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5 Motivos Para Gostar de Toy Story

Oie!!

Aproveitando que Toy Story 4 está nos cinemas, resolvi fazer um post especial falando de todos os quatro filmes já lançados e o porquê de todas essas produções fazerem tanto sucesso!

  1. É uma animação adulta. Por mais que seja infantil, não é bobo. É inteligente, capaz de entreter todas as idades;
  2. Não tem maldade. Ao contrário dos demais desenhos em que os vilões são cruéis e macabros, aqui são apenas personagens com um histórico de vida triste, que os tornaram amargos e egoístas, capazes de se regenerarem;
  3. É criativo. As aventuras são tão bem boladas, que fogem completamente do óbvio e da mesmice;
  4. É educativo. Nos ensinam a importância de valorizarmos os amigos, a família e a perdoar quem nos fez mal. Como também a termos coragem com os desafios e dificuldades que surgirem em nossos caminhos;
  5. É original. Você já assistiu a algum outro desenho que fez tanto sucesso e que ganhou tantas continuações em que os personagens são brinquedos? Não. Toy Story é único!
Toy Story – 1995

Você sabia que o primeiro Toy Story foi lançado em 1995? Pois é, há mais de 20 anos éramos apresentados ao xerife Woody, Buzz Lightyear e toda a sua turminha. São todos brinquedos do Andy, um garotinho de 8 anos, que neste primeiro filme está fazendo aniversário e ganha o Buzz Lightyear de presente. A trama é centrada neste novo integrante, que ainda não se deu conta que é um brinquedo e pensa que é um patrulheiro espacial de verdade rs. O que nos garante muitas risadas.

Toy Story 2 – 1999

Quatro anos depois do primeiro filme, é então lançado a continuação. Desta vez o foco da trama será no próprio Woody, que é roubado por um homem ambicioso, que pretende vendê-lo para um museu no Japão. Novos personagens entram em cena, sendo a Jessie, Bala no Alvo e Pete Fedido – que acaba sendo um dos vilões desta edição -. Confesso que Toy Story 2 é o que menos gosto. Mas ainda assim é uma produção que vale a pena ser assistida!

Toy Story 3 – 2010

Quem aí esperava ser surpreendido com uma continuação após onze anos?? 😱 Lembro que fiquei mega surpresa quando soube da notícia. Corri para assistir e simplesmente A-D-O-R-E-I! 😍 Juro, o 3 é o meu preferido! (Preciso assistir ao 4 mais algumas vezes para poder decidir se roubará esse posto. 😬) Neste aqui, Andy já está crescido e vai para a faculdade. Seus brinquedos, companheiros de longa data, quase são jogados fora e acabam em Sunnyside, uma creche!

Cara… não tenho palavras para dizer o quanto Toy Story 3 é INCRÍVEL! Entre os personagens novos temos a Barbie e o Ken, e é muito hilário como durante o filme inteiro eles fazem piada com a feminilidade do boneco hahaha. O Buzz, em espanhol?? Muito bem bolado!! 😂 E eles lá no lixão?? (Tá, tô fazendo spoiler.) Me fez chorar. Na verdade chorei em vários momentos, porque essa continuação é mesmo de arrasar! Não é atoa que levaram 11 anos para lançá-la! Amo mais que chocolate! ❤️

Toy Story – 2019

E agora sim chegamos na atualidade, Toy Story 4 que está em cartaz nos cinemas. Bonnie, que é a nova dona dos brinquedos desde o final de Toy Story 3, já não brinca mais com o Woody e mesmo assim ele permanece um brinquedo leal, se arriscando e se aventurando em prol da felicidade da sua nova dona. Novos personagens surgem (se preparem para dar muitas risadas com esse coelho azul que parece o Sansão da Turma da Mônica e esse patinho amarelo – que inclusive são dublados por Marco Luque e Antonio Tabet do Porta dos Fundos-) e também resgataram uma personagem muito fofa do primeiro e segundo Toy Story, que é a Betty! Aliás, ela ganhou um grande destaque nessa continuação, protagonizando ao lado de Woody o tempo inteiro até o final.

