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The Sinner – Primeira Temporada

Direção: Antonio Campos

Ano: 2017

Nº de Episódios: 8

Categoria: Policial, Drama, Suspense

Imagine que aflição uma pessoa aparentemente tranquila e do bem, ser flagrada matando alguém? Pois é… Após sermos apresentados a vida cotidiana de Cora (Jessica Biel – Eu os Declaro Marido e… Lary) que é uma mulher tranquila, casada e mãe de um filho pequeno, somos surpreendidos com uma atitude nada condizente com a sua personalidade. Sem nenhum motivo aparente, ela mata um desconhecido a facadas, em público, na praia!! Eu fiquei de queixo caído olhando para a tela! Foi tão repentino que qualquer um se assustaria.

Como foi pega em flagrante e confessou seu crime, não haveria mais o que contestar sobre a sua acusação, porém, o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman – O Protetor), se aprofunda no caso, buscando descobrir o porquê do assassinato, quando nem mesmo a própria acusada sabe o motivo de ter feito aquilo.

O desenrolar da série é mesmo surpreendente. Te prende do começo ao fim e dificilmente você adivinhará o que de fato aconteceu, sem assistir até o último episódio. A trama mescla entre cenas do passado e presente para que, aos poucos, possamos entender melhor esse quebra-cabeça.

Por mais que seja uma série de ficção, não é nenhuma mentira a capacidade do nosso subconsciente de armazenar traumas e segredos, sem que nós mesmos saibamos o que está guardado lá. E o mais interessante ainda é que realmente certos rompantes podem acontecer em qualquer momento, quando acionados, mesmo que involuntariamente. Tudo isso aconteceu com a nossa protagonista e ficamos o tempo inteiro querendo saber como será o seu desfecho.

Ressalto que Jessica Biel está maravilhosa!! A conhecia apenas do filme: “Eu os Declaro Marido e… Lary” (que é comédia) e fiquei ainda mais admirada com o seu trabalho.

Não tenho muito o que contar da série, sem fazer spoiler, então só posso lhes dizer que vale muito a pena assistir e que, assim como eu, vocês também irão se surpreender!!

Trilha Sonora

Destaco aqui apenas a música mais marcante da série toda (vocês saberão o porquê quando assistirem):

Publicado em Cinema

Confissões de Uma Adolescente Em Crise

Título Original: Confessions of a Teenage Drama Queen

Direção: Sara Sugarman

Ano: 2004

Categoria: Adolescente

Mary ou Lola, como ela gosta de ser chamada (Lindsay Lohan – Sexta-Feira Muito Louca), é uma adolescente que sonha em ser uma atriz famosa e vê seu sonho sendo sabotado, quando sua mãe se muda de Nova York para Nova Jersey. Iniciando aí o seu grande drama adolescente.

Mas não adianta ficar chateada com coisas que você não pode mudar. Vou encarar minha nova cidade como um palco vazio onde farei meu espetáculo. No fundo, sinto que uma lenda está para nascer. E, no caso, essa lenda sou eu. (Lola Steppe)

Em busca do sonho de ser uma atriz de sucesso, Lola se inscreve para o papel principal da peça de teatro da escola e acaba rivalizando com Carla (Megan Fox – Garota Infernal), aquela típica patricinha que sempre consegue o que quer e não aceita que alguém seja melhor do que ela.

Lola também é fã incondicional do Stu Wolff (Adam Garcia – A Última Noite de Solteiro), vocalista da banda Sidarthur e por conta disso faz amizade com Ella (Alison Pill – Meia Noite Em Paris), quando descobrem serem fãs da mesma banda. Ella é o total oposto de Lola (tímida, medrosa e sem iniciativa), mas ainda assim se tornam grandes amigas.

E se já não bastasse todos os seus dramas adolescentes, nada se compara ao drama principal, quando a banda Sidarthur anuncia seu fim e marcam um último show de despedida. As meninas se desesperam para poderem ir assisti-los, criando mil e uma possibilidades, mesmo quando tudo começa a dar errado.

