourou – já no seu primeiro álbum de estúdio, em 2017 – a cada single, é um novo sucesso! Eu poderia falar de “New Rules”, que é o seu carro chefe, mas tenho um carinho especial por essa que escolhi. 

As músicas da Dua não são só uma música pop qualquer, possuem letra, significado e uma mensagem a ser passada. Foi isso que me conquistou nela, além, claro, do seu vozeirão e das músicas por si só serem uma delícia de ouvir (e cantar). Poderia listar muitas outras dela que sou apaixonada, mas vou deixar para vocês descobrirem depois na minha playlist do Spotify. 😉

3- “Look What You Made Me Do” – Taylor Swift 

Taylor é outra cantora veterana, mas o que nem todos sabem, é que ela mudou seu estilo musical de 2014 para cá! Em 2012, com o álbum “Red”, ela foi transitando do country para o pop. Dois anos depois, com o álbum que leva o ano do seu nascimento, “1989”, Taylor mostra a que veio, ganhando ainda mais notoriedade e fama, quando finalmente mudou seu estilo musical. Ainda que as músicas deste álbum tenham sido muito boas em relação a sua trajetória musical até aquele momento, ela fez um boom mesmo com o seu álbum seguinte, “Reputation”!

E é deste álbum que retiro a minha música preferida da Taylor, por ela estar ainda mais POP do que nunca! Confesso que foi muito difícil escolher entre essa e “Ready For It?”, mas, utilizei como critérios de escolha, o videoclipe e a tradução da música. Assim como Britney, Taylor lançou “Look What You Made Me Do” para criticar todos os seus haters, que sempre criavam uma imagem distorcida da sua pessoa. “Reputation” foi seu álbum de retorno, após a mesma ficar sumida e queimada na mídia por conta do cretino do Kanye West. Enfim, vocês podem ficar por dentro de todo esse babado, assistindo ao documentário dela “Miss Americana” disponível na Netflix. (Que a propósito é um documentário incrível, conhecemos a Taylor mais a fundo, como nunca a vimos antes!)

4- “Can’t Be Tamed” – Miley Cyrus 

Voltando um pouco para o passado, agora vamos falar da ex Hannah Montana. Cansada de ser vista como a garotinha da Disney, Miley despirocou muito de uns anos para cá, fazendo com que suas músicas, seu estilo, suas letras e videoclipes ficassem muito mais adultos. 

“Can’t Be Tamed” foi antes de tudo isso. Esta música compõe o último álbum da Miley antes da sua radical mudança, mas, acredito que aqui já começava a sua transformação, ainda que sutilmente. É só observarmos as letras das músicas que compõem este álbum. Na canção “Robot”, por exemplo, pra mim está nítido que ela está mandando um recado para a Disney, como uma crítica por terem controlado ela durante tanto tempo, em vista do seu programa e contrato que ela tinha com eles. 

5- “Bad Guy” – Billie Ellish 

Voltando para a atualidade, eu não poderia deixar de incluir a Billie Ellish aqui, né?! Diferente de tudo que você já ouviu, o som dela consegue ser tudo: despojado, sexy, dançante e todas, absolutamente todas as suas músicas, possuem uma letra interessante. Não são músicas vazias, sabe?! 

Uma coisa muito legal da Billie, é que ela se declara fã da Avril Lavigne, tendo a veterana como referência para seu estilo. Daí você me pergunta: “Avril de referência, como assim?” Ora gente, é só ver como a Avril era quando surgiu na mídia, lá em 2002. Vista como a rebeldia em pessoa. Seu estilo de se vestir, a imagem que ela passava. Billie é basicamente isso hoje. Toda diferentona com suas roupas largas, sendo uma cantora pop que foge do estereótipo visual de sensualidade, que todas as outras cantoras fazem questão de ser. 

6- “Let’s Be Friends” – Emily Osment

Emily Osment não é uma cantora muito conhecida. Na verdade, faz anos que ela não lança nada. Infelizmente não engrenou na carreira musical e as únicas músicas dela que eu indicaria é esta que escolhi (que vale por mil) e “Lovesick”. 

Para quem não sabe, Emily também é atriz! Atuou ao lado de Miley Cyrus no seriado “Hanna Montana” e seu trabalho mais recente foi na série “O Método Kominsky” (tem na Netflix!).