A propósito, falando em final, estou MEGA CURIOSA em como será a continuação deste, isso se houver, já que… se preparem para o spoiler… Woody se s-e-p-a-r-a dos demais brinquedos!!! Oh meu Deus!! Será o fim de Toy Story?? 😱 Será o fim do Woody nas possíveis futuras continuações?? 😰 Ou será que mais uma vez eles vão nos surpreender com uma continuação mirabolante e inimaginável?? Bom… estou torcendo por essa última opção, mas acho que talvez levará mais uns dez anos para descobrirmos…

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Black Mirror – 5º Temporada

Criador: Charlie Brooker

Ano: 2019

Nº de Episódios: 3

Categoria: Suspense psicológico

Já faz muito, muuito tempo que queria postar sobre essa série fodástica aqui no blog! A minha intenção era assistir a todos os episódios de todas as temporadas e fazer um compilado só, mas, como ainda não tive tempo para isso e por acaso acabaram de lançar a quinta temporada (mais precisamente no dia 5 de junho, ou seja, há menos de um mês), resolvi me antecipar e falar de pelo menos da última temporada e depois falar das anteriores, cada qual, separadamente, em ordem decrescente.

Para quem não conhece ou já ouviu falar, mas, nunca assistiu, não sabe o que está perdendo! Black Mirror é um seriado futurista, com uma pegada meio sombria, pois nos apresenta os males da tecnologia. Alguns episódios são mais leves, mas em sua maioria possuem uma pegada um tanto tensa. E o mais louco é que do jeito que o mundo está, de fato alguns daqueles episódios talvez possam se tornar realidade algum dia.

As temporadas possuem poucos episódios, de 3 à 6, mas são produções longas, com duração e qualidade equivalente à um filme. São histórias independentes, então você não precisa assistir na ordem, pode escolher assistir o que mais lhe interessar primeiro. Bom… eu poderia ficar aqui discorrendo com dicas de quais episódios são mais legais, mas vou me limitar a focar na temporada 5, que, afinal, leva o título desse post.

Possui 3 episódios:

  1. Striking Vipers
  2. Smithereens
  3. Rachel, Jack and Ashley Too

E vou falar de cada um, seguindo a ordem de interesse de quando assisti:

Rachel, Jack and Ashley Too

Optei assistir o último episódio primeiro, por conter a cantora e atriz Miley Cyrus no elenco. E achei mesmo muito curioso terem escolhido justo ela para interpretar uma artista que está se sentindo sufocada da maneira como é controlada em prol do sucesso. Seria assim que a Miley se sentia quando trabalhava para a Disney, pouco antes de se revoltar e mudar completamente seu estilo e hábitos publicamente?

Acredito que a escolheram para esse papel propositalmente, como se à essa altura, ela ainda quisesse transmitir uma mensagem para as pessoas, sobre o que ela passou. Talvez não com a mesma intensidade desse episódio, mas ainda assim uma manifestação interior. Talvez seja viagem minha, mas, talvez não. Podemos debater essa questão nos comentários. Que tal?

Mas então vamos falar do episódio. A princípio achei que seria mais uma história macabra, querendo nos mostrar que uma boneca robo é totalmente prejudicial à vida humana. Entretanto, o ponto principal nem foi a boneca em si, mas a forma como a artista, Ashley O (interpretada pela Miley), era explorada, dopada e manipulada pela própria tia, que excede o papel de empresária, focada apenas no dinheiro. Mais a frente sendo até substituída por uma máquina capaz de recriar sua performance nos palcos.

Duas músicas (me corrijam se eu estiver errada) na voz da Miley, foram produzidas exclusivamente para o episódio, sendo: “On A Roll” (que é um remake de “Head Like A Hole” de Nine Inch Nails e que inclusive é a música que elas cantam no final do episódio, com uma pegada mais rock) e “Right Where I Belong” (ambas disponíveis no Spotify buscando como “Black Mirror”).