Posso dizer que depois de Meninas Malvadas, Confissões de Uma Adolescente em Crise é meu segundo filme preferido da Lindsay Lohan! Não sei como ainda não tinha feito resenha dele aqui. O filme trás muitas mensagens importantes. A primeira é que não se deve mentir para que as outras pessoas te achem mais interessante, a segunda é que uma amizade verdadeira pode nos tornar pessoas melhores e o principal: Você nunca deve desistir dos seus sonhos! A trama é super engraçada, musical e muito alegre. É uma pena que não se fazem mais filmes adolescentes como antigamente.

Trilha Sonora

Como o filme é de 2004, não achei a trilha sonora tão interessante, a não ser pelo fato de que três músicas são da própria protagonista!! Então, trouxe apenas as que me agradaram:

Lindsay Lohan – That Girl (Música tema do filme)

Lindsay Lohan – A Day In The Life (Quando Lola e Ella estão andando de bicicleta)

Lindsay Lohan – What Are You Waiting For You (Música final)

Lumidee – Never Leave You (Quando Lola e Carla chegam juntas para ver o resultado da audição de teatro e depois quando Ella e Lola seguem o carro da Carla, no dia do show)

Rose Falcon – Up Up Up (Quando Lola e Ella estão procurando pela casa do Stu)

Simple Plan – Perfect (Quando Lola está na bad)

Não deixe de comentar as suas impressões do filme também! 😀

Publicado em Cotidiano, teatro

Temos a Arte para não morrer da Verdade

Todo mundo deveria fazer teatro. Na verdade, é uma grande catástrofe que a arte não seja estimulada em nosso país. Você sabia que nas escolas americanas há disciplinas extracurriculares como: música, culinária, teatro e fotografia, sem que o aluno precise pagar um curso a parte, como ocorre aqui no Brasil?

Mas enfim, não estou aqui para enaltecer o ensino americano (apesar de realmente ser surpreendente melhor que o nosso) e sim para defender a questão da importância do teatro na vida das pessoas. Já ouvi muito dizer que Fulano ou Ciclano entraram no curso de teatro para acabar com a timidez, brotando em mim a ideia de que o teatro tivesse duas funções: formar um ator e acabar com a timidez de pessoas tímidas, quando, na verdade, vai muito além disso.

Sou formada em Jornalismo e meu primeiro contato com o teatro foi no primeiro semestre da faculdade. Na época decidi entrar para o Núcleo de Dramaturgia com interesse apenas nas horas complementares que eu ganharia. Fui para as aulas sem ter a menor ideia de como seria. O professor que nos guiava, passava atividades que no começo me pareciam bobas e me envergonhava fazer, como quando ele pediu que fingíssemos estar nadando dentro de um oceano, em busca de algo novo como nadador. O espaço inteiro do auditório era esse oceano. Nos enfiávamos entre as poltronas, deitávamos no chão, rolávamos, pulávamos, sentávamos e apesar de por fora parecer que eu estava imersa naquele exercício, por dentro eu me sentia uma boba por estar fazendo aquilo. A ideia do ator na minha cabeça era a de aquele que decora o texto e diz suas falas na frente de outras pessoas, não o que fica brincando de faz de conta em um auditório de faculdade.

No final das contas, o Núcleo não me rendeu as horas complementares que eu tanto precisava. Perdi minhas 40 horas livres devido a uma falha na organização das aulas que não computou a minha participação, mas, em contrapartida, ganhei um presente ainda maior: O bichinho da arte havia me picado e a agora eu queria mais.

Eu tinha acabado de ingressar na faculdade e não havia a menor possibilidade de abandonar o curso, uma vez que já tinha demorado anos para decidir o que cursaria. Segui adiante com o meu sonho de ser jornalista, mas, na reta final da graduação, ou seja, no último ano, decidi cursar algo relacionado a atuação em paralelo com as aulas da faculdade, para ter mais certeza que aquela picada do bichinho da arte era compatível com a minha pessoa.