7- “John Wayne” – Lady Gaga 

Por último, mas não menos importante, vamos de Lady Gaga! Vocês conseguem se lembrar de quando ela surgiu na mídia? Foi considerada a nova Madonna (só que mais louca) dos anos 2000! Achei que seria só mais uma “modinha” e que logo logo sumiria do mercado, mas não, continua na ativa até hoje, produzindo músicas incríveis e ainda nos surpreendendo com seus talentos também para a atuação, vide a série: “American Horror Story – Hotel” e “Nasce Uma Estrela”, cujo filme lhe rendeu prêmio de melhor atriz! 👏🏻👏🏻

Durante muitos anos, a minha preferida foi “Poker Face”, um dos seus primeiros singles. Contudo, quando ela lançou o álbum “Joanne”, em 2016, “John Wayne” conseguiu roubar o posto da música anterior! 😁

E aí, gostaram?? Conheciam alguma dessas? Comentem quais são as músicas preferidas de vocês também e não deixem de seguir a playlist que eu criei! Lá tem todas essas e MUITO mais!! 🤩

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Giulia Be

Sabe aquela música que você não sabe quando ouviu pela primeira vez, nem onde e de repente aquela melodia já se tornou familiar aos seus ouvidos? Foi exatamente assim com “menina solta” pra mim. A música toda rimada que conta a história de uma menina que possuía vários pretendentes, enquanto um apaixonado está sofrendo por ela, é uma delícia de ouvir!

🎶

Você com certeza já ouviu “menina solta” em vários lugares, sem ter a menor ideia de quem seria a dona daquela voz arrojada e marcante. Isso porque Giulia Be é uma cantora nova no mundo da música. Ela acabou de lançar seu primeiro EP em maio, deste catastrófico ano que está sendo 2020, e surpreendentemente já está no seu terceiro single de carreira!

Se você é noveleira(o) e acompanha as novelas da Globo, então já deve ter ouvido a Giulia Be. Seu single de estreia, “Too Bad”, foi tema da personagem de Yanna Lavigne em “O Sétimo Guardião”. Uma música que é completamente diferente de “menina solta”, com um ritmo mais dançante, eletrônico e ainda por cima em inglês! Numa primeira ouvida você até pensa se tratar de uma cantora gringa. A voz da Giulia é forte, apesar da sua pouca idade (possui apenas 21 aninhos).

A sua trajetória no ramo da música parece história de filme! Imagine você que ela ia cursar Direito na faculdade e jogou tudo para o alto, após uma experiência musical no camarim do Maroon 5! Sim, eu disse camarim do Maroon 5!! Naquele momento de interação entre ídolo e fã, Giulia comentou que também cantava e então cantaram uma música ali juntinhos, por incentivo do guitarrista. Após aquele momento, que deve ter sido mesmo mágico – imagine você no camarim do Maroon 5 cantando junto com eles?! 😱 – Giulia se sentiu motivada pela banda a seguir carreira musical. 

Postou vídeos covers profissionais no YouTube e já na primeira postagem colheu frutos. “Deixe Me Ir”, da banda 1Kilo, foi seu primeiro cover, responsável pelo que viria depois: seu contrato com a gravadora Warner Music! Daí vieram os singles: “Too Bad”, “Chega”, “menina solta” e então saiu seu primeiro EP, intitulado “solta”, composto por 6 faixas! – “(não) era amor” já é a minha preferida!! 🤗 – .

EP “Solta” – 2020

Até o momento, além de canções no nosso idioma, Giulia também possui três músicas em inglês (duas em parceria, sendo: “With You” com um tal de Zerb e “Hold On” com um tal de DUX) e também a versão em espanhol de “menina solta”, “chiquita suelta” – que já até tem videoclipe – . É talento até dizer chega, né?!