Resultou em um episódio bastante adolescente e musical. Interessante eles terem produzido algo voltado mais para o público juvenil. Não tinha visto nada nessa pegada nas temporadas anteriores. Gostei bastante! 🙂

Striking Vipers

Este episódio, sem sombra de dúvida é o mais louco de toda a temporada! Nunca vi nada igual, sério! Os personagens nos são apresentados no passado e depois (de repente), há uma passagem de tempo. Onze anos se passaram e os dois amigos se reencontram na festa de aniversário de um deles. Danny (Anthony Mackie – Vingadores) está fazendo 38 anos e Karl (Yahya Abdul – Mateen II – Aquaman), aparece em sua festa e lhe dá de presente a versão mais moderna de um jogo de luta que eles jogavam onze anos atrás.

A tecnologia está avançada de tal modo, que com um dispositivo que você conecta na sua cabeça, você praticamente entra no jogo. Não é mais um boneco que você controla, é você mesmo lá dentro. Claro, com outra aparência, nas características físicas do boneco e com uma agilidade que somente o mundo virtual poderia conceder. Mas, apesar disto por si só já ser algo incrível, o X da questão nem é esse. Infelizmente não tenho como revelar o que acontece sem fazer spoiler, então vou me privar de ser uma estraga prazeres e contarei sobre o caminho das pedras somente até aqui. ASSISTAM! Juro que não irão se arrepender! Tudo começa a ficar incrivelmente louco após eles começarem a jogar. É de cair o queixo a criatividade desses produtores de Black Mirror…

Smithereens

Um sequestro + Um pedido diferente = Um possível louco com propósito. Chris (Andrew Scott – Handsome Devil) é um motorista de aplicativo que sequestra Jaden (Damson Idris – Snowfall: Temporada 3), funcionário de uma determinada empresa de redes sociais (que podemos igualar ao Facebook ou Instagram) e ao invés do sequestrador pedir dinheiro para o resgate, seu único pedido é que ele seja colocado em ligação com Billy Bauer (Topher Grace – Superação: O Milagre da Fé) – nada mais, nada menos que o fundador da empresa. Não vou revelar o porquê, nem se ele consegue, apenas que o final do episódio foi um tanto debochado. Alguém mais aí percebeu a ironia e o deboche no término? É um episódio interessante, te prende até o final, porém, o mais fraquinho na minha humilde opinião.

Recomendo a todos que chegaram até o final desse post a ligarem suas TVs, colocarem na Netflix e mandarem brasa nessa temporada, que está mesmo de a-r-r-a-s-a-r!! E claro, depois venham aqui comentar qual gostaram mais! 😉

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7 Músicas Legais que descobri em Maio

Sabe, eu sempre gostei muito de música, muito mesmo. Sou aquele tipo de pessoa que não consegue ficar um dia sequer sem ouvir pelo menos uma. Seja enquanto estou limpando a casa, tomando banho, quando tô andando pela rua ou indo trabalhar. Não saio de casa sem meu fone de ouvido. 🎧

Uma boa música não é só batida e voz. É também letra, mensagem e significado. E é muito louco quando você se depara com uma letra que você se identifica e tem aquela mesma impressão que o artista está dizendo aquilo para alguém da vida dele, da mesma forma que eu, por exemplo, desabafo com os meus textos.

Daí fiquei refletindo a respeito e tive a ideia de fazer uma coisa diferente aqui no blog. Ao invés de todo mês eu trazer uma listagem de músicas novas, também trarei o que eu mais estiver ouvindo naquele momento, independente de ser lançamentos ou não. É sempre bom relembrar músicas do passado também e não quero me prender à apenas músicas que nunca ouvi antes. Que tal? 😊

Bom… então vamos lá!