Me inscrevi num Curso Livre de Interpretação Para TV, que era curto (com uma duração de 4 meses cada módulo) e que serviria para me mostrar se eu realmente possuía o dom para me tornar uma atriz ou se era só fogo de palha da minha cabeça mesmo.

No primeiro dia de aula, antes mesmo que começássemos com os exercícios, enquanto a professora apenas explicava coisas técnicas sobre a rotina de gravação de uma novela e cinema, senti algo positivo dentro de mim, algo que me dava a certeza de estar no lugar certo. O meu único medo era não ter o dom para a atuação. Pois, por mais que a professora frisasse que o talento não era determinante, que o estudo e a dedicação tinham mais peso, eu não insistiria em algo que estivesse nítido que eu não levasse o jeito para a coisa.

Durante aquele ano (que foi no ano passado), acabei cursando dois módulos do curso de TV (Iniciante e Avançado) e, em paralelo, também fiz dois workshops.

Foi a partir do primeiro workshop que a minha vida e a minha visão do mundo e das pessoas, começou a mudar. Por isso falo da importância da arte na vida do ser humano. É o tipo de experiência que indico para QUALQUER pessoa, não só para quem quer ser ator. O primeiro workshop que fiz foi de “Interpretação Para Cinema” com o Sérgio Penna, no Rio de Janeiro. Para quem não sabe, Sérgio Penna é um preparador de atores muito famoso e conceituado. Seu método de ensino é extenso e muito completo. Fui até o Rio para fazer, porque ele já tinha passado por São Paulo e demoraria até que viesse de novo. Durou três dias.

Imensurável o aprendizado adquirido. Voltei para a casa mais humana e amando mais o ser humano. Você começa a perceber que realmente existe esse lance de energia e a troca de energia no workshop do Penna foi incrível. Não havia rivalidade, superioridade (e olha que tinha famosos participando do workshop também), parecia que todo mundo era da mesma família, como se fôssemos irmãos, sabe? No começo eu estava um pouco travada, pois eu nunca tinha feito um workshop antes e não sabia que funcionava daquela maneira tão coletiva e libertadora. Você não é mais só você, você é todos e todos são você. Fantástico e maravilhoso.

São experiências edificantes para o nosso ser, mas que, se não forem cultivadas, com o passar do tempo, a correria da vida cotidiana engole as sensações vividas e aos poucos você esquece a importância da conscientização de tudo que foi aprendido. Então, no mês seguinte fiz outro workshop, dessa vez da Fátima Toledo, chamado: “Coragem Emocional”. Esse durou uma semana. Igualmente engrandecedor.

Ao estudarmos atuação, não aprendemos apenas a decorar um texto, posicionamento de câmera e enquadramentos. Aprendemos a ser pessoas melhores. Ser ator envolve a busca pelo autoconhecimento. Por isso que em sua maioria, os atores são pessoas alegres e felizes, ainda que nem sempre sejam bem-sucedidos financeiramente. Isso por que são livres, e liberdade, ao qual me refiro aqui, não é sobre o direito de ir e vir, falo da liberdade espiritual. Se livrar dos seus medos, dos seus bloqueios, das suas inseguranças, afinal, os atores precisam se livrar de tudo isso para poderem viver um personagem com real entrega e perfeição.

Então deixo aqui mais uma vez esse conselho a você que estiver lendo isso. Faça teatro. Busque o autoconhecimento. Todos temos uma missão na Terra, cabe a nós descobrirmos qual e usufruirmos deste conhecimento com total sabedoria.

Nossa experiência levou-nos a crer firmemente que só o nosso tipo de arte, embebido que é nas experiências vivas dos seres humanos, pode reproduzir artisticamente as impalpáveis nuanças e profundezas da vida. Só uma arte assim pode absorver inteiramente o espectador, fazendo-o, a um só tempo, entender e experimentar intimamente os acontecimentos do palco, enriquecendo a sua vida interior e deixando impressões que não se desvanecerão com o tempo.