Bom… já falei demais, então deixo vocês com essa dica musical para o fim de semana e também para a vida, afinal, Giulia e suas canções não sairão mais da minha biblioteca sonora! ✨

Comente se você também conhecia, quais músicas dela mais gosta, enfim, tudo que quiser me contar da Giulia Be! 😃

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Jogos Vorazes

Título Original: The Hunger Games

Direção: Gary Ross

Ano: 2012

Categoria: Ficção Científica / Aventura

Não sei como demorei tanto tempo para assistir a este filme! Mas aqui estou eu, recém fã da Jennifer Lawrence, assistindo a todas as produções que ela já participou! 😌 A história desta aqui é completamente insana! Sabe um Big Brother da Chacina? É basicamente isso! Por ordem do estado, 24 participantes, de 12 distritos (um casal de cada um), serão sorteados para participarem de um Reality Show em que, obrigatoriamente, terão que lutar uns contra os outros até a morte, restando apenas um sobrevivente.

Apesar de sabermos desde o princípio que a nossa protagonista, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence – Mother!) sobreviverá, pois, afinal, é a protagonista, não tem como não ficar tenso enquanto assistimos a tudo aquilo. Minhas mãos suaram horrores nas cenas da floresta, que, inclusive, me remeteram a série “Lost”. Aliás, muitas referências podem ser tiradas de Jogos Vorazes, acredito que o filme “Uma Noite de Crime”, de 2013, possa ter sido inspirado neste aqui de 2012. Falando em inspiração, você sabia que a saga Jogos Vorazes são baseadas num livro? Pois é, uma trilogia homônima da escritora Suzanne Collins, sendo o ano da primeira publicação 2008.

Voltando a sinopse da trama, Katniss não foi a sorteada desta edição do evento, mas, se voluntariou para proteger sua irmã de 12 anos, que foi a azarada. A propósito, muita injustiça escolherem jovens de 12 a 18 anos e colocarem essa mescla lutando junto, afinal, como uma criança mais nova, poderá competir de igual para igual com uma pessoa de 16 a 18?! Mas essa crueldade não é nada, perto do que vemos no decorrer do filme. Massacre, uns matando os outros (ainda bem que essas cenas não são tão explícitas), enquanto a nata da sociedade assiste e se diverte. Falando neles, achei muito curioso que esses personagens fossem todos caricatos e extravagantes, como se viessem de outra dimensão cultural, levando em conta as tecnologias do filme, um tanto futurista, eu diria.

O rapaz que luta ao lado de Katniss (afinal, são sorteados um homem e uma mulher de cada distrito) é o bonitão Peeta Mellark (Josh Hutcherson – O Falsificador). Acaba rolando um affair aparentemente fake entre eles (coisas de reality show que sabe comover e conquistar o público com uma bela história de amor entre seus participantes), mas, o crush real da personagem, ao que parece ser, é o Gale Hawthorne (Liam Hemsworth – A Última Música) ainda que não mostre nenhuma cena de love story entre eles neste primeiro filme, apurarei melhor nos próximos!

Uma outra curiosidade que não posso deixar de mencionar também é a participação do cantor Lenny Kravitz!!! Como Cinna, um personagem que me conquistou desde a primeira aparição e não só por ser interpretado pelo Lenny, mas, por se mostrar diferente dos demais doidos de pedra que se divertem com aquilo. 

Ainda que tudo termine bem, conseguimos perceber uma atmosfera estranha no ar, indicando que na produção seguinte algumas retaliações possam acontecer por parte do estado, já que a nossa querida Katniss quebrou alguns protocolos. Bom… acho que já falei demais. Estou mega atrasada falando de um filme de 2012 – e ainda restam mais três pela frente – eu sei, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Devem ter mais pessoas por aí, que assim como eu, ainda não assistiram! 😁 E você? O que achou de Jogos Vorazes? Já tinha assistido? Não? Me conte tudo nos comentários!! 😃

Trilha Sonora

As únicas músicas cantadas que tocam, são as dos créditos:

Arcade Fire – Abraham’s Daughter

Taylor Swift & The Civil Wars – Safe & Sound

The Civil Wars – Kingdom Come

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Mãe!

Título Original: Mother!

Direção: Darren Aronofsky

Ano: 2017

Categoria: Suspense Psicológico

Aqui estou eu, escrevendo sobre este filme que me intrigou bastante. Um suspense psicológico impossível de entender sem buscar a explicação na internet depois. E mesmo após decifrar tudo que aconteceu nessas duas longas horas de duração, ainda me sinto bastante incomodada e perplexa com tudo que assisti e ainda mais pelo seu significado.

De antemão lhes aviso que haverá spoiler.

Serei mais um canal que irá lhes explicar tudo que aconteceu.