Sabe quando você descobre uma música muito foda e você ouve ela repetidas vezes por vários dias e não enjoa? Não sei se alguém aqui tem esse mesmo nível de loucura que eu, mas há quatro músicas que estou ouvindo sem parar ultimamente e começarei por elas:

1| Mother’s Daughter – Miley Cyrus

“Mother’s Daughter” está em segundo lugar na lista das músicas mais populares da Miley no Spotify. É faixa integrante do seu mais novo lançamento, o álbum: “SHE IS COMING”, trazendo todo o seu amadurecimento. Podemos observar uma Miley mais adulta, sexy, confiante e poderosa. Já estou na grande torcida para que essa música vire single e ganhe clipe! 🤞🏻

2| Nightmare – Halsey

Eu fiquei completamente de queixo caído quando ouvi e assisti ao videoclipe de Nightmare pela primeira vez. Que letra! Que batida! (Ela mesclou um pop rock nesse refrão, não foi?) Halsey me surpreendeu bastante. Desde “Bad At Love”, fazia tempo que uma música dela não me fazia deixar a função do repete ativada. O álbum novo ainda não saiu, mas por esse single de estreia já podemos ter um maravilhoso prelúdio do que está por vir. 😌

3| Started – Iggy Azalea

Iggy foi bastante ousada com a letra e principalmente com o videoclipe de Started. Temos aquela clássica história da moça jovem que casa com um velho rico/milionário, com o pé na cova, só para ficar com tudo que ele tem, depois que o mesmo morrer. Alguém aí teria coragem de fazer isso na vida real? Eu só me caso por amor, nem que seja com um pé rapado mesmo rs.

4| Bad Guy – Billie Eilish

Eu já havia postado sobre a Billie aqui no blog em abril e não queria ser repetitiva, mas estou tão viciada em “Bad Guy” e “Bury A Friend” que não poderia deixar de citar uma delas aqui nesse post também! 🤩 Vocês já repararam que a Billie de 2019 é a Avril Lavigne de 2004? Inclusive, a própria Billie já reconheceu que a Avril de antigamente é sua referência. A mesma rebeldia, porém no indie pop, ao invés de rock. Maravilhosa!!

5| Sunday Rain – Foo Fighters

E falando em rock, também fui apresentada a “Sunday Rain”, faixa integrante do último álbum da banda, lançado em 2017 (Concrete ad Gold). Uma curiosidade muito bacana dessa música é que quem está cantando não é o vocalista e sim o baterista, Taylor Hawkins!! E que voz sexy… fiquei até sem fôlego aqui! 🤤

6| Cut The Cord – Shinedown

Um outro rock dos bons que descobri em maio, foi a banda Shinedown. “Kill Your Conscience” e “Second Chance” também merecem ser ouvidas! 🎶

7| Desconstrução – Tiago Iorc

E para fechar esse post, que já está pra lá de longo, trago a primeira faixa do novo álbum, Reconstrução, do Tiago Iorc. Que letra é essa Brasil? A música nos desconcerta pela forma inteligente como Tiago aborda a insegurança com as redes sociais e a superficialidade de tudo que vivemos com essa era da modernidade. Eu já gostava dele desde que fui apresentada a canção “Alexandria” e com “Desconstrução” fiquei ainda mais encantada com o seu trabalho. 👏🏻👏🏻

Não é simplesmente música, é música com significado, mensagem, ou seja, tudo aquilo que mencionei no início desse post. E como se já não bastasse fazer uma música tão reflexiva, ele ainda fez um álbum todo conceitual, em que cada clipe é continuação um do outro, formando tudo uma grande história a ser contada, como se fosse um filme. Quais mais talentos este cara possui??

E é isso gente… comente se você já conhecia alguma e qual gostou mais! 😃

Beijão. 💋

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10 Músicas Legais que descobri em Abril

Oieee!

Essa postagem está um pouco atrasada, eu sei, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo?! 😁

Bora conhecer novas descobertas musicais?