(Constantin Stanislavski – A preparação do ator)

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10 Músicas Legais que descobri em Fevereiro

Bem vindos a março!!

Terceiro mês do ano, como passa rápido!

Assim como fiz mês passado, novamente trago aquela lista de músicas show de bola que descobri durante o mês que acabou, sejam lançamentos ou não. Preparados? Então vamos lá!

1| Older – Sasha Sloan

Sasha Sloan é uma cantora iniciante. Com apenas 23 anos (fará 24 daqui 8 dias), possui somente 2 EPs, ambos lançados no ano passado: “Sad Girl” em abril e “Loser” em novembro. “Older” descobri por acaso, como sugestão do Youtube, quando estava ouvindo outra música e começou essa na sequência aleatoriamente. Como podem ver, adorei a indicação! 🙂

2| 7 Rings – Ariana Grande

Dia 8 de fevereiro, Ariana Grande lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado: “thank u, next” e apesar de “7 Rings” ter sido lançada em 18 de janeiro, ou seja, antes do lançamento do álbum, descobri essa música só agora. AMEI o single, apesar da letra ser um tanto fútil rs. A batida é gostosa, nos revelando uma Ariana rapper, diferente da cantora pop pelo qual estamos acostumados. Igualmente talentosa.

3| Birdie – Avril Lavigne

Outro álbum foi lançado em fevereiro, sendo: “Head Above Water”, sexto álbum de estúdio da Avril Lavigne. A cantora que estava há 6 anos sem lançar nada, conseguiu alcançar um retorno triunfal, após um longo período afastada por motivo de doença. Inclusive, o álbum inspira-se na sua batalha contra a doença de Lyme. Suas músicas estão mais maduras e já tenho a minha preferida: Birdie! Que letra, que melodia, que tudo!! Se virasse single seria lindo. ❤

4| Whatever You Want – P!nk

Essa música integra o sétimo e mais recente álbum de estúdio da P!nk, lançado em 2017. Descobri essa canção por acaso, como sugestão do Spotify, ao final de determinada playlist minha. Ouvi, gostei e na minha biblioteca já adicionei! 😉

5| The Middle – Zedd, Maren Morris, Grey

Você provavelmente já ouviu essa música tocando nas rádios. “The Middle” foi produzida em parceria com três músicos: Zedd, que é um produtor russo-alemão de eletronic music; A cantora Maren Morris e o grupo musical, Grey. Eu nunca tinha ouvido falar em nenhum dos três, até conhecer esta canção. 

6| Taste – Betty Who

Betty Who é uma cantora consolidada, que está no mercado da música desde 2013. “Taste” é faixa integrante do seu mais recente álbum, intitulado: “Betty”, lançado dia 15 de fevereiro. Uma música dançante e alegre. Descobri por acaso como sugestão do Spotify (que a propósito está arrasando nas suas indicações hehe).

7| Fábio Assunção – Bartz

Esta não é nenhum lançamento, desde 2018, mas que conheci só agora. Com uma mistura de eletrônico com funk, “Fábio Assunção” é uma música em que a letra zoa a condição do ator, que possui um histórico catastrófico com drogas ilícitas. Segundo o próprio Fábio, houve um acordo entre ele e o cantor Bartz, para que 100% do dinheiro arrecadado com esta música, fosse doado para instituições que tratam de dependentes químicos.

8| Terremoto – Anitta, MC Kevinho

Anitta é o maior ícone brasileiro da atualidade. Sempre fazendo parcerias com artistas nacionais e internacionais e desta vez foi com o funkeiro MC Kevinho. O videoclipe de “Terremoto” foi lançado em primeiro de fevereiro e como acompanho as novidades da cantora, essa foi mais uma música que descobri mês passado.

9| Bola Rebola – Tropkillaz, J Balvin, Anitta (ft. MC Zaac)

Ainda falando de Anitta, no finzinho de fevereiro outra música foi lançada em parceria com a cantora. “Bola Rebola” é uma mistureba de idiomas e ritmos. Português, inglês e espanhol, tudo numa música só. Me lembrou muito de “Vai Malandra”. Seja pela repentina e abrupta mudança da batida em determinadas partes da música, seja pelas tantas parcerias masculinas ou pelo videoclipe também tendo a favela como cenário. Só que ao contrário de “Vai Malandra”, “Bola Rebola” me conquistou já na primeira ouvida. 😀

10| Contramão – Pitty

Mudando da água para o vinho, para fechar vamos de rock! Como sugestão do próprio Spotify, quando terminou de tocar todas as músicas da minha playlist “Rock Nacional”, ele trouxe “Contramão” da Pitty. Música lançada em 2018, mas que (por enquanto) não integra nenhum álbum da cantora (o último foi lançado em 2014). Falando na Pitty, vocês acreditam que ela já tem 41 anos??? 😮 Eu jurava que ela tinha 10 anos a menos!!

Fico por aqui então, com essa lista maravilhosa das principais músicas que conheci em fevereiro. Gostou de alguma? Não deixe de participar nos comentários! 🙂

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Baixa Terapia

Temporada: 19 de janeiro à 28 de abril

Local: Teatro TUCA (em São Paulo)

Categoria: Comédia

Fui assistir Baixa Terapia à convite de uma amiga e me surpreendi quando, chegando lá, me deparei com ninguém mais, ninguém menos que o Antônio Fagundes no palco! (Sequer havia pesquisado sobre a peça com antecedência.) Não que não ter um famoso no elenco seja demérito para qualquer peça, mas convenhamos que ver um rostinho conhecido tão de perto, causa certa euforia rs.

A sinopse é a seguinte: Três casais chegam juntos ao consultório da terapeuta deles para uma terapia de casal, quando são surpreendidos com a ausência da mesma, que além de deixá-los sozinhos, já deixou tudo preparado para que aquela sessão fosse coletiva, conduzida por eles mesmos, sendo guiados por 5 envelopes (me corrijam se eu estiver errada) previamente escritos pela própria terapeuta. Quando enfim os casais param de reclamar daquela situação em que foram abandonados e entram no jogo da sessão, a comédia ganha força, pois inicia uma grande lavação de roupa suja, fazendo com que a plateia se identifique com muitas das situações cotidianas relatadas pelos personagens. 

A peça tem uma duração de 90 minutos e dentro deste tempo tem seus picos de entretenimento. Confesso que em certa parte fiquei um tanto entediada e com sono, mas, quando de repente entraram no tema sexo, voltou a ficar interessante, afinal, muita risada pode ser extraída de tópicos polêmicos.

Mas o que me fez querer escrever sobre este espetáculo, definitivamente foi o seu desfecho. Eu DUVIDO que alguém esperasse por um final tão surpreendente como aquele! De repente a peça não era mais de comédia e tudo que vimos foi uma mentira. Minha mente entrou em conflito e a plateia emudeceu perante a situação apresentada. Nunca assisti uma peça com uma reviravolta a altura de produção cinematográfica como essa. Enfim, só assistindo para saber do que estou falando, pois não farei spoiler. Fiquei boquiaberta com o que acabara de assistir.

Ao final da apresentação, o elenco ainda teve a gentileza de responder a algumas perguntas da plateia por alguns minutos.

Baixa Terapia não é uma peça qualquer, escrita pelo argentino Matias Del Federico, já teve outras temporadas em São Paulo, esteve por três meses em cartaz em Portugal e também já passou pelos Estados Unidos.

Outra curiosidade interessante é que além do Antônio Fagundes no elenco (como Ariel), há também sua ex-esposa, Mara Carvalho (como Paula, esposa de Ariel), sua atual companheira, Alexandra Martins (como Tamara, namorada de Estevão) e seu filho, Bruno Fagundes (como Estevão). Ilana Kaplan (que interpreta a personagem Andrea), ainda ganhou uma premiação pela sua atuação. Com direção de Marco Antônio Pâmio, sem sombra de dúvidas é uma peça que vale a pena ser prestigiada.