A primeira coisa suspeita do filme é que os personagens não são tratados pelo nome em nenhum momento. Até mesmo o personagem interpretado pelo Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez), que é um escritor famoso, não tem seu nome citado uma vez sequer.

A segunda coisa que reparei foi na grande diferença de idade do casal protagonista. Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes) parecia mais ser a sua filha, do que a sua esposa. Não que hoje em dia não seja comum casais com idades diferentes, mas, neste filme em específico, achei bastante estranho.

O casal vive numa casa isolada e, de repente, personagens externos vão surgindo para o grande desconforto – arrisco em dizer, até mesmo paranoia – da esposa, que reprova toda aquela invasão no seu lar. Num primeiro momento, a impressão que tive dessa personagem é que queria o marido só para si, ignorando o quanto seu sucesso como escritor era importante para ele. Mas, conforme o desenrolar da trama, mudei a minha opinião sobre ela.

Aos poucos o filme vai ficando mais denso, mais perturbador e extremamente mais confuso. Os acontecimentos demoram a acontecer, mas quando o filme dá essa virada, de monótono para assustadoramente agitado, o nível de agonia em assistir tudo aquilo ganha um alcance imensurável.

Em certa altura de absurdos, você clama para que tudo aquilo acabe, mas ao modo que só vai piorando, fica impossível esperar por um desfecho plausível, sem que a personagem interpretada por Jennifer não seja louca, que esteja alucinando, sonhando ou qualquer outra coisa que a realidade não seja capaz de explicar.

Quando o filme acabou, a explicação não veio e tive que buscá-la na internet, explicação esta que irei compartilhá-la agora. Então, se você ainda não assistiu a este filme, para o seu próprio bem pare de ler neste exato minuto e vá assisti-lo, para só depois retomar a leitura deste ponto.

Entenda a história do filme

A explicação é a mais absurda, porém, também, a mais inteligente possível! Não se pode negar a genialidade do diretor ao criar tudo isso!

Os personagens não possuem nomes, pois, são bíblicos! O escritor/ poeta é Deus, sua esposa é a Mãe Natureza, o primeiro homem que aparece é Adão – em determinada cena percebemos um corte em sua costela – depois aparece Eva, mais tarde seus respectivos filhos, Caim e Abel – em uma passagem importante da Bíblia Caim mata Abel, assim como ocorre no filme – , o livro de sucesso que o poeta escreve é nada mais, nada menos, que o Novo Testamento – que vem depois do dilúvio, evento este representado pela explosão da pia da cozinha – e a editora do poeta pode ser considerada como a Igreja – inclusive, há uma crítica velada quando esta personagem atira em algumas pessoas – .

O bebê que nasce do casal e é morto pelos fãs / adoradores do poeta, representa respectivamente Jesus Cristo e a humanidade. A casa é a Terra – sendo atacada, despedaçada e por alguns, bem poucos na verdade, restaurada, quando lhe pintam as paredes – .

Aquele cristal importante no escritório do poeta, representa o fruto proibido (vejam que ele foi destruído pela mulher que representa a Eva, despertando a fúria do dono da casa que teve o seu pedido, de não tocarem no objeto, desobedecido, fazendo com que assim, como na história da Bíblia, ambos fossem banidos de lá). O escritório – que logo depois é fechado com tábuas para que ninguém mais entre – representa o Jardim do Éden.

Todos aqueles eventos tenebrosos que acontecem na casa, representam as atrocidades já vivenciadas na Terra como as guerras, campos de concentração e etc. E a explosão final é o apocalipse!

Profundo, não? Completamente insano também!

Se eu gostei do filme? Eu amei! Primeiro, porque não é óbvio (não que eu goste de filmes que não consigo entender sozinha), segundo, que consegue te prender do início ao fim! O ar de mistério permeia em toda a sua duração, como se cada mísero detalhe, por menor que fosse, não deixaste de ser sabiamente planejado. Também gostaria de destacar a perfeita atuação da Jennifer Lawrence! Já tinha me tornado sua fã desde “Passageiros” e com esse filme não foi diferente, a minha admiração só aumentou!

Agora eu te pergunto: Você chegaria a essa conclusão sozinho(a)?? Me conte nos comentários qual a sensação e a interpretação que teve ao assistir!