1| ME! – Taylor Swift (feat. Brendon Urie)

Como uma legítima fã da Taylor Swift que sou, não poderia deixar de começar por ela! Sua nova música ME! estreou dia 25 de abril e de lá para cá não há um só dia que não a escuto pelo menos três vezes (no mínimo) diariamente! O clipe é um pouco infantilizado, mas com uma doçura que só a Taylor é capaz de alcançar. Achei O MÁXIMO ela ter feito parceria com o vocalista do Panic! At The Disco (que é uma banda que eu também A-D-O-R-O!) e o clipe ficou muito fofinho, colorido, alegre, gostoso mesmo de assistir e ouvir. Os bichanos que aparecem no clipe são da própria Taylor, inclusive, o gatinho filhote que Brendon entrega para ela na metade do clipe, é o mais novo integrante da família (que ela adotou recentemente). Eta gatinho sortudo esse! Acabou de chegar e já participou de um videoclipe! 😅

2| Low Key– Ally Brooke (feat. Tyga)

Ally Brooke, para quem não sabe, é ex-membro do grupo Fifth Harmony. “Low Key” é seu single de estreia em carreira solo. A música já tem quatro meses de lançamento, porém, só a conheci agora e adorei! Sexy e dançante, tenho certeza que você também irá gostar! 😌

3| Salute – Little Mix

Little Mix é um grupo musical britânico formado por quatro mulheres e estão na ativa desde 2011. Já tive a oportunidade de ouvir algumas músicas delas diversas vezes, mas nunca nenhuma me cativou. Até que por esses dias, por sugestão do Spotify, começou a tocar “Salute”, sem que eu soubesse quem estava cantando. Essa canção é de 2014 e me surpreendi por finalmente ter gostado de alguma música desse grupo. Será que você também vai curtir?

4| Sexy Boy– AIR

AIR, abreviação de Amour, Imagination, Rêve (traduzindo para o português: Amor, Imaginação, Sonho) é uma dupla francesa de música eletrônica, formado em 1995 por Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel. “Sexy Boy” é uma canção de 1998 que conheci por indicação de um amigo e já salvei na minha biblioteca. ✔️

5| Underneath The Covers – Priscilla Ahn

Priscilla Ahn não é uma cantora muito famosa, no entanto, conheci seu trabalho por conta do filme “Noivas em Guerra”. Na cena final em que as amigas/rivais estão se casando, toca “Dream”, faixa que integra o seu primeiro álbum de 2008. Desde então sempre fico de olho nas novidades dela e “Underneath The Covers”, que foi lançada no início de abril, me conquistou. ❤️

6| The Seed – AURORA

AURORA é uma jovem cantora de 22 anos que estreou no meio musical em 2014. A primeira música dela que conheci foi “Runaway” e assim como com a Priscilla que citei acima, passei a acompanhar seu trabalho desde então. “The Seed” é seu mais novo lançamento e também me apaixonei. Dei uma espiada na tradução e me surpreendi que ela estivesse falando sobre questões ambientais. Isso que é conscientização. 👏🏻😯

7| Atención– Anitta

Anitta mais uma vez nos surpreendendo. A cantora lançou o álbum Kisses no dia 5 de abril e assim como Beyoncé fez em 2014, ela disparou ao mesmo tempo todos os videclipes de todas as músicas do álbum! 😱 Confesso que esperava mais das canções e as únicas que me dei ao trabalho de adicionar à minha biblioteca foram: “Atención” e “Banana”. Mas há quem diga que o álbum está espetacular. 🤷🏼‍♀️

8| Tear You Apart – She Wants Revenge

Mudando da água para o vinho, agora vamos falar de rock! Estava eu assistindo a quinta temporada de American Horror Story (Hotel), quando, de repente, em determinado episódio, começou a tocar esta música! Liguei o Shazam e descobri mais uma banda da hora! Esses caras tem várias músicas legais (podemos citar aí “Out Of Control” e “Take The World”, ambas desse mesmo álbum) que você também precisa conhecer!

9| No One Knows – Queens of the Stone Age

Esse som é de 2002, mas a banda existe desde 1996! “The Way You Used to Do” e “I Sat By The Ocean” são outras canções deles que também merecem ser ouvidas. Dá-lhe Rock’n Roll! 🤘🏻

10| Brasa – Jade Baraldo

E para fechar, não poderia faltar uma produção nacional, não é mesmo? Jade Baraldo tem apenas 20 anos e foi semifinalista do The Voice Brasil em 2016. Brasa foi seu single de estreia e não é a toa que fez tanto sucesso. Vadia, louca, depravada!

E assim encerro mais uma playlist mensal! Gostaram? Já conheciam alguma? Não deixem de comentar, também quero saber a opinião de vocês!! 😊

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O Baile

Título Original: Le Bal

Direção: Ettore Scola

Ano: 1983

Categoria: Ficção Histórica

O Baile é um filme francês, sem nenhuma fala, sendo conduzido apenas por expressões faciais, gestos e muita música! O local dos acontecimentos é sempre o mesmo (o salão de festas), porém, ambientado em épocas diferentes. O que só é possível percebermos quando há uma mudança na cor da imagem de uma cena para outra, passando do colorido para o branco e preto. E mesmo que depois volte a ficar colorido, quando muda para outra cena, fica nítido que não se trata mais da época inicial, de quando o filme começou.

Os atores interpretam personagens diferentes em cada época, o que mais uma vez reforça a ideia de serem períodos distintos, até mesmo pela mudança no estilo das músicas que são tocadas. Durante uma boa parte do filme são apenas músicas instrumentais e após a representação de um período de guerra, em que há bombardeios, as músicas passam a ser cantadas, explicitando ainda mais a evolução das épocas.

É difícil afirmar se as épocas retratadas foram em ordem cronológica, pois, precisaria ser uma boa conhecedora de história para isso; sem contar que o período da primeira e da última cena são os mesmos, confundindo ainda mais sobre os outros períodos que foram mesclados entre a cena inicial e a final.

Em determinado período, percebi referências do filme: “Embalos de um Sábado à Noite” e fiquei na dúvida se foi proposital, visto que esse outro é de 1977, ou seja, antes deste. É retratado também um período pós-guerra, em que pessoas dançam segurando a bandeira da França comemorando e soldados retornam para suas vidas, um deles até mesmo sem uma das pernas.

Destaco que de todos os períodos representados, o que mais me cativou (e me confundiu também) foi o segundo, em branco e preto. Exatamente aos trinta minutos de filme, uma moça de cabelos pretos e batom vermelho, se interessa por um rapaz que acaba de chegar ao baile. A princípio parece que o interesse é recíproco, até que ele a deixa sozinha para ir de encontro a uma outra que ele avistou e que lhe pareceu mais interessante.

Achei curioso que ao parar na frente da mulher loira (a outra que havia lhe chamado mais a atenção), ele forra um lenço no chão na frente dela, como se tal ação fosse uma demonstração de cortejo. E o mais curioso ainda foi a tal moça aceitar dançar com ele, visto que ela já estava acompanhada por outro homem. Nesse momento, até pensei que o outro homem fosse seu pai ou irmão (por ter cedido que ela dançasse com outro que não fosse ele), mas visto a depressão em que ele ficou depois, percebi que na verdade era um pretendente também.

Outras curiosidades que me chamaram a atenção nessa parte, foi o rapaz enciumado tentar usar cocaína em público (se essa prática é proibida nos dias de hoje, não vejo como possa ter sido permitida em algum tempo do passado). Mais para frente, ainda no mesmo período, também me surpreendeu a mulher de cabelos pretos levar um tapa na cara de um homem que acabara de conhecer, assim sem mais nem menos. Talvez fossem metáforas, mas que admito não ter compreendido.

Em suma, O Baile é um filme um tanto confuso, com sutis nuances de humor e algum significado que não ficou muito claro para mim. Então, se alguém aí tiver uma outra análise que queira compartilhar, por favor, me deixe saber nos comentários!! 